Somos alvinegros

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Por Alex Renê

Vamos falar do Clube Atlético Mineiro.

Olá, amigos alvinegros!

Gostaria de saber o que o Clube Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, significa para você.

Já parou para pensar nisso? Como o Galo interfere na sua vida? Como amamos o Clube Atlético Mineiro? São perguntas fáceis ou difíceis de responder? Vamos falar sobre este que é um amor incondicional e que permanece, mesmo após uma decepção com o clube. O orgulho de ser alvinegro sempre está presente, isso é ser atleticano.

Estamos vivendo um momento conturbado na Libertadores após duas derrotas consecutivas. O previsto era uma classificação tranquila, mas ocorreu o que atleticano nenhum esperava e lá vamos nós, na base do sofrimento, buscar nossa classificação. A partir do dia três de abril o “eu acredito!” volta à tona, pois somos alvinegros e apoiaremos o Galo para sempre.

Você pode até dizer que não dá, que o Levir é teimoso e vai nos jogar na lama com suas burrices. Mas como foi questionado no início; o que Clube Atlético Mineiro significa para você? Milhares de situações se passam pela minha cabeça, e também me questiono o que o Galo é para mim. A resposta é simples: o Galo é tudo em minha vida e se ele é tudo, como vamos abandoná-lo ou desacreditar?

Está em jogo a camisa preta e branca, paixão de milhões de pessoas espalhada por este mundo. Então mesmo se o Patric estiver na lateral direita, Elias no meio de campo, na ponta esquerda, ou até mesmo como um torcedor ilustre vestindo a camisa 7 no gramado, devemos gritar, apoiar e cantar o nosso mantra que diz: “somos, somos alvinegros e apoiaremos o Galo para sempre!”.

Você, assim como eu, ama o Clube Atlético Mineiro, não importa quem vista a nossa camisa. Durante os 90 minutos o apoio deve ser incondicional para buscarmos a vitória.

Que o espírito de raça e vontade contagie nosso time, e que as boas vibrações dos torcedores ajudem em campo os jogadores e a comissão técnica, nos levando a uma bela vitória diante do Zamora/VEN, sufocando o adversário o tempo todo.

Vamos, Galo! Que no dia três de abril, a partir das 19:15, seja o começo de uma nova história na Copa Libertadores. Comparecer ao jogo é fundamental, vamos lotar Mineirão e fazer uma linda festa por lá.

“Somos, somos alvinegros e apoiaremos o Galo para sempre!”.

3 comentários em “Somos alvinegros

  • 22 de março de 2019 em 08:51
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    “Clube atlético Mineiro, uma vez até morrer”. É o que diz o nosso hino e nem precisa treinador ou quem quer que seja, fazer apelo pra torcida comparecer por ela sempre compareceu. Isso é fato!
    Isso não quer dizer que o torcedor não possa ficar puto com essa diretoria morosa, que não tira o traseiro gordo da poltrona pra trazer um lateral esquerdo pra ontem. Até quando vamos ter que ver esse péssimo Fábio Santos em campo? O que adianta a torcida comparecer em massa no Mineirão pra apoiar o time e ver constantemente o time levando gols aéreos e que nascem do lado esquerdo, na maioria das vezes?
    Que papo é esse do Levir pedir pra Massa apoiar na Libertadores? O que está por trás desse apelo? Será que ele está com pensamentos malignos pra voltar com aquele maldito esquema de 3 volantes? Será que ele está pensando em voltar com Patric e Elias? Socorro!

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    • 22 de março de 2019 em 08:56
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      “Você, assim como eu, ama o Clube Atlético Mineiro, não importa quem vista a nossa camisa”
      Como assim, parceiro? É claro que importa! Foi preciso a Massa gritar muito e até vaiar, pra que o energúmeno treinador tirasse Elias e Patric do time.
      Eu, que vi Reinaldo, Cerezo, Marcelo, Éder, R 10, vestindo essa camisa, é claro que me importo quando vejo Fábio Santos, Elias e Patric indignamente vestindo esse manto!

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  • 22 de março de 2019 em 09:19
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    Troco fácil o “eu acredito” que surgiu da espontâneidade da torcida, num momento que a mesma tinha uma simbiose com o time que a representava e vice versa,por um time bem treinado que se impõe aos adversários seja lá onde for. O CAM é muito grande para ser refém de um mantra que em um momento deu certo pelo simples fato de que dentro das quatro linhas, tinha um fator diferente e que hoje não se vê; um coletivo que jogava futebol. SAN

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