Ricardo Oliveira fala do seu fraco desempenho e destaca concorrência no ataque

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Por Malu Preciso 

Depois de um leve atraso, hoje quem falou com os jornalistas na Cidade do Galo foi o centroavante Ricardo Oliveira. Apesar de algumas perguntas bem semelhantes, como o camisa 9 se desenvolve muito bem, deu para pegar vários pontos legais. Está curioso? Curta a leitura!

 

Desempenho

É claro que a primeira pergunta foi sobre o jejum de gols. Com muita tranquilidade, Oliveira responde que sempre entra com a mentalidade de fazer gols porque a responsabilidade geralmente cai no camisa 9. Apesar da seca, ele acredita que os números da carreira dele o representam e que ele mesmo se cobra muito, assim como a torcida. Vale lembrar que ele e Alerrandro são os artilheiros da temporada. 

Mesmo sem gols, ele acredita que já mostrou para o que veio, afinal, participa de lances importantes, dá assistências, defende e participa muito. Oliveira espera que o gol seja no próximo jogo que ele entrar em campo, mas a cabeça está tranquila. Ofensivamente, o time está melhor organizado, uma consequência da defesa, que os números falam por si. Ele diz que valoriza bastante o crescimento coletivo, buscando melhorar cada vez mais lá dentro. 

Foto: Bruno Cantini / Atlético

 

Posição

Para Oliveira, não tem desculpas. Não dá pra relacionar a mudança do 9 jogar, seja centroavante ou falso 9, com o jejum de gols. O futebol moderno pede pra todo mundo marcar e isso faz parte de um trabalho coletivo. Ele brinca: se não corre para defender, tem mais fôlego no ataque, mas ele ressalta que já fez vários gols aqui no Galo ajudando na defesa e estando pronto no ataque. Admite que o responsável pela má fase é ele. O time está criando, a bola tá chegando, então o problema é ele. 

Porém, enquanto a bola não entra, Oliveira acha importante a movimentação. O essencial é saber quem você é e as coisas que você está fazendo, porque ele sabe que é um momento do futebol, porque ele está fazendo as coisas certas. Para ilustrar ele menciona Gabriel Jesus, que sofreu muitas críticas na Copa do Mundo porque não fez gols, mas foi muito importante defensivamente. O nosso centroavante sabe que daqui a pouco vai sair gols, porque ele sempre soube fazer. Enquanto isso não acontece, é legal celebrar a fase do Vina, do sistema defensivo e da torcida que está comparecendo. Aplaudir o coletivo. 

Para Oliveira, no Atlético, todo mundo conhece o potencial de todo mundo. A seca de gols dele não está prejudicando coletivamente, porque se prejudicasse seria ruim. O que vai fazer o panorama ser positivo é o resultado coletivo, só assim as individualidades vão aparecer. Ele promete focar no trabalho, dar o melhor em campo e ficar tranquilo, assim como tem feito. Não adianta ficar pilhado e pegar a pressão de vestir a 9 de um clube gigante, a pressão de 20 anos de carreira, a pressão do grupo de companheiros que acredita e a pressão que vem da arquibancada. 

 

Concorrência

Quando perguntado da influência que a nova contratação Franco Di Santo pode ter nessa fase do Oliveira, ele diz que o argentino é mais um que chega para potencializar o elenco do Galo e que todos são bem recebidos porque vem para somar e precisam desse suporte quando chegam em um lugar diferente.

Foto: Bruno Cantini / Atlético

Ele conta que recebeu o Di Santo de braços abertos, pois vai fazer com que todos trabalhem mais e fiquem mais fortes em todos os setores do campo. Quem for jogar dar conta do recado! Ele reforça que acredita que elenco forte vence campeonato. 

Tirando toda a pressão, ele fala que a má fase faz parte do futebol. Antes da parada da Copa América ele foi sondado por grandes clubes e até chegou proposta para ele. O Galo não quis negociar porque ele é importante não só fazendo gols, ou seja, ele ajuda bastante fora das quatro linhas. Porém, entende que o clube precisa de um camisa 9 que faça gol. O torcedor quer ver gols!

 

Jogo contra o Fluminense

Tirando toda a pressão do futebol badalado do tricolor carioca, ele diz que em primeiro lugar a postura do galo tem que ser agressiva. O grupo vai se preparar da melhor maneira possível para conseguir mais uma vitória. 

Oliveira classifica a experiência com Rodrigo Santana como positiva, um grande trabalho em um grande clube. Os jogadores entendem quando ele explica a jogada. Ele lembra do Thiago Larghi e é grato a ele também, mas exalta o treinador atual. Ele entende o que os jogadores estão passando, então todos tem uma imensa alegria de treinar com ele. Assumir o Galo e deixar o time brigando lá em cima da tabela e colocando em fases importantes da Sul-americana é um desafio, e Santana está mostrando repertório e conhecimento. 

 

ATLÉTICO TEM INTERESSE EM YONY GONZÁLEZ, DO FLUMINENSE. CONFIRA.

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Angel Baldo

Mineiro de nascença, mas Paulista de criação. 30 anos, Administrador e Engenheiro Mecânico. Atualmente residindo na cidade de Uberlândia.

4 comentários em “Ricardo Oliveira fala do seu fraco desempenho e destaca concorrência no ataque

  • 8 de agosto de 2019 em 17:07
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    boa tarde massa. para mim este cone 2 deveria estar longe do galo mas está diretoria adora um jogador medalhõ que tem 14 jogos que não faz um misero gol. aliás não o cone 2 a diretoria teve chances de livrar do péssimo Elias e Patrick. só digo parabéns diretoria pela austeridade. temos que atulerar este cone até 2020.aff.vai galooo.

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  • 8 de agosto de 2019 em 22:46
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    A verdade é que aos poucos vão matando a figura do center forward raiz no futebol brasileiro, como aconteceu com o ”’ bota ponta Telê”'( ei Serginho Araújo, ei Ziza, ei Catatau, aquele abraço!) Daqui a pouco serão iguais ao kichute, bolachas vinil de 75 rotações e o conga do bico largo e branco,ou seja, estarão na lembrança de uns poucos que conheceram como eram na época em que eram evidência. Fico pensando o que seria de grandes avantes como foram Dario,Campos, Renaldo e até o Mário de Castro, entre muitos, jogar nestes esquemas engessados que se vê hoje em dia. Seriam apenas mais um ”some do meu Galo ”’ e outras bobagens que se ouve por aí. Sem contar que agora seriam obrigados a correr atrás dos zagueiros e não o contrário. Imagino a cara de ”’não estou entendendo é me*da nenhuma”’ que eles fariam,sem contar que mandariam os prof’s plantar batatas. É saudades do sol na cara e dos grandes jogos sem este gesso todo que se vê hoje em dia. Alô Ricardinho das embaixadinhas! Tem vez procê mais não. Hoje é proibido pisar no gramado de um campo cheio de areia verde imitando grama. SAN

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