Remanescentes de 2013 garantem a vitória no Horto

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Carol Castilho
Do Fala Galo, em Belo Horizonte
21/10/2019 – 13h

A partida entre Atlético e Santos foi quente dentro e fora de campo. Nos últimos dias, Belo Horizonte está batendo recordes de temperatura. Só para se ter ideia, um clima quase que de deserto abateu a cidade na última sexta-feira (18), que registrou máxima de 34,5 graus. Na Arena Independência o clima foi ainda mais quente entre os jogadores dos dois lados e entre jogadores e arbitragem.

E se em BH não chove há mais de dois meses, no Horto teve uma chuva de cartões amarelos. Ao todo, sete cartões foram distribuídos pelo árbitro Caio Max Augusto Vieira entre Atlético e Santos. Luan, Elias e Otero foram penalizados do lado do Galo. Lucas Veríssimo, Soteldo, Derlís González e Luan Peres pelo lado do Santos.

Apesar do jogo pegado conseguimos sair do Horto com uma bela vitória por 2 a 0, não perdemos posições na tabela e quebramos um jejum de quatro jogos sem vencer.

Réver, Luan e Leonardo Silva foram os nomes do jogo. Aclamados em 2013 e criticados em 2019, os três foram muito importantes nesta partida. Luan e Leonardo Silva foram os autores dos gols, Réver deu a assistência para o gol do Luan. Os três também fizeram uma partida segura e consciente. Nathan e Otero também se destacaram pela entrega, raça e vontade.

Enfim, vamos saber o que as mulheres do Galo têm a dizer sobre essa importante vitória na Arena Independência. As torcedoras Angélica Sheila e Luíza Arcanjo analisam a partida.

Nathan fez mais uma boa partida pelo Atlético – Foto: Bruno Cantini / Atletico

 

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A torcedora Luiza Arcanjo faz uma análise do 1 ° tempo: “O Galo entrou com a mesma formação do jogo contra o CSA e, na cabeça dos torcedores, existia certa desconfiança no esquema com três zagueiros. Mas o que vimos foi muita raça e sorte do time por abrir o placar logo no início com Luan, depois de um lançamento de craque do Réver, e ao aumentar o marcador num belo escanteio do Otero com a cabeçada do ‘libertador’ Léo Silva.”

Ao final do primeiro tempo o meia-atacante Marinho disse que, após fazer o primeiro gol, o Galo parou de jogar e os atleticanos começaram a cair. Para Luiza, Marinho é o típico “falador passa mal”: “Marinho é um jogador que sempre teve fama de falador. Não soube sair do bolso do Guga e se queixou com o repórter. ”

Melhor em campo: ‘Réver. ”

Pior em campo: “Fábio Santos. ”

Os atletas comemoram o gol do zagueiro Léo Silva – Foto: Bruno Cantini / Atletico

A torcedora Angélica Sheila analisou o 2° tempo da partida: “Já iniciando o 2º tempo com um 2 a 0 favorável, o que não acontecia há muito tempo, o Galo soube administrar muito bem, tanto na parte defensiva como no ataque. Apesar de não ter aumentando o placar, o time não ficou na retranca e teve outras chances. Foi uma partida segura em que todos os jogadores, inclusive os que entraram depois, souberam manter.

Angélica também comentou sobre a arbitragem e sobre os 7 cartões amarelos da partida, que para ela foram desnecessários: “Não gostei. Daria uma nota 6 de 10. Não houve lances de grandes repercussões, porém a arbitragem foi omissa em certas ocasiões, deixando o jogo ter princípio de confusões. Demorou muito para validar o primeiro gol do Galo. ”

Para a atleticana, a vitória não foi uma surpresa, mas a postura do time sim: “A vitória em si não foi uma surpresa, mas a postura tomada pelo Galo foi. Parecia um time seguro e antes era um time muito apático. Gostei muito dessa atuação frente ao Peixe, que é um time que está nas primeiras posições da tabela. O Galo, pelas muitas derrotas seguidas, tem deixado os adversários mais “soltos” em campo. Nos últimos jogos, quando levava gols, o time ficava apático e sem reação. Neste jogo não levou gol e fez gols “cedo”. Que seja assim, um time seguro, daqui pra frente. ”

Melhores em campo: “Réver foi uma grata surpresa como volante e Luan e Otero jogaram com as garras e disposições de sempre.”

Piores em campo: “Hoje não elejo nenhum pior em campo, já que o melhor foi o coletivo.”

 

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Edição: Ruth Martins
Edição de imagem: André Cantini 
Edição de texto: Angel Baldo

Angel Baldo

Mineiro de nascença, mas Paulista de criação. 30 anos, Administrador e Engenheiro Mecânico. Atualmente residindo na cidade de Uberlândia.

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