Rejeitados aqui e desejados acolá…

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

 

 

Maxi Pereira
Do Fala Galo, em Belo Horizonte
03/12/2019 – 06h54
Siga nosso Instagram:@FALAGALO13

“REJEITADOS AQUI E DESEJADOS ACOLÁ. DENTRO E FORA DO CAMPO, EIS OS HAMLETS ALVINEGROS. SER OU NÃO SER. E, 2020 PODE IR PARA O BURACO. EIS A QUESTÃO”

Está acontecendo algo de muito perigoso com o Atlético. O clube chega ao final de uma temporada muito conturbada e está deixando, nos corações e mentes de seus torcedores, muitas dúvidas e inquietações em relação ao seu futuro e, em especial como será, para o clube, o ano de 2020.

“Acaba 2019” foi o que mais se ouviu e leu por aí. O mais terrível em tudo isso é que, para que as coisas entrem nos eixos, não basta uma simples virada para o ano novo. O dia 1° de janeiro não é mágico e nada trará de novo ou de redentor sem que haja trabalho e planejamento.

Está a se iniciar o período mais chato do futebol, o final de ano e as férias dos jogadores. Especulações, notícias plantadas, listas de dispensas, pacotões de contratações, ondas e um disse me disse irritante.

É verdade que, embora o elenco venha, a meu ver, mostrando comprometimento, bem querência entre eles e vontade de acertar, o time do Atlético vem capengando nessa temporada e deixando claro em seus jogos que existem problemas internos que estão afetando o desempenho de alguns jogadores em particular e prejudicando, de modo geral, toda a equipe.

A irregularidade, tônica do Atlético nesta temporada, tem causas que precisam ser atacadas em profundidade e que estão longe de serem resolvidas apenas com a dispensa deste ou daquele jogador, com a simples troca do treinador ou até mesmo com a, tão desejada por muitos, queda do atual presidente.

Sem atacar os problemas do Atlético na raiz, qualquer dança de cadeiras ou mexida no elenco irá produzir apenas efeitos paliativos e passageiros, fazendo com que o clima de instabilidade perdure indefinidamente e comprometa os resultados do clube, em especial nas competições de tiro longo, como o Brasileiro, que exigem regularidade e planejamento.

Por que vários jogadores, ao longo da atual temporada, vêm sendo continuamente mal escalados, não obstante a péssima fase que vêm ostentando e mostrando que estão muito perturbados por algum problema? Seriam problemas de foro pessoal? Ou seriam problemas emocionais acumulados no dia a dia turbulento do clube, inflados pelas cobranças sempre passionais e perversas de grande parte da massa? E, em alguns casos, pode se afirmar com certeza que os problemas físicos recorrentes também são consequência dos desacertos internos?

Por que o time, não obstante mostrar que quer buscar o melhor resultado, mostra-se, por vezes, impotente, passivo, não reativo?

Por que, por outro lado, alguns jogadores, embora, em algum momento, estivessem jogando razoavelmente bem, com aguçado senso tático e comprometimento, seja dando fluidez à equipe, seja conferindo profundidade ao time, são, vez ou outra, misteriosamente sacados da equipe titular antes ou durante os jogos?

Por que o clube é tão vulnerável a decisões e escolhas equivocadas?

Mais que responder a estas questões, é fundamental ir até a raiz desses problemas, buscar e propor caminhos para solver tudo isso.

Não é surpresa para nenhum observador mediano que o time tenha caído vertiginosamente de produção durante o Brasileirão. Nem precisa ir a fundo nos problemas levantados acima.

Também não é segredo para ninguém que a falta de planejamento de elenco é, com certeza, um dos mais destacados calcanhares de Aquiles do Atlético. Como consequência fatídica desse problema é que jogadores, sejam egressos da base, sejam vindos de outros clubes, nacionais ou estrangeiros de qualquer porte, têm, quase sempre, seus períodos de adaptação, aclimatação e condicionamento físico atropelados ou são lançados fora de suas características e zonas de conforto, o que vem acontecendo com frequência preocupante.

Vários jogadores têm sido escalados para cumprir funções para as quais não estão preparados ou não têm condições de executar. E não apenas os garotos da base ou novos contratados têm sido submetidos a estas experiências. Jogadores importantes no grupo atleticano, e com larga rodagem no futebol, também se vêem nessa situação mais que o recomendável.

Não obstante a entrega que por vezes os jogadores em geral oferecem, a inescondível percepção tática que alguns possuem, a constante movimentação que vários buscam executar, a importante recomposição que outros conseguem oferecer ao time pelos flancos e, uma ou outra boa atuação individual ou coletiva, o certo é que o Atlético não consegue ser regular e eficiente e, como não podia ser diferente, também não consegue inspirar confiança no seio de sua torcida.

Sem fazer qualquer análise tática, sem buscar conhecer os fatos e sem se perguntar porque os diversos treinadores que passaram pelo clube não conseguiram encaixar o time, porque eles insistiram em experiências sabidamente infrutíferas, porque determinados jogadores estão continuamente jogando muito mal, porque vários outros atletas se mostram sempre bastante tensos e, por vezes, impotentes dentro de campo e, porque, enfim, o Atlético tem encontrado enormes dificuldades para se impor aos seus adversários, o torcedor atleticano prefere, quase sempre, o caminho mais fácil e perverso: denegrir a imagem dos jogadores e, em especial, massacrar aqueles que têm a desventura de serem escolhidos como bodes expiatórios.

No passado, recente ou distante, vários jogadores, craques consagrados ou não, ídolos inquestionáveis ou não, viveram, cada qual, o seu inferno astral com a torcida atleticana.

Poderia citar “n” exemplos. Desde Cazares e Elias do elenco atual, passando, por exemplo, por Marcos Rocha, Rafael Carioca, André Bebezão e Aranha, até Tião Cavadinha e Djalma Dias, a história do Atlético é prenhe de alvos do ódio da massa.

Em graus e intensidade variáveis, são inúmeros o jogadores que foram massacradas pela torcida, numa espécie de exorcismo macabro de seus demônios.

 

 

Se é verdade que o time amealhou forte desconfiança por parte de seus aficcionados, também a relação histórica da torcida com o clube, permeada pelo culto do sofrimento, pela histórica baixa autoestima do atleticano e pelo tradicional complexo de vira latas do galista, que sempre o leva a considerar a grama do vizinho mais verde, a galinha mais gorda e a mulher mais gostosa, constitui fator preponderante nesse tipo de comportamento agressivo da massa para com determinados “eleitos”.

Se são rejeitados aqui, são objetos de cobiça acolá. Se são chamados de “trastes”, “carniças”, “bostas” e de toda a sorte de adjetivos desclassificantes, os “hamlets” atleticanos que calçam chuteiras são alvos de reiterados desejos de outros clubes.

Patric que, por exemplo, já foi alvo do Palmeiras em duas oportunidades, recentemente esteve na mira do São Paulo, que insistiu em sua contratação também por mais de uma vez.

Elias, objeto de desejo constante do Internacional, também despertou o interesse do mesmo São Paulo e do Flamengo. O volante/meia atleticano, assim como fez em relação ao Colorado gaúcho, rejeitou, na época, a investida do tricolor paulista. Com o rubro negro carioca o negócio também não evoluiu.

Cazares, alvo recorrente dos árabes, também já foi desejo de Flamengo e de Grêmio e hoje é fortemente especulado no São Paulo e no Corinthians, além de permanecer no radar do tricolor gaúcho.

Ricardo Oliveira, que foi objeto de desejo do Santos, hoje é especulado em outros clubes como Grêmio e Inter de Limeira. Fábio Santos e Adilson, este antes de encerrar a carreira prematuramente, estiveram na mira de Corinthians e de Grêmio, respectivamente. Ambos agradeceram o interesse e se negaram até a ouvir qualquer tipo de proposta.

O Timão sempre sonhou com Luan, que também despertou o interesse do São Paulo, e Victor, também procurado pelo tricolor do Morumbi, deixou claro que o seu desejo é encerrar a carreira no Atletico.

Igor Rabelo mal havia estreado e recebeu uma proposta do futebol europeu, prontamente recusada pelo comando atleticano. Chará foi especulado pelo seu antigo clube, o Júnior Barranquilla e, agora, é alvo do Internacional.

Guga, hoje amaldiçoado por parte da torcida, é sonho de consumo de vários clubes europeus. Marquinhos, nem bem está saindo dos cueiros, já desperta especulações no exterior.

E Alerrandro, que havia se tornado alvo de interesse de clubes europeus pelo seu concurso, acaba de ser negociado com o Red Bull Bragantino, este mesmo que ainda deseja o jovem goleiro Cleiton.

Curiosamente, enquanto vários clubes vêem neles a solução para seus problemas e o reforço ideal, vários atleticanos vão se manifestando nas redes sociais favoravelmente às suas saídas do clube, pouco se preocupando com o planejamento do elenco e com as lacunas que deixariam no grupo e no time, caso o Atlético os negociasse de forma intempestiva e irrefletida.

Peças de reposição? Talvez caiam dos céus, devem imaginar essas aves agoureiras.

Entre observações e comentários estapafúrdios, entre expressões grosseiras e agressivas, muitos atleticanos, destilando ódio e intolerância, vão contribuindo, consciente ou inconscientemente, para que o clube continue nessa barafunda e, pior, fazendo negócios ruins.

Não é de se estranhar que quem se deixa levar exclusivamente pela emoção e, principalmente, se permite conduzir pela intolerância e pelo ódio, péssimos conselheiros, despreze a análise, por exemplo, da relação custo-beneficio e dos prós e contras do negócio que envolve o jogador por ele renegado.

A recente negociação de Alerrandro foi alvo mais de demonstrações de prazer e alegria com a saída do jovem atacante, do que de ponderações sobre os resultados da transação, as possíveis vantagens (se é que existem de fato) auferidas pelo Atlético e porque um grupo transnacional europeu estaria, por meio do Bragantino, investindo nesse jogador.

Quem efetivamente levou vantagem nesse negócio e por que? Ah! E por quanto e em quais condições os direitos de Alerrandro foram negociados?

E o que se sabe de concreto em relação à possível saída de Chará para o Internacional para justificar tanta euforia e tanta aprovação por parte vários torcedores?

Entre informações não confirmadas oficialmente, o negócio envolveria o perdão de uma dívida e a cessão de um jogador pelo time do sul que estaria voltando de empréstimo e não estaria nos planos.

Você que está comemorando a possível transferência do colombiano para o Colorado dos Pampas, já tomou conhecimento da lista ofertada pelo time gaúcho para que o Atlético escolha apenas um?

Em meio a tudo isso e, por mais incrível que possa parecer, vários desses indesejados aqui e cobiçados acolá, ainda resistem aos interesses de outros clubes e, manifestando publicamente o seu gostar do Atlético e da própria torcida, continuam se mostrando refratários à ideia de sair do clube.

De um lado, o clube precisa fazer os ajustes e desenvolver as ações necessárias para melhorar o ambiente interno e o vestiário, suprir as óbvias deficiências de elenco, equacionar os problemas financeiros, solver os problemas administrativos, fortalecer a marca Atlético e cuidar ainda para que o treinador, escolhido sob determinados critérios, tenha elementos para encaixar o time de vez.

De outro, a massa atleticana tem que mudar radicalmente a sua postura que oscila entre o torcer de forma raivosa e sofrida, ruminando suas frustrações e o torcer com orgulho estéril de quem, no fundo, se resigna com uma pequenez cavada no clube que contradita o gigantismo natural do Glorioso e que só subsiste no espírito amesquinhado do maltratado e catequizado torcedor.

O atleticano tem que aprender a cobrar. O atleticano tem que entender, por exemplo, que ele deve exigir e agir para que o treinador seja escolhido de acordo com uma identidade de clube que deve ser construída e potencializada. Se contratado sob esse prisma, ele dificilmente sucumbiria com facilidade às suas próprias idiossincrasias e teimosias e nem adotaria experimentos malucos como vem acontecendo com frequência indesejável.

Muito se fala entre os próprios torcedores que a massa tem que voltar a jogar junto com time, a voltar a acreditar que, se jogar com time, podemos derrotar qualquer adversário e ganhar o mundo, que o Atlético já mostrou que é imbatível quando time e torcida jogaram juntos e que os anos de 2013 e 2014 demonstraram tudo isso. É verdade.

Porém, a missão de resgate e reconstrução do Atlético é dupla. Cada um tem que fazer a sua parte, clube e torcida.

Nesse sentido, a parte da torcida começa a ser cumprida a partir do momento em que ela se concientiza e passa a cobrar e a agir para que o clube construa uma identidade vencedora e campeã.

Enquanto isso não acontecer, rejeitados aqui, desejados acolá, os “hamlets” atleticanos, sujeitos a pressões externas de toda ordem e vítimas dos desacertos internos, vão continuar tropeçando, ora jogando bem, ora jogando mal, e o Atlético, aos trancos e barrancos, cumprirá, mal e porcamente, os seus compromissos. E o futuro, quem viver verá.

O que está em jogo é muito mais do que uma simples limpa de indesejados, o que, aliás, não tem o menor sentido organizacional e profissional. Todo e qualquer clube que simplesmente se orientar pelo emocional de sua torcida estará fadado ao fracasso e até mesmo à insolvência.

Comecei dizendo que o Atlético chega ao final dessa temporada tão conturbado ou mais do que foi ela própria. O clube, enfim, fugiu do rebaixamento. Não caiu este ano.

Mas, certamente, entrará em 2020 extremamente debilitado financeiramente, com riscos de contar um elenco ainda mais fragilizado e com os problemas desse ano potencializados.

Podem ter certeza de que, em 2020, a luta contra o rebaixamento será muita mais sofrida e pesada. Isso, se nada for feito em direção a uma mudança de conceitos e métodos quanto à gestão.

Dois recados que confirmam os temores de que 2020 pode e deve ser muito pior que 2019 já foram dados pela diretoria aos torcedores e, óbvio, ao mercado. O primeiro é que o Atlético deve negociar neste final de ano, no mínimo, dois jogadores de seu elenco para fechar as contas. E o segundo é que, em 2020, o Atlético deverá ter um elenco mais barato e, em nome da austeridade, reduzir a sua folha de pagamentos.

O problema é que não se ouve e nem se vê nada que indique preocupação com o planejamento, com a qualidade e o potencial do elenco a ser formado para a próxima temporada. O binômio qualidade de quem entra X qualidade de quem sai, dentro de um planejamento de time e de elenco, a partir de uma identidade de clube, é mera peça de ficção. E mais: nada que se fala dos negócios atleticanos indica, pelo menos até agora, que eles levem em consideração a diferença entre investimento e despesa, tal a linearidade das justificativas despejadas aqui e ali.

Não obstante algumas sinalizações ainda embrionárias na direção de dar ao clube um matiz profissional, conforme os recentes cuidados com a base em especial revelam, não se pode afirmar com segurança que o Atlético trilhará caminhos mais sóbrios e equilibrados no próximo ano.

Nada contra o clube anunciar e se planejar para uma temporada sem grandes anseios, porém equilibrada, conduzida com os pés no chão e responsabilidade, sem pensar pequeno jamais. Ao contrário, pensando no futuro. E, nesse aspecto, não existe melhor exemplo no futebol brasileiro que o Flamengo.

O Atlético não é um clube transparente e isso não é novidade para ninguém. Antes de comemorar qualquer negócio devemos destrincha-lo, analisá-lo com rigor e mensurar os prós e contras.

Um final de ano conturbado e uma possível limpa no elenco sem planejamento e cuidados, estimulada pelos problemas financeiros do clube, cronicamente mal administrados, pela recorrente incúria do comando central e pela tradicional intolerância doentia da massa com certos jogadores, coloca em risco máximo a temporada de 2020.

E, para quem ainda duvida disso, lembro que as receitas do Atlético já são insuficientes hoje para fazer frente aos compromissos do clube, que, sem projetos e sem planejamento, não há como ampliar suas receitas, que as cotas de televisão já foram adiantadas e gastas, que a marca Atlético está enfraquecida e que o Marketing do clube é brincadeira de mau gosto.

O Atlético precisa hoje, não só de um planejamento a longo prazo, como de ações emergenciais para evitar uma catástrofe de proporções incalculáveis e talvez sem saída nos próximos 50 anos no mínimo.

MAIS DO QUE DESEJAR QUE 2019 ACABE OU LEVAR ALGUM JOGADOR INDESEJADO ATÉ CONFINS, O ATLETICANO DEVE SE PREOCUPAR COM 2020, COM O QUE ESTÁ SENDO DESENHADO PARA O ATLÉTICO.

SER OU NÃO SER. Não é só um desafio dos “hamlets” alvinegros que calçam chuteiras e vestem o manto sagrado. É também o desafio de como ser atleticano, de como saber torcer e cobrar. O Atleticano birrento e bipolar também é um Hamlet na tragédia que ele próprio ajuda compor. EIS A QUESTÃO.

“Deixe o Uber por minha conta”, bradam muitos. Mas, na conta de quem vamos deixar o Atlético?

 

GOSTOU? Siga nossas redes sociais. Clique nos links abaixo e fique por dentro dos bastidores do Atlético.

Facebook: facebook.com.br/falagalo13
Instagram: instagram.com.br/falagalo13
YouTube: youtube.com.br/falagalo13
Twitter: twitter.com.br/falagalo13
Site: falagalo.com.br
Edição: Ruth Martins
Edição de imagem: André Cantini 
Edição de texto: Angel Baldo

Angel Baldo

Mineiro de nascença, mas Paulista de criação. 30 anos, Administrador e Engenheiro Mecânico. Atualmente residindo na cidade de Uberlândia.

16 comentários em “Rejeitados aqui e desejados acolá…

  • 3 de dezembro de 2019 em 09:48
    Permalink

    É momento de planejamento. Passando pela contratação do futuro treinador. Mancine não. Mas vejo a necessidade de uma mudança na visão da diretoria passando pela montagem da equipe e o que se vislumbra para 2020. Campeonato mineiro não acrescenta nada, deve ser usado para colocar os jovens para jogar. Esta visão de ficar poupando jogadores nas competições deve ser deixada de lado. É uma falta de profissionalismo total. Jogadores não podem jogar duas partidas em uma semana? Com todo a estrutura que tem por trás. Muda Galo.

    Resposta
    • 3 de dezembro de 2019 em 13:04
      Permalink

      Também concordo em banir com esta ideia de poupar jogadores, quase fomos rebaixados por priorizar uma competição que não tem tanta relevância… O jogador (profissional) que não tem condições de jogar duas vezes na semana tem que procurar outra profissão, pois com esses salários astronômicos têm que ter um mínimo de comprometimento.

      Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 09:49
    Permalink

    A CURTO PRAZO PARA 2020 :
    1-TÉCNICOS :
    MARCELLO GALLARDO.
    BECCACCECCE .
    ARIEL HOLAN.
    BARASILEIROS TEMOS DOIS :
    FÁBIO CARILLI.
    ROGÉRIO CENI.
    2- DEMISSÃO DE RUI COSTA , QUE JÁ PROVOU SER DESPREPARADO E IMCOMPETENTE.
    3- REFORMULAÇÃO DO ELENCO.
    4- DISPUTAR TODAS AS COMPETIÇÕES PARA GANHAR , SEM PRIORIZAR NENHUMA DELAS E SEM POUPAR JOGADORES , POIS GANHAM MUITO BEM PARA JOGAR DUAS VEZES POR SEMANA.
    5- EXIGIR E COBRAR DEDICAÇÃO E COMPROMISSO TOTAL DO PLANTEL , SEM PASSAR A MÃO NA CABEÇA DE JOGADOR.
    6- DESCARTAR DEFINITIVAMENTE O ACANHADO E DIMINUTO INDEPENDÊNCIA E ASSUMIR DE VEZ O MINEIRÃO QUE SEMPRE FOI A NOSSA CASA.
    7- ADMINISTRAR PROFISSIONALMENTE O FUTEBOL .
    COMO SE VÊ SÃO MEDIDAS SIMPLES QUE JÁ DEVERIAM SER PRIORIDADE E APLICADAS HÁ MUITO TEMPO NA ADMINISTRAÇÃO DO C.A.M.

    Resposta
    • 3 de dezembro de 2019 em 14:00
      Permalink

      A CURTO PRAZO PARA 2020 :
      1-TÉCNICO : MARCELLO GALLARDO.
      BRASILEIROS : FÁBIO CARILLI.
      2- IMEDIATA DEMISSÃO DE RUI COSTA , QUE JÁ PROVOU SER DESPREPARADO E INCOMPETENTE.
      3- REFORMULAÇÃO DO ELENCO (OLHAR MAIS A BASE)
      4- DISPUTAR TODAS AS COMPETIÇÕES PARA GANHAR , SEM PRIORIZAR NENHUMA DELAS E SEM POUPAR JOGADORES , POIS GANHAM MUITO BEM PARA JOGAR DUAS VEZES POR SEMANA.
      5- EXIGIR E COBRAR DEDICAÇÃO E COMPROMISSO TOTAL DO PLANTEL , SEM PASSAR A MÃO NA
      CABEÇA DE JOGADOR.
      6- ASSUMIR DE VEZ O MINEIRÃO QUE SEMPRE FOI A NOSSA CASA.
      7- ADMINISTRAR PROFISSIONALMENTE O FUTEBOL .

      COMO SE VÊ SÃO MEDIDAS SIMPLES QUE JÁ DEVERIAM SER PRIORIDADE E APLICADAS HÁ MUITO TEMPO NA ADMINISTRAÇÃO DO C.A.M.

      EXCELENTE AMIGO!

      Resposta
    • 3 de dezembro de 2019 em 16:36
      Permalink

      Boa tarde companheiros de luta torcer para o glorioso não é fácil mas tamos juntos agora tolerar está diretoria sem vergonha sem caráter e intolerante o poplema do glorioso e interno vamos torcer para que 2020 não sofremos tanto saudações atleticana

      Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 09:53
    Permalink

    A torcida do galo sempre foi muito ingênua e altamente manipulável por profissionais especialmente do rádio que sempre construiram e destruiram carreiras conforme seu interesse, como a perseguição ao Neto Berola capitaneada pelo filho do ex itatiaia, Luan cuja cabeça era pedida por empresarios radialistas da itatiaia e 98, Marcos Rocha e outros.
    E o galo assim vai perdendo seus craques e enriquecendo esses abutres.
    Acho que o Guga é a próxima mina.

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 10:19
    Permalink

    Torcedor paga ingresso, por sinal caríssimo, paga tv a cabo, compra produtos, contribuindo para receita do clube e de certa forma tem direito de protestar se o time vai mal como tem se visto. É notado que vários jogadores não conseguem exercer seus papéis em campo. Teoricamente o time do Atlético deveria estar entre os primeiros colocados no brasileirão e até abocanhado pelo menos uns dois títulos nessa temporada, o que tragicamente não aconteceu. Na atual realidade do clube, é impossível sonhar com um elenco semelhante ao do flamengo por exemplo, mas algo tem que ser feito. Reformular esse time é necessário e se não acontecer, 2020 vai ser a mesma história, sem títulos e novamente brigar por mais 45 pontos.

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 12:04
    Permalink

    Bom dia massa, parabéns pela analise fria da situação dos torcedores bipolares, acho que pelos comentários já temos uma disparidade de como se portar nas redes sociais e como analisar o galo. Planejamento vem de analise e qualidade no elenco atual, quem sai por fim de contrato ou por deficiência técnica tanto do jogador ou do técnico? Temos que analisar quem vai ser o coordenador técnico, modelo de jogo que se deseja, mas com variáveis dentro do elenco, ter 18 titulares e ter os jovens da base completando elenco, temos a ideia, erramos com interinos nos dois ultimo anos, sempre jogando muito no primeiro semestre e o segundo muito a baixo, isso é planejamento de jogo ou qualidade do elenco? erramos nas escolhas, mas foi tentado algo diferente, clima no elenco pesado, só recordar uma brincadeira de Cazares sobre o Luan e ficou tenso, chega de jogadores que só faz média para torcida, se joga na bola saindo, mas erra passe e ai vem os erros do jogador, falta de qualidade e técnica no trato com a bola, time que erra como erramos e fadado ao fracasso, temos que colocar o hino do galo na entrada de tudo para o jogador entender,” vencer, vencer este nosso ideal”, ” Jogamos com muita raça e orgulho pra vencer”, amor ao próximo respeitar as cores do galo, ai vamos ter um elenco com raça e vontade de vencer. Aqui é galo

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 12:20
    Permalink

    boa tarde massa. enfim livramos da degola. agora é dispensar 90 por cento destes peladeiros. vender,doar,negociar.etc.olham as barcas.pastor pipoqueiro. d Santos. Nathan. Otero.elias.Fábio Santos. bolt.therans. José welison. Geovanio. cachazares. rever. Léo Silva aposentado. patrick. os gringos. etc.aja barcas o problema quem vai querer. o problema que não temos presidente e diretor de futebol e a maioria destes peladeiros devem ficar em 2020 .aí é começar a rezar para não cair em 2020.

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 13:55
    Permalink

    Vários destes jogadores que o Galo dispensou, pensavam que eram maior que a instituição, o André Beberrão é um exemplo claro que nunca quis jogar no Galo.
    Quando o jogador, chega a pensar que é maior que a instituição, tem que sair mesmo.
    Depois que o R10 / R49, passou pelo Galo, todo jogador é comum.

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 16:10
    Permalink

    Eu acompanho o dia a dia do Galo, mesmo morando fora de minha querida Minas Gerais a muitos anos. Sou torcedor a mais de sessenta anos e aprendi a ser consciente em relação ao meu clube do coração. Leio todos os blogs que falam do nosso time, então quero parabenizar o autor por esse texto lúcido. Grande abraço.

    Resposta
  • 3 de dezembro de 2019 em 17:22
    Permalink

    Eu acho engraçado a torcida criticar tanto nossos “bons” jogadores achando que vão vir melhores… Uma coisa é você mandar embora o Maicon Bolt, salário alto, não rende em campo e investir em algum jogador da mesma posição, grandes chances de encontrar alguém até melhor dentro do próprio elenco. Outra coisa é mandar embora Cazares, que apesar do extra campo é disparado o melhor jogador do elenco. Mandar Chará embora, quem vai chegar no lugar? Diretoria abriu mão de investir no Felipe Jonathan para trazer Lucas Hernandez que nem joga. Nossa diretoria não consegue atrair bons jogadores, infelizmente. Era hora de bancar alguns jogadores da casa como o próprio Alerrandro, que em grande fase, foi preterido por R. Oliveira que não vivia boa fase desde metade do primeiro turno. Deixou de valorizar um ativo. Gostaria muito de ver certos jogadores criados aqui e com identificação, com mais chances de mostrar valor antes de irem embora escurraçados daqui. Alex Silva (que já jogou aqui na esquerda também), Marquinhos, Bruninho, Stockl, Isaque, Castilho, Neto e outros. É um momento de transição, é preciso ter paciência tanto para dar o bote certo na hora de buscar lá fora, e não trazer esses que vieram, com salários altíssimos, como com os que estão surgindo.

    Resposta
    • 4 de dezembro de 2019 em 01:35
      Permalink

      Ótima matéria! Parabéns ao redator!
      Agora, o que todos falam e falam e falam é sobre o tal “Planejamento” mas ninguém para pra perceber que há algo mais importante ainda a considerar antes mesmo do tão falado “planejamento” algo q antecede e que por fim dá-se então o início de um planejamento, que é chamado de “Retrospectiva analítica!” Como vai planejar um 2020 diferente, se não souber onde errou em 2019? É preciso olhar tudo de errado pra usar como tópico na folha de planejamento. Qual jogador realmente deve sair? e qual (independente da opinião da torcida) fez por merecer ficar? Técnico… Como pensar em planejamento, sem saber qual será o técnico? (que por força do ofício) deve participar ativamente no tal Planejamento e montagem de elenco… O primeiro a chegar, precisa ser o técnico para, juntamente com toda comissão técnica (q deveria ter Alexandre Mattos no lugar do Ruim Costa) planejar e desenhar o time ideal para 2020, sem gastar absurdos, porém contratar certo. Como disseram acima muito corretamente, todos querem e pedem com afinco a saída de Chará, porém quem o substituirá e fará melhor q ele? A mesma pergunta serve para outro criticado pela massa: “Cazares” (pra mim, o melhor jogador do Galo) e para Otero, que sempre se dia em campo. É claro que o ciclo de alguns precisam acabar, como: Réver, Léo Silva, Fábio Santos, Elias (q deveria ter contrato renovado pra servir de moeda de troca), Luan (ídolo do Galo, mas caiu demais de rendimento), R. Oliveira, Di Santo (não rola), Hernández (não sei pq veio) Leonan ou Danilo Barcelos são melhores. Martínez tbm pode dar adeus, outro q pode sair é o engano “Guga” (uma ilusão tão grande q é querido por parte da torcida, mas que foi facilmente superado pelo Patric – jogador tido por muitos, como fracasso do clube – porém calou a muitos, mostrando raça e entrega, coisa q Guga nunca teve nem 10%!!! Enfim… Bolt, Geuvânio, Terans, Maidana, Wilson e Mancini (outros q não renderam e por isso não devem permanecer) dos emprestados, tentar aproveitar alguns, como: Hyúri (veloz e habilidoso), Danilo Barcelos (versátil), o Clayton, pode usar como moeda de troca, Gabriel baita zagueiro, vendendo o Maidana, podia tentar repatriar o Bremer…que dupla de zaga: “Gabriel e Bremer” e esperar alguns nomes de destaque como: zag. colombiano Danilo Arboleda, o meia argentino “Acosta” (craque), Michael do Goiás (voa em campo) L.esquerdo Reinaldo do São Paulo, L. direito Marcinho do Botafogo, e um pra camisa 9 (Everaldo? Tardelli? Rony?)… Bom, as vezes começamos a sonhar demais né rsrs…

      Resposta
  • 4 de dezembro de 2019 em 01:07
    Permalink

    Saudações para você,

    Todos os tipos de empréstimos são emprestados a uma taxa de juros de 3% e variam de um mínimo de no máximo US $ 1.500 a US $ 10.000.000,00 com um prazo de 30 anos. Portanto, se você precisar de um empréstimo, envie-nos um formulário de inscrição preenchido. E-mail: willianloanfirm6@gmail.com

    NOSSOS SERVIÇOS
    * Emprestimo à habitação
    * Auto empréstimo
    * Empréstimo de hipoteca
    * Empréstimo Comercial
    * Empréstimos internacionais
    * Empréstimos pessoais

    FORMULÁRIO DE PEDIDO DE EMPRÉSTIMO
    Nome:_______________
    Gênero:_______________
    Era:_______________
    endereço:_______________
    Estado:_______________
    país:_______________
    Valor necessário: _______________
    Renda mensal: _______________
    duração:_______________
    Número de telefone:_______________

    o que é app: +1 214305 8945.
    E-mail: willianloanfirm6@gmail.com
    Cumprimentos.
    Mr.Johnson William

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *