Quer pagar quanto? – Por Prof: Denilson Rocha

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Quer pagar quanto?

 

 

Salvo alguns poucos privilegiados, todos nós precisamos fazer escolhas quando vamos usar nosso suado dinheiro. Nunca é suficiente para todas as nossas necessidades e, principalmente, nossos desejos. Além do arroz com feijão, da casa e do transporte, sempre aparecem aquelas loucuras por seus objetos de desejo. Basta observar as filas quilométricas para comprar aquele celular mega moderno que não sabemos usar nem 10% do que ele oferece. Para que? Status, autorrealização, sentimento de poder… Pagamos caro e temos motivo para isso.

 

Agora, se coloque como presidente ou, nos termos modernos, CEO de uma grande empresa que tem que escolher onde colocará seus recursos de marketing e publicidade? Como escolheria? Como profissional, não se coloca milhões em uma brincadeirinha ou na sua paixão esportiva – até porque os acionistas não iam gostar nem um pouco. A escolha é simples: quem me traz mais retorno sobre o investimento? E aí vem a pergunta básica: qual retorno o Galo está oferecendo para seus patrocinadores?

 

Vamos começar pelas referências atuais. Todo mundo fala da Crefisa no Palmeiras – agora anunciando contrato que pode chegar a 400 milhões em três anos. Qual a visibilidade da Crefisa antes do Palmeiras e qual a atual? Quanto vale o espaço que teve em diversos programas esportivos nos últimos anos? Será que conseguiria esse espaço somente pagando? Mas se é tão bom, por que não fez o investimento antes? Simplesmente porque o Palmeiras estava na segunda divisão, pessimamente administrado, endividado, sem ganhar nada. O que o Palmeiras oferece, hoje, é uma imagem vitoriosa.

 

Flamengo, Corinthians, Palmeiras, e agora, nosso adversário do outro lado da lagoa, estão acertando o maior contrato de patrocínio de sua história e um dos maiores do Brasil. De cara, jogam por terra aquele discurso de que o mercado de BH é menor que SP ou RJ. O mercado da bola é mundial. Mas como conseguiram isso? Construindo uma imagem vencedora. Títulos recentes no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil colocaram o time em evidência. Porém eles souberam se aproveitar disso, mantendo seus ídolos e exaltando suas conquistas – nós até podemos ironizar as faixas espalhadas por todo lado, mas chamou atenção dos investidores.

 

Me ensinaram que sorte é quando a oportunidade se encontra com a competência. O que o Atlético fez quando teve a oportunidade?

 

Os anos de 2013 e 2014 foram marcantes para o Galo. As conquistas da Libertadores e da Copa do Brasil recolocaram o Atlético entre os maiores clubes do continente. Não foi só o resultado, a forma como foi alcançado, marcou a história do Clube. Viradas, pênaltis, emoção… Milagres! Dentro de campo, um grupo repleto de atletas já considerados acabados: Léo Silva, Pierre, Jô, Ronaldinho Gaúcho. Um dos maiores jogadores da história chegou em baixa e renasceu. Até hoje aquelas conquistas ficaram marcadas, não apenas para os Atleticanos, a imagem do Galo chegou ao mundo. O Mago usando o Manto Alvinegro continua presente. O “eu acredito” ainda é entoado em estádios e ginásios em todo o Brasil. Mas o que o Atlético fez com isso? Absolutamente NADA. O quanto valorizou sua imagem? NADA. O quanto transformou essa exposição em recursos, patrocínios, alianças? NADA. O quanto consolidou sua imagem vencedora? NADA.

 

Segundo nosso ex-presidente, “marketing é bola na casinha”. Só esqueceram de avisá-lo que “a bola não entra por acaso”.

 

O Atlético perdeu um momento único em sua história, em que foi conhecido e reconhecido mundialmente. Ainda que voltemos a ter as emoções daquele período, não será mais a 1ª Libertadores ou a 1ª Copa do Brasil. Era o momento de consolidar a imagem vencedora, de grandeza, de buscar novos parceiros estratégicos, de ampliar patrocínios e melhorar contratos de TV. Mas nada disso foi feito. Continuamos trocando de fornecedores de material esportivo e de patrocinadores com a mesma frequência que trocamos de técnicos. Não nos valorizamos. Não capitalizamos. Não rentabilizamos.

 

Perdemos a oportunidade porque faltou competência para compreender que não é só a visibilidade da marca, mas é COMO é construída esta visibilidade. Marcas vencedoras querem se associar a clubes vencedores. Os patrocinadores querem, sim, associar sua imagem a vencedores. E o Atlético perdeu o timing.

 

Agora, enquanto assistimos aos adversários (e nosso vizinho) firmarem contratos de patrocínio com valores 4, 6, 10 vezes maiores que os nossos, vamos continuar colocando a culpa no acaso? Nossos patrocínios são do tamanho e da importância que o próprio Atlético tem se colocado. Estamos nos apequenando quando desconhecemos nossa história vencedora, quando não exaltamos nossos títulos, quando deixamos nossos ídolos saírem desvalorizados, quando transformamos nosso Manto em um abadá, quando nos encolhemos em um estádio minúsculo, quando nos conformamos (e até comemoramos) um medíocre 6º lugar no campeonato. Enquanto os adversários se valorizam, vamos continuar gritando: quer pagar quanto?

 

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Angel Baldo

Mineiro de nascença, Paulista de criação! Fanático pelo Galo e pelo Fala Galo! Apaixonado pela minha família e Deus, o resto é mimimi!

46 comentários em “Quer pagar quanto? – Por Prof: Denilson Rocha

  • 23 de janeiro de 2019 em 08:31
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    Denilson, simples! Se vc for realmente relevante p o público,ele prestará atenção em vc. SAN

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    • 23 de janeiro de 2019 em 10:03
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      Discordo apenas da comparação de patrocínios de times paulistas e cariocas em relação aos mineiros. Ninguém vai investir em time mineiro o que investe nos principais de Rio e São Paulo. Quanto ao rival, quer ver que patrocínio é este, “o maior da história”, só acredito vendo. Minas não tem exposição para competir com times de Rio e São Paulo em valores de patrocínio.

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      • 23 de janeiro de 2019 em 10:11
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        Gilberto, essa é uma das grandes mudanças que precisamos nos adaptar. Deixar de focar no mercado local e promover o Clube como marca global. Os perfis do Galo em inglês e espanhol foram um grande acerto nesse sentido.

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      • 23 de janeiro de 2019 em 13:36
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        Até porque Minas não está produzindo jogadores no futebol profissional a grande parte é importada principalmente de São Paulo.

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      • 23 de janeiro de 2019 em 17:28
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        Boa tarde, caro Gilberto vc está redondamente enganado pois vivemos num mundo globalizado e o que foi dito, apesar de ser duro, é a mais pura verdade. Nosso rival é o único time fora do eixo Rio – São Paulo a conquistar 3 títulos do Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos sendo 2 de maneira consecutiva! Será sorte? 6 títulos de Copa do Brasil? Outra sorte?
        Que nada! Meu primo é cruzeirense e vcs não imaginam como é tratado por conta de ser sócio-torcedor! Tenho amigos no Sul do país e eles rasgam elogios para o cruzeiro enquanto tem ex dirigente que dorme com taça, que fica brincando de twiter etc..
        Infelizmente perdemos o legado que aquele time de 2013 deixou, voltamos a ser zuados e a única defesa que alguns tem é chamar outro time de maria!! Se o patrocinio deles não for essa “Brastemp” toda, mas os caras estão trazendo só reforço de ponta e conseguindo manter um time campeão de 2017. Há, outro detalhe; patrocinador gosta de mídia e isso outro time tem feito! e nós?

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  • 23 de janeiro de 2019 em 08:38
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    Galo estreando bem na temporada, enchendo boa parte da torcida de renovada esperança, semana de clássico e aí na coluna do Galo aparece esse post…que sintonia!!!

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    • 23 de janeiro de 2019 em 08:44
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      Prezado Cláudio,
      Todos torcemos por um Galo forte. Não precisamos esperar a água do rio estar baixa para sabermos das pedras. Abraço.

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      • 23 de janeiro de 2019 em 10:10
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        Prezado Denílson!
        Na verdade, concordo com praticamente tudo o que você disse. Só acho que a diretoria, com as contratações desse ano somado à boa estreia no mineiro, e ainda sendo semana de clássico, não seria o momento apropriado para esse post. Minha opinião, mas como você disse, torcemos por um Galo forte! Abraço.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 08:39
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    Bom dia a todos os atleticanos e atleticanas de todos os matizes!
    Parabéns pelo texto professor. Concordo integralmente. Em discussões passadas, sempre afirmei que um dis problemas do GALO é a administração do clube. Quando comparava com o rival então as coisas ficavam piores. Estamos anos luz atrás dos clubes citados na coluna, inclusive o rival. Futebol é uma empresa que tem de dar lucro, e o lucro vem com títulos. Títulos vem com boas administrações.
    Quando tivermis um clube administrado com menos paixão e mais profissionalismo, teremos resultados.
    Infelizmente, passamos a comemorar sexto lugar em um campeonato que não ganhamos desde 1971.
    Maus uma vez parabéns pela análise lúcida e sem a paixão que tanto nos cega na hora de analisarmos os fatos.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 08:57
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    Vamos la, me diga quanto é o patrocinio do Timeco Azul e quanto é o do GALO. Pelo que sei eles tão falando em fechar com alguma empresa (banco) ja que fala em valores superiores ao do GALO exponha os nºs. Quanto ao Flamengo e Palmeiras, Flamengo tem ainda a caixa que sairá e o Palmeiras a Crefisa esse sim imbatível. Ja que fala em patrocinio vamos falar em dividas também, Minas Arena, FIFA, Credores por todos os lados, montar time sem pagar é fácil, prefiro mil vezes o GALO não ganhando nada por enquanto mas sendo sustentável para o futuro. O time começa o ano até bem e começam os posts dos pseudos. Só sabem criticar. Que desagradável.

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    • 23 de janeiro de 2019 em 09:08
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      E ainda li agora que o patrocinio do GALO com o BMG é o mesmo molde do Corinthians que voce diz ai ser milionário, então quer dizer que o GALO também tem que estar aí nesse bolo ou não? por isso que digo, pseudos só sabem reclamar.

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      • 23 de janeiro de 2019 em 09:32
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        LuGalo
        Mesmos moldes não é, necessariamente, mesmos valores.
        Sinceramente, espero estar errado – e voltarei a esse espaço para me redimir e elogiar. Mais importante é ver o Galo vencedor.

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    • 23 de janeiro de 2019 em 09:10
      Permalink

      Salve massa! bem colocada a crítica Lugalo, o time agora se arrumando, cheio de novidades de contratações, saídas, especulações, o clássico a porta e vem um post destes. E não adianta criticar,porque parece que esta será a tônica deste espaço, ou seja, assunto banais e irrelevantes em detrimento ao que realmente interessa.
      Que saudade do velho guru e seus asseclas!!!

      Té +

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  • 23 de janeiro de 2019 em 09:15
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    Parabéns pelo texto. Realmente esse problema fora do campo é muito preocupante, precisamos discutir mais isso. Ex. material esportivo: Topper, Penalty, Lupo (Não posso usar minha camisa oficial de 2013 está desmanchando ao lavar), não dá mais…. Coloco que uma das causas disso é a falta de mais representantes no conselho, ou seja não existe democracia. O clube é dominado por meia dúzia, hoje sem oposição forte e que tenha condições de assumir o clube. O Galo virou um clube de interesse de poucas pessoas, um brinquedo de um grupinho. Um clube que não está ligando muito para a torcida que tem ou seja torcedor é apenas torcedor. Uma solução, seria mudar o estatuto, e remodelar o programa de sócio, colocando pelo menos uma categoria de sócio com direito a voto nas eleições, trazer a torcida para fazer parte do clube. Quero mais democracia no galo…Saudações.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 09:17
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    O galo carrega uma dívida construída por décadas e isso impede os investimentos. Acho até que tiram leite de pedra. São noventa milhões todo ano só de juro. De qualquer maneira temos que ver os dois lados: o atlético não está parado: iremos iniciar o estádio este ano!! Alguém aqui já imaginou que um dia teríamos um estádio próprio financiado por recursos próprios e facilitado por meio de parcerias com grandes conselheiros proprietários da MRV e BMG? Então, olhando por esse lado, definitivamente não estamos parados! Daqui a três anos o outro lado morrerá de inveja e teremos realmente oportunidade de virar o jogo: o estádio nos dará visibilidade, maior renda e uma autoestima sem tamanho!!!

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    • 23 de janeiro de 2019 em 09:36
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      Ricardo,
      Tem toda razão quanto ao peso das dívidas e não estar parado. Nesse caso, a diretoria merece reconhecimento. Só uma observação, no último balanço, as despesas financeiras (e aí inclui juros de dividas) estiveram próximas de 42 milhões, não 90. O que ainda é muito.
      Abraço.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 09:48
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    Nossa, que texto! Que tapa na cara! Isso deveria ser panfletado em todo jogo do Galo.

    O Marketing NUNCA foi o forte do Galo. Nunca souberam valorizar a marca, os títulos, a história. A Conmebol que deveria ser valorizada não foi por terem caído na pilha de presidente rival. Preocupação em ter um museu mostrando a história, um site mais interativo, programas de sócios mais atraentes, etc. Sem falar que a própria diretoria não respeita a camisa do clube.

    O Galo nunca vai se preocupar com isso. Entra ano e sai ano e o clube fica se prostituindo cada vez mais em trocados.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 09:49
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    Um clube que não ganha títulos, não consegue se firmar como marca vencedora. É simples. Patrocinador quer retorno, quer visibilidade. A visibilidade está intimamente ligada a conquistas. Quem é mais velho e já sofreu com os vários “vices” do Atlético, sente na carne nossa dificuldade em conquistar, em realizar. São administrações apaixonadas, mas com planejamento ruim, incompetentes.
    Será que com o estádio próprio daremos um salto em termos de administração do futebol? Tomara que sim. Difícil é esperar até lá. É pedir muito que comecemos em 2019?

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  • 23 de janeiro de 2019 em 10:12
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    Caros,
    Excelente texto, o melhor em tempos. Evidente, conciso e tocando na ferida…a citação ao rival do lado de lá normalmente provoca calafrios no rabo sujo e preso dos “verdadeiros” sem vergonhas. Só um tolo prá ñ admitir q em 12/13/14/15/16 perdemos sim senhores uma grande oportunidade de estabelecer uma DINASTIA vencedora ganhando títulos em sequência e ñ apenas esporádica. A consequência disso seria óbvia e eventuais má fase ñ nos abalaria…Quem conhece de verdade nosso Galo sabe q nos 70/80, parte dos 90 nosso clube entrava nas competições para VENCER e é por isso q atraiu para o clube milhares de fãs. Embora frustada, havia uma mentalidade de CHEGADA. A administração atual, principalmente na gestão Kalil, tem méritos, plac plac plac ponto. Mas é preciso equilibrar essa obsessão por estádio, por universidade, shopping e categoria de base canhestra prá inglês ver e aliança com empresários desonestos. Precisamos de dirigentes q assumam uma IDEOLOGIA vencedora dentro de campo (time de boa técnica e raçudo SEMPRE), custe o q custar e o qnt antes (o futebol deve/tem q ser pensado em termos de CONQUISTAS)…Kalil/Maluf quiserem isso, investiram pesado e trouxe o técnico certo no momento certo. 7 tem q querer isso, a gestão 7 tem q dar o sangue, vender a alma, PRO BRASILEIRÃO, senão ñ vai passar de mais um medíocre enganador q se deu bem numa fotografia lado de Ziza Guimarães, Afonso Brant e Neliopumoceno
    EU Ñ BATO PALMAS PRÁ MALUCO DANÇAR.
    Obs.: texto todo de excelente categoria poderia ser resumido no último parágrafo. PARABÉNS. Essa é a importância de um Professor, valentia nas ideias e consideração moral com os leitores.
    QUEREMOS O BR19!
    GALO SEMPRE!

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  • 23 de janeiro de 2019 em 10:30
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    Parabéns pelo texto. Realmente esse problema fora do campo é muito preocupante, precisamos discutir mais isso. Ex. material esportivo: Topper, Penalty, Lupo (Não posso usar minha camisa oficial de 2013, vou ter que emoldurar, pois desmancha ao lavar), não dá mais…. Coloco que uma das causas disso é a falta de mais representantes no conselho, ou seja não existe democracia. O clube é dominado por meia dúzia, hoje sem oposição forte e que tenha condições de assumir o clube. O Galo virou um clube de interesse de poucas pessoas, um brinquedo de um grupinho. Um clube que não está ligando muito para a torcida que tem ou seja torcedor é apenas torcedor. Uma solução, seria mudar o estatuto, e remodelar o programa de sócio, colocando pelo menos uma categoria de sócio com direito a voto nas eleições, trazer a torcida para fazer parte do clube. Quero mais democracia no galo…Saudações.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 11:55
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    Bom dia,

    Primeiramente parabéns pelo texto. Toda vez que alguém cita pontos fracos na administração Kalil é logo rechaçado pelos KILILfanáticos.
    Não podemos esquecer que neste período citado acima o nosso Galo esteve por 5 anos como primeiro no ranking da Fifa entre os Brasileiros, devido suas participações seguidas na libertadores, isto tudo realmente se perdeu em pelo menos 80% desta visibilidade.
    Foi falado do Palmeiras e Flamengo, ambos estão onde estão devido a terem passados por situação parecida a que o nosso Galo está passando, construção do seu próprio estádio e austeridade financeira, lembro até que nesta fase o Palmeiras visitou a série B por duas ocasiões, e o Flamengo só não o fez devido aos conchavos com a CBF, a Portuguesa de Desportos quem o diga.
    Olhando por está ótica, vejo que o 2018 foi um ano de grandes avanços e realizações, dentro e fora de campo, muitos devedores e processos judiciais foram equacionados, e com um time medíocre e praticamente sem diretor e sem treinador chegamos ao sexto lugar no Brasileiro.
    E se não fosse o desmanche de junho, talvez teríamos chegado mais longe.
    Quanto ao patrocínio, de acordo com o que li sobre o do Corínthians, será uma parceria com a participação efetiva do torcedor em venda de produtos do BMG, ou seja, conta bancária, títulos, aplicações, financiamentos e tudo aquilo que o banco vende.
    Levando em conta a divulgação que o número do sócio torcedor do Galo atualmente já passou ao Corinthians então temos tudo para darmos maior retorno ao BMG e ao Atlético do que o Corinthians, o que certamente poderia ser levado em consideração e assim ser oferecido quantias iguais as duas equipes, e ainda tem fato do banco BMG ser um desconhecido em São Paulo, moro em SP a 34 anos e não sei aonde encontro uma agência.
    Realmente a diretoria tem que saber que estamos vivendo em outra época, e nesta época não podemos deixar novamente o cavalo passar arreado sem que o peguemos, queremos sempre um galo forte.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 13:08
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    Muito bem dito. Uma pena que nossos mandatarios tenham tal visao. Uma perda incalculavel. Ha os que dizem que o BMG ou MRV seriam os nossos parceiros. Porem, nao vemos a Crefisa estampando qualquer outro uniforme pelo pais afora. De novo, o GALO tem a faca e o queijo nas maos e nao sabe usar o que tem. Que valorize o clube e faca a coisa correta. Afinal, os CEOs dessas empresas sao ate conselheiros atleticanos. Que ao inves de dar esmola, ou traga 17 mexericas, que facam umma contrato decente e sejam realmente parceiros. Saudacoes alvinegras.

    Resposta
  • 23 de janeiro de 2019 em 13:30
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    Boa tarde!

    Concordo em parte com o seu comentário Denilson. A nossa diretoria está muito aquém do tamanho do nosso time. Basta olhar e analisar pelas contratações. Torço para dar certo, mas até agora, somente duas me convenceram, Rever e Igor Rabelo, pois as outras espero ver para ser convencido. Estamos precisando de lateral esquerdo e o Dodô estava dando sopa por aí e porque a nossa diretoria não teve a iniciativa de ir também atrás? O rival tem mais visão e esperteza hoje, foi lá e trouxe o jogador por empréstimo de um ano. Será que a nossa diretoria não anda a par do que está acontecendo, quem está disponível no mercado e pode tentar pelo menos correr atrás? Necessitamos urgente de mais umas três contratações, sendo pelo menos uma de impacto, para ir no aeroporto e comemorar. A libertadores daqui há pouco está batendo na porta e temos que nos reforçar mais ainda, para que depois do leite derramado, não ficar choramingando pelos cantos. Acorda diretoria e tira a bunda do sofá e vamos correr atrás enquanto há tempo! Saudações atleticanas a todos!

    Resposta
  • 23 de janeiro de 2019 em 13:40
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    Parabéns. Texto Perfeito.
    TÍTULOS , isso move qualquer grande time. Temos que exigir.
    NO MÍNIMO DOIS TÍTULOS EM 2019. BRASILEIRÃO É OBRIGAÇÃO. E LIBERTADORES E COPA DO BRASIL TEMOS QUE ENTRAR PARA VENCER. NÃO PODEMOS ABRIR MÃO DE NENHUM TÍTULO.
    LEVIR CULPI SERÁ O COMANDANTE E PRINCIPAL RESPONSÁVEL.
    PREPARO FÍSICO , PEGADA , RAÇA , E OBEDIÊNCIA TÁTICA SERÃO FUNDAMENTAIS , já que não temos craques. Aliás , craques não há no futebol brasileiro , pois já jogam na Europa.
    2019 SERÁ NOSSO.
    EU ACREDITO.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 13:43
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    Concordo com tudo que disse e não quero tapar meus olhos diante do que aconteceu, principalmente pós 2014. Não conseguimos nos impor no cenário nacional e tivemos tudo favorável para fazer um time campeão e não fizemos e não acho que um estádio próprio mudará isso e até hoje não entendo o motivo da nossa categoria de base ser um fiasco e ninguém ter vindo se explicar. Mesmo assim acredito em dias melhores.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 14:09
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    Concordo em parte com voce Denilson, mas também aliado a competencia existe a sorte. O Galo tentou fazer por onde ao contratar grandes estrelas, é que nossa memoria é seletiva e esquecemos rapido. “SE” desse liga e viessem os titulos com eles viriam os patrocinadores fortes, não veio titulos, as estrelas se foram e a Vaipe passou. O vizinho falado, fez o mesmo, mas conseguiu uma copa do Brasil, se não estaria em um desmanche a começar pelo treinador, então não é só competência, é as coisas acontecerem, agora isso passa claro pelo bom investimento. O Galo por exemplo tem nesse jogador Chara o seu maior empreendimento financeiro. Cara, quem viu esse jogador jogar o que foi investido nele? São esses maus investimentos é que refletem no sucesso ou não do clube.

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    • 23 de janeiro de 2019 em 19:17
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      Valeu, Luciano. Gosto muito do livro “A bola não entra por acaso”, de um ex-diretor do Barcelona e atual Manchester City. Vale muito a leitura para ver que tem muito pouco de sorte no futebol atual. Abraço.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 16:35
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    Bom dia GALera! Vejo muitos reclamando de que o momento do post não é o apropriado, mas posso dizer que é interessante tomar esse soco no estômago após a embriaguez da estreia contra o decadente Boa Esporte, recém relegado à terceira divisão. Torno a dizer uma frase que cunhei há mais de dez anos e volta e meia repito e reescrevo nas discussões sobre o Galo: a prova de que somos o maior clube de Minas e um dos quatro maiores do Brasil é o fato de termos uma estrutura que suportou, ao longo de mais de cem anos, tantas gestões amadoras, destrutivas, retrógradas e, sobretudo, imperitas, imprudentes e negligentes – quaisquer outras agremiações já teriam fechado as portas devido a tantas gestões que atentaram contra o patrimônio do Galo; somente a magnitude do Galo foi capaz de suportar a violência de tamanhos ataques administrativos.

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  • 23 de janeiro de 2019 em 22:48
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    Agora perdemos para a Tombense , mas está tudo bem, perdemos tb para o Londrina, a Chapecoense , a Caldense e outras “ense” , talvez o objetivo seja mesmo apequenar, NOSSO GALO. Não é favor ser diretor ou conselheiro do CAM, o torcedor merece gente competente que ame NOSSO GALO.

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  • 24 de janeiro de 2019 em 09:29
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    Bom, se for o Denison Rocha que imagino, fomos vizinhos no São João Batista… Concordo com tudo, mas concordo com dor no coração, igual quando alguém crítica alguém da nossa família, que só a gente pode criticar, o povo da rua não…
    Mas realmente perdemos o timing, só espero não ter que esperar mais 40 anos para ver outro grande título do GALO e um novo “timing” bater na porta, mesmo porque vai ser difícil o coração aguentar mais 40 anos de sofrimento com nosso GALO!!!!
    Um abraço!!!

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