Um recado ao Presidente: Não existe melhor Marketing do que inspirar confiança - FalaGalo

Um recado ao Presidente: Não existe melhor Marketing do que inspirar confiança

 

Max Pereira
Do Fala Galo
07/01/2020 – 06h
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Não é novidade para ninguém que a rejeição ao atual presidente do Atlético no seio da massa, não sem razão, vêm aumentando exponencialmente e atingindo um patamar explosivo.

A entrevista concedida no final do ano passado pelo presidente Sette Câmara à Rádio da Massa tornou-se o tema obrigatório das rodas de bar e de muitos posts nas redes sociais. Para muitos, o que de mais importante rolou nessa entrevista foi a informação de que o Galo já tinha treinador. Para outros, entre os quais me incluo, não.

Não que a contratação de um novo treinador não fosse algo importante. Acontece que a entrevista, infeliz para vários e vários atleticanos, não só fez impulsionar a hasteg #ForaSetteCâmara, como foi bastante elucidativa em relação à forma de pensar e tratar o futebol do mandatário maior do Galo Forte Vingador.

Para muitos a entrevista teria sido apenas uma demonstração cabal da inaptidão do presidente para o cargo que ocupa. Para mim, entretanto, ela mostrou algo mais complexo e que precisa ser explicado com mais profundidade e elementos. Enfim, é preciso ir a fundo e desvelar o que, de fato, está por trás dos problemas que têm  conturbado a vida do Atlético e nos trazido imensas preocupações.

O Atlético vive um paradoxo que, inclusive, já foi tema de um ensaio aqui no Fala Galo: Autocracia x Democracia, o paradoxo Atleticano. Ao mesmo tempo em que dá sinais alvissareiros na direção de uma ainda insipiente profissionalização, circundada por uma legítima e acertada preocupação com a austeridade, com o equilíbrio das contas e com a busca da realização do sonho do estádio próprio, o Atlético ainda se vê preso a um modelo de gestão feudal e ultrapassado, caracterizado por uma brutal falta de transparência e demarcado por uma postura do presidente que, não só lhe traz mais e mais rejeição por parte da torcida, como lhe corrói a credibilidade e corrompe o ambiente interno.

Os momentos positivos que inegavelmente aconteceram ficaram escondidos em razão do grande peso e da exacerbação de sempre dos momentos ruins do clube. O atleticano, sempre com a sua autoestima em baixa, quase sempre só consegue perceber e reverberar os maus momentos, o que o leva, invariavelmente, a menosprezar ou a nem enxergar tudo de bom que por ventura possa ter acontecido.

O trabalho de Chávare na base, ainda incipiente e com problemas explicáveis, a boa performance do time ao longo do primeiro turno do Brasileirão, quando se manteve inicialmente no G4 e depois no G6, o desempenho do ataque atleticano, o terceiro melhor do Brasil nesse 2019, superando até o poderoso e badalado Palmeiras, a contratação de Jair, algumas contratações pontuais para o departamento de futebol e para a base, a formação de uma equipe de transição para o profissional, são, por exemplo, algumas coisas positivas que ocorreram nestes dois primeiros anos do mandato de Sette Câmara que não têm tido a devida repercussão.

A tal austeridade, tão odiada e xingada pela massa, é uma imposição necessária e fundamental para o reequilíbrio das contas, tendo em vista o momento delicado das finanças do clube.

Acontece, porém, que os desacertos e os equívocos do comando, associados a uma comunicação institucional tradicionalmente (intencionalmente?) nula e ineficaz, a uma crônica falta de transparência, a uma recorrente falta de cuidado com a marca Atlético, a uma política de marketing inexistente e a uma vocação cármica para depreciar seus ativos e fazer maus negócios, acabam tornando imperceptíveis quaisquer acertos.

E, como uma simples dança de cadeiras não resolverá os problemas do Atletico, se não vier acompanhada de uma revolução de métodos e conceitos de gestão, é mister conhecer em profundidade o que está acontecendo no clube, o que permitirá proteger, blindar e projetar evolução em tudo aquilo que for positivo e profícuo.

A imagem institucional do Atlético é intencionalmente pobre e ruim. Tanto quanto a comunicação institucional do clube é caquética e omissa. Nada é por acaso ou se deve apenas à incúria dos dirigentes. Não é à toa que o Atlético é um dos clubes mais fechados e menos transparentes do país.

Mal o Brasileirão 2019 chegou ao fim, teve início o período mais chato do futebol: O período das ondas, das “notícias” plantadas, da fabricação de pautas, que, somadas ao frenesi da busca de cliques e de audiência, como do aumento das tiragens de jornais, transformam as redes sociais e a mídia convencional, já normalmente inconsequentes, em uma torre de Babel esquizofrênica, cada qual mais dono da verdade do que o outro, mais apelativo e mais tendencioso.

Mas, em relação ao Atlético, o quem vem sendo “noticiado” e especulado nas redes sociais e na chamada grande imprensa sobre a contratação do novo treinador e, principalmente, em relação à saída e à chegada de jogadores, já ultrapassou todos os limites do aceitável, do tolerável, do minimamente razoável.

Algumas “propostas” por jogadores do Atlético, plantadas aqui e ali, são tão risíveis ou surreais que, caso a diretoria as aceitasse seria motivo de intervenção. Como a comunicação institucional do clube inexiste e a direção do Atlético não inspira confiança, qualquer “notícia” frutifica, ganha asas e leva a torcida à loucura. Oferecer jogador e desvalorizar ativo do jeito que vem sendo plantado aqui e ali é uma afronta à inteligência do mais mediano dos observadores.

Tem “notícias” que claramente soam como aquelas táticas surradas e manjadas, utilizadas por dirigentes atleticanos ao longo dos anos: plantar “notas” para testar a torcida quanto a determinados negócios temerários (Cleiton) e para normalizar as saídas de jogadores estupidamente rejeitados (Cazares). Em meio a profissionais sérios, infelizmente sempre tem alguém que se presta a fazer esse papel. E, também, sempre tem torcedor que entra na onda.

Mas, nunca é demais alertar: muito cuidado com o que é dito e repercutido nas redes sociais e na própria imprensa convencional.  Não acreditem em tudo o que é dito e publicado por aí, o que não significa, porém, que não devamos exercer extrema vigilância sobre tudo o que acontece com o clube.

É bom lembrar que o Atlético sempre se notabilizou por ser um mau negociante, comprando mal e vendendo pior, que seus negócios sempre vazaram e que o clube sempre pagou caro por isso.  E, como não podia ser diferente, a desconfiança da torcida é total.

Assim e, não sem razão, um sinal de alerta está soando forte nas mentes e nos corações atleticanos: é preciso reagir e inibir qualquer negócio que se inspire, seja no ódio e na intolerância que têm demarcado o comportamento de parte significativa da torcida, seja no mercantilismo temerário que tem caracterizado as transações alvinegras ao longo dos tempos, quase sempre premidas pelas dívidas crescentes e pela pressão dos credores, e que possa trazer prejuízos de toda ordem ao clube.

E, quando mais se espera do presidente, ele vem e põe gasolina no fogo.

Nenhum dirigente minimamente preparado pode se referir publicamente a qualquer de seus comandados  da forma que o presidente atleticano o fez na sua última entrevista de 2019 em relação a Cazares e a Lucas Hernández. Um erro grosseiro, certamente fruto da emoção, que não pode mais se repetir.

Mas não é só isso. A ideia lançada ao ar de, em um futuro próximo, transferir a sede administrativa do clube, de Lourdes para a Arena MRV, de modo a disponibilizar mais um patrimônio do Atlético para venda, escancarou, no entender de muitos, uma visão mercantilista rasa de priorizar o se desfazer de ativos em detrimento da diversificação, da maximização e do incremento de receitas.

O amadorismo e o primarismo que se depreende da fala do presidente inspira mais cuidados ainda se lembrarmos de algumas situações fáticas, reais, porém não plenamente esclarecidas, vez que, nem ele e nem a comunicação institucional do Atlético nunca se aprofundaram em relação a elas até agora.

A propalada venda do restante do Shopping do Atlético, por exemplo, que segundo alguns tem tudo a ver com a contratação da Ernst Young (ou vice-versa?), merece de toda a torcida muita atenção e vigilância.

É fundamental que seja exigida uma avaliação de viabilidade do negócio, com análise de prognóstico de receita futura em caso de não realização da venda, custo/benefício, valor real de mercado, análise de oportunidade, do retorno do negócio e da relação resultado imediato X resultado ao fim do atual contrato com a administradora do Shopping

E o que você, presidente e, o próprio Atlético, teriam a dizer sobre essa anunciada venda do Shopping e também em relação às questões enumeradas abaixo?

– Parceria com a Ernst Young (consultoria), cujos termos e limites estão guardados a sete chaves.

– Arena MRV: valor final da obra, agregados, custos excepcionais e eventuais; custo operacional, valor mínimo do ticket para a viabilização do estádio, receitas adicionais, adendos, obrigações, etc..

– Orçamento p/ 2020: incongruências, aumento do passivo, queda de receitas, sócio torcedor (desafios e metas), vendas de jogadores (meta alta e arriscada), etc..

– Trabalho de Chávare na base e projeto para o futebol, com a chegada do novo treinador.

– Clube-empresa: riscos, ameaças, avaliação criteriosa dos prós e dos contra, análise de oportunidade e, havendo alterações na legislação que viabilizem essa transformação, estudos e definição, se for o caso, do modelo ideal para o clube, etc..

Muito se tem dito sobre a queda traumática do Cruzeiro e dos riscos do Atlético seguir a mesma rota da insolvência. Hoje, uma das vantagens do Atlético em relação ao rival é ter o patrimônio líquido positivo, ou seja, o seu passivo é inferior ao seu patrimônio.

Se considerarmos também que o Atlético, ao contrário do rival, está com o Profut em dia e tem a sua dívida bancária taxada pela Taxa Selic, i.e., ao ano, e não ao mês, não é difícil intuir que o Glorioso ainda possui condições favoráveis para administrar a sua delicada situação e ainda fazer uma engenharia financeira inteligente que lhe permita, sem riscos incontroláveis e inconsequentes, administrar o seu passivo, montar um time minimamente competitivo e, principalmente planejar o seu futuro de médio a longo prazo.

Assim, se desfazer de ativos pura e simplesmente pode ser, dentro de algum tempo um tiro no pé.

Ou seja, o Atlético, embora viva um momento que traz muitas preocupações e contenha riscos reais de um desastre de proporções incalculáveis, ainda pode investir em um leque de ações emergenciais que lhe permitiriam fazer frente às demandas inevitáveis do futebol, gerir de forma responsável o seu imenso passivo e projetar o seu futuro.

E não bastasse a complexidade e a importância dessas questões, o sucesso da gestão atual em 2020 dependerá fundamentalmente da saúde da relação clube/torcida. Se continuar mal, o comprometimento dos resultados em 2020 será inevitável. 

Questões atinentes à massa atleticana como formas de cobranças, inclusão, participação, representatividade, etc., já estão se impondo em qualquer programa de governança de um clube de futebol faz tempo e não há mais como ignora-las.

Um recado ao presidente: não se furte ao diálogo, discuta as propostas de movimentos como o Renova Galo, ouça as críticas de coração aberto e verá que muita gente estará absolutamente disponível para escuta-lo e apoiá-lo naquilo que se entender que é bom e interessante para o Atlético.

Se quiser terminar bem o seu mandato, presidente, é preciso vencer essa rejeição que já está chegando a limites perigosos. É preciso aprender a conversar a língua do torcedor. É preciso abrir e democratizar o clube, a torná-lo transparente. É preciso entender que jogando com a torcida, presidente, você também vencerá o vento.

O senhor, presidente, disse com todas as letras que as coisas no Atlético são diferentes daquelas que jogaram o rival no fundo do poço. É preciso provar isso na prática. Não basta o discurso. Sua credibilidade está em cheque e, a bem do mundo atleticano, algo precisa ser feito em relação a isso.

Mas, atenção, é preciso saber, entender e não temer o direito do torcedor de apontar e criticar tudo aquilo que ele entender temerário ou ruim na sua gestão.

Se de um lado, é preciso que o presidente Sette Câmara entenda que a Comunicação Institucional do clube deva ser radicalmente reformulada, permitindo ao torcedor conhecer com exatidão tudo o que está acontecendo no clube, de outro, é fundamental ao atleticano também fazer a sua parte, se disponibilizando ao diálogo franco, porém respeitoso, sempre alicerçando cada uma de suas críticas e cobranças.

Acima perguntei ao presidente o que ele e o clube teriam a dizer sobre as questões retro tratadas. Agora, seguindo o princípio matemático da relação biunívoca, pergunto a vc torcedor: o que vc sabe e como vc poderia cobrar, sugerir e ajudar o clube em relação a cada uma destas questões?

Enfim, nem bem o ano novo nasceu, o Atlético, além de fazer o anúncio oficial da contratação de Rafael Dudamel, comunicou que uma reformulação no departamento de Marketing do clube estaria em curso. Faça para valer essa reformulação, presidente. Não existe melhor Marketing do que inspirar confiança.

19 comentários em “Um recado ao Presidente: Não existe melhor Marketing do que inspirar confiança

  • 7 de janeiro de 2020 em 09:24
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    Não sou fan do presidente, pois a sua falta de conhecimento deixou pessoas inescrupulosas e aproveitadoras enfiar JOGADORES caríssimos com contratos de 5 anos e ganhar dinheiro no meu ?.
    Ele achou que sabia e se deu mal.
    Queria apenas se promover para seguir os passos do Kalil que nasceu no futebol.
    Mas o Sete se deu mal, desagradou cregos e Troianos.
    Mas um pergunta fica e o resto da diretoria que não põe a cara pra bater.
    Tudo bando de Maria vai com as outras.
    Fora todo mundo são só aproveitadores tbm.
    Vão ferrar com o Galo, XO cambada e leva o Sete junto.

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  • 7 de janeiro de 2020 em 10:54
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    O Atlético precisa se preocupar com austeridade sim, e não tem nada a ver com o que aconteceu com Cruzeiro (embora seja um alerta).

    As demonstrações financeiras do Atlético não são boas, há muitos e muitos anos. O clube tem uma dívida líquida alta e praticamente depende de bancos para sobreviver, o que é um péssimo negócio.
    Se o Sette Câmara for um bom gestor, ele vai se lembrar que há duas alternativas para sanear isso: (i) revelar e vender jogadores; (ii) utilizar o Diamond Mall como alternativa secundária.

    Nos últimos anos, o Presidente apenas “trocou” dívidas. Aumentou empréstimos bancários para pagar dívidas esportivas.

    Hoje a Selic está baixa e a dívida do Atlético se torna menos pesada. Veremos se com Dudamel o Atlético terá a capacidade de lançar e desenvolver bons nomes da base para uma venda dentro desse exercício social que ajude o Atlético a, literalmente, utilizar a grana não apenas para pagar despesas recorrentes, mas para reduzir o percentual da dívida bancária, que come o orçamento do clube ano a ano e não deixa alternativa para investimento e para a montagem de um time mais forte.

    O clube precisa revelar, vender e aplicar o produto na venda na redução da dívida bancária. URGENTE. Se a Selic voltar a outros patamares de outrora, a dívida bancária do Atlético (que já é muito difícil de pagar) se tornará impagável e teremos o risco de nos tornar um futuro Cruzeiro.
    Não adianta pagar apenas juros, tem que amortizar o principal.

    A venda do restante Diamond Mall pode sim ser uma solução definitiva desde que o produto da venda seja o suficiente para quitar toda (ou quase toda) dívida do clube. Pelo menos aquela que sufoca o clube e não permite investimentos. Mas ela precisa ser acompanhada de uma reforma no estatuto social que imponha limites para novo endividamento, responsabilização do gestor que descumprir esses limites em seu mandato e a obrigação de quitar determinadas dívidas dentro de um exercício corrente, quando houver um novo endividamento. Enfim, o Presidente tem que pegar o clube com uma dívida “x” e devolver com “x” ou “x-y” para não ser responsabilizado.

    O contrato de arrendamento do Diamond Mall foi aumentado em mais 04 anos quando da venda dos 50% que permitiram implementar o projeto do estádio. Antes, se encerraria em 2026, agora, somente em 2030 (com isso, o galo manteve os 15% que recebe atualmente, já que, pela lógica, ele seria reduzido a 7,5% após a venda). O Diamond gera em média, em anos ruins, 40MM de lucro líquido e em anos bons, 50 a 55MM. Desse percentual, após 2030, metade seria do Atlético, o que equivale a um programa de sócio torcedor (teríamos a receita de 2, no caso, ano a ano).

    Mas conseguimos reduzir a dívida até lá? Só há uma alternativa para isso: vender, vender e vender, e reduzir o principal das dívidas. Somente assim o clube se viabiliza. E essa esperança resta nos ombros do Júnior Chávare, do Técnico e do Presidente.

    O Sette Câmara é um bom negociador. Mas ele precisa de bons ativos.

    Quanto à vender a sede, não acredito que faça tanta diferença, mas se pudermos aproveitar o estádio e reduzir custos, ótimo. Se não vender, que alugue aquele espaço e gere uma receita (pequena) mas que certamente auxiliará o clube na manutenção de despesas básicas sem comer ajudar a comer o orçamento do futebol.

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  • 7 de janeiro de 2020 em 11:03
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    Bom dia!
    Gostaria de deixar bem claro quanto a matéria a minha discordância, mais respeitando sempre a sua opinião apaixonada.
    Eu apoio o presidente Sérgio Sette Câmara e por muitas vezes me coloco no lugar dele.
    Homem bem sucedido na profissão se propor ajudar um clube de futebol, onde a maioria das pessoas não Intendi de gestão profissional, quando quem trabalha com isso sabe que ele está correto.
    Tudo bem que administradores nem sempre intendi de futebol e erra bastante nas contratações. Podemos compararem com o eis presidente do Flamengo que hoje é aclamado no Maracanã lotado, mais no início dos trabalhos era massacrado e também errou bastante nas contratações.
    Porque gestores profissionais nem sempre são conhecedores de futebol ou tem visão para consegui sucesso nós dois ao mesmo tempo.
    Mais o Sérgio é inteligente e tratou de montar um grupo com capacidade de montar um grande time a longo prazo e eu como bom atleticano e apaixonado que sou pelo galo, espero ter saúde para comemorar em um futuro breve todas as colhetas que estão sendo plantadas.
    Força presidente; Não se deixe levar pelas críticas e fique firme no seu projeto.
    Sou totalmente a favor de vender o resto shoping para sanar todas as dívidas.
    Foi necessário fazer o que o Kalil fez, porque precisavamos ganhar algo de expressão, sabemos que se continuasse com a gastança iríamos falir.
    O presidente está pagando dívidas passadas, no pior momento do país ou seja menos arrecadações e torcida ainda quer super time.
    E o pior de tudo a inrresponsabilidades de outros presidentes de clubes, pagando salários astronômicos e totalmente fora da realidade do futebol brasileiro salve-se o Flamengo e Athético paranaense porque o restante sofrerá às consequências.
    Imaginem se o galo não fizer isso agora? Como conseguirá competir com o eixo Rio São Paulo com a rede globo colocando milhões e milhões há mais que os outros. Ou o próprio furacão que é dos mais bem estruturados times deste país e em um crescimento espantoso.
    Agora para finalizar vamos ao galo sem dúvidas e com um faturamento maior onde todo o dinheiro poderá ser investido em contratações e salários de jogadores.
    Teremos grandes times e competiremos de igual pra igual.
    Com estádio próprio!
    Com melhor centro de treinamento do País.
    Aelson Costa um torcedor do galo e solidário com o presidente.
    Esse é o meu ponto de vista, mais respeito todas as opiniões, afinal vivemos em uma democracia apesar de não acreditar que o Brasil é democrático.

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  • 7 de janeiro de 2020 em 11:14
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    Esse jornalista do fala galo , é péssimo , num fala coisa com coisa , é é contra qualquer presidente que entrar no galo , para com isso de colocar a massa contra o presidente

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  • 7 de janeiro de 2020 em 12:01
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    concordo com o Marcos:estâo batendo no presidente-com razâo- mas estâo aliviando ou esquecendo o bando de sanguessugas que o rodeiam.este marques entâo è o pior deles!

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  • 7 de janeiro de 2020 em 12:10
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    Bom dia !

    E continuamos nossa saga de perder disputa por jogadores até para o QUEBRADOREMI ! Do Florminense !!!! O Diretor de bost…… que arrumamos meu Deus ! O cara é muito ruim só faz merda ! Não consegue ganhar uma disputa no papo 3 milhões euros a vista o bosta não consegue ainda !!! O problema não é dinheiro é competência ! Os investidores ajudando o Galo e o merda do Rui Bosta. Não ganha uma !!!

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  • 7 de janeiro de 2020 em 12:23
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    O Galo não é F1 e muio menos OAB, onde ele deveria atuar….. O conselho só serve para ir as festinhas, nada mais, não serve pra nada… Pior presidente da história….

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  • 7 de janeiro de 2020 em 12:25
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    Marcos e Rogério,
    O modelo de gestão vigente hoje no Atlético é presidencialista. Respeito profundamente a opinião de vcs e, mesmo concordando com a ideia da profissionalização do clube, ou seja, com a investidura de profissionais competentes em posições chave da estrutura da agremiação, o que vem ao encontro, por exemplo, das ideias defendidas pelo Renova Galo, movimento do qual sou um dos fundadores e articuladores, entendo respeitosamente que esta rejeição crescente a ex-jogadores do clube que lá estão prestando serviços, assim como a intolerância e o ódio que certos segmentos da torcida costumeiramente têm votado em relação a determinados jogadores ao longo dos tempos, como Cazares, Chará, Elias, R. Carioca, F. Santos, M. Rocha e muitos outros, apenas tem o condão de desviar a cobrança do que deveria ser o foco principal: o modelo de gestão.
    A partir da definição e implementação de um estatuto moderno, democrático e ágil, estaria dado o primeiro passo para o surgimento do clube dos nossos sonhos.
    Muito obrigado pelos comentários e um grande abraço.

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  • 7 de janeiro de 2020 em 12:33
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    Bom dia amigos do Halo. “Reviravolta: Fluminense avança em negociação e fica perto de fechar com Allan, alvo do Atlético
    Liverpool já enviou documentos da transação para o clube carioca”.
    Não é possível que o presidente Serra não enxergue que NOSSO GALO precisa URGENTEMENTE de um DIRETOR DE FUTEBOL . Acorda Presidente estão a cada dia apequenando NOSSO GALO. SOCORRO CONSELHEIROS!!!!!!

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  • 7 de janeiro de 2020 em 14:23
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    A DIRETORIA ATLETICANA NÃO SABE COMPRAR E NEM VENDER.
    VENDE PÉSSIMO E COMPRA PIOR AINDA. TANTO JOGADORES COMO PATRIMÔNIO.
    VENDER 50,1% DO SHOPPING , QUE OCUPA UM QUARTEIRÃO INTEIRO , NO METRO QUADRADO MAIS CARO DE MINAS E UM DOS MAIS CAROS DO BRASIL , POR 250 MILHÕES É UM PÉSSIMO NEGÓCIO OU QUASE UMA LOUCURA.
    VENDER UM SHOPPING DE LUXO E O DINHEIRO NÃO DÁ NEM PARA CONSTRUIR UM ESTÁDIO EM UM TERRENO BARATO NAS PERIFERIAS DE B.H. É UMA INCOMPETÊNCIA GRANDE IRRESPONSABILIDADE , E DESLEIXO COM O PATRIMÔNIO DO CLUBE.
    SETTE CÂMARA TAMBÉM FALHOU AO SE CERCAR DE PSEUDO DIRETORES DE FUTEBOL IMCOMPETENTES E INESCRUPULOSOS.
    PORTANTO MUITA COISA PRECISA MUDAR DO ATLÉTICO , PARA EM UM FUTURO PRÓXIMO NÃO CAIRMOS NA MESMA SITUAÇÃO DO CRUZEIRO.

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  • 7 de janeiro de 2020 em 15:02
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    Fora Rui Costa de merda!!!!

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  • 7 de janeiro de 2020 em 16:07
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    Só existe uma pessoa que entende menos de futebol que o 7C, trata-se do Sr. Rui Costa; esse sujeito é horrivel!! Gostaria de ver os dois conversando sobre futebol, deve ser uma asneira só.
    SAN

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    • 7 de janeiro de 2020 em 23:48
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      Belo texto, representa muito o que penso e sinto sobre o Galo.

      Resposta
  • 7 de janeiro de 2020 em 16:17
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    boa tarde massa. nota 100 para seu comentário blogueiro. nota 0 para esta diretoria amadora que quase afundou o galo na lamba em 2019.para mim 7 câmera é um dos piores presidente da história do galo. erros uns atrás do outros o último por este péssimo Rui Costa no camando do galo. este péssimo diretor de futebol só leva toco e último pode ser o volante que é do Liverpool e o fluminenc está praticamente fechado com jogador.daqui a pouco aparece ai uns refugos de série c que diretor de várzea contrata. falta 14 dias para começar o rural e nem jogadores temos.vaza do nosso gala bandos de incompetentes. aff

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  • 7 de janeiro de 2020 em 17:31
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    Esse desgraçado só inspira desconfiança, o que alguém ganha contratando a peso de OURO, péssimos jogadores com salários autos e contratos longos????

    Resposta
  • 8 de janeiro de 2020 em 11:11
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    Vc e o atleticano mais chato que conheço; negativ i sta ao ectremo, deboc h ado critico voraz, textos enormesssssss, nao chego nem ao meio deles. 2020 promete…. que tal se candidatar à presidencia e por em pratica todas essas suas maravilhosas “soluções “… acha que é facil? Vai lá, bota o pandeiro na cadeira e toca a orquestra.

    Resposta
    • 9 de janeiro de 2020 em 20:54
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      Prezada Suzana, em que pese sua agressividade, agradeço o seu feedback. Talvez tenha incomodado vc do jeito que eu não queria mas, não deixa de ser um alerta e um aprendizado para mim.
      Com certeza o que vc chama de negativismo e debochado é o viés de meus artigos que mostra um Atlético bem diferente daquele que vc gostaria que fosse a realidade do clube.
      E, a bem da verdade e da justiça, mesmo porque não sou daqueles que perde tempo fazendo às bruxas, reconheço que esse início de 2020 tem sido promissor, não obstante o Glorioso ainda estar muito longe da bonança e domsucesso que todos sonhamos para ele.
      Muito obrigado e um grande abraço.

      Resposta
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