Um mau vendedor por excelência! Sina? Carma? DNA? Incompetência congênita? - FalaGalo

Um mau vendedor por excelência! Sina? Carma? DNA? Incompetência congênita?

 

 

 

Max Pereira
28/01/2020 – 06h
Clique e siga nosso Instagram
Clique e siga nosso Twitter
Clique e siga nosso YouTube

Clique e siga nosso Facebook

“AS OPINIÕES QUE CONSTAM NO TEXTO, SÃO DO ATLETICANO MAX PEREIRA E NÃO DO FALA GALO.”

Os tempos de hoje tem tornado cada vez mais complicado e difícil o trato com o diferente e com as frustrações de toda ordem. Aqui e ali, o que se vê, em número cada vez maior, são pessoas que, levadas pela fúria das paixões e pelo binômio ódio/intolerância, se mostram cada vez mais incapazes de ver as coisas com parcimônia, racionalidade e, principalmente, com humanidade. Crise civilizatória? E no futebol, por óbvio, não é diferente.

Nesse contexto e, em um ambiente de absoluta falta de transparência, caracterizado por uma comunicação institucional falha, os atos e decisões dos dirigentes atleticanos quase sempre são mal percebidos pela torcida.

O pouco que é possível conhecer e saber, porém, é também, com frequência indesejável, bastante criticável, seja porque não se dispõe de informações claras e suficientes, seja porque são de fato tomadas de decisão temerárias.

O aproveitamento de ex-atletas em funções várias no clube, por exemplo, é geralmente mal recebido pela torcida que atribui o fato à existência de um cabide nefasto de empregos no Atlético.

A verdade é que a torcida do Galo nunca se acostumou com ex-atletas se aposentando e passando a exercer novas funções no clube.

Nem mesmo ídolos consagrados e inquestionáveis são bem vistos e aceitos se continuam no clube seja em que função for, independentemente do que estejam entregando nessa nova etapa, mesmo porque muitos “críticos” pouco ou nada sabem sobre o que de fato acontece e é feito dentro do clube. Apenas despejam seus maus humores.

Questões culturais e sociológicas estão na raiz dessa reação adversa de grande parte da torcida. Muito diferente do que acontece no velho continente, onde essa prática é recorrente e, via de regra, muito bem sucedida

Historicamente o Atlético sempre foi um mau negociante e um paraíso para os agentes/empresários e para os clubes interessados em seus jogadores. Sina? Carma? Incompetência congênita? Seja o que for, infelizmente o ódio da massa sempre alimentou essa trágica tradição. E aqui chegamos ao cerne desse artigo.

A torcida do Atlético tem sido cada vez mais o pior adversário do próprio clube. A passionalidade, a irracionalidade e a irreflexão, somadas a um complexo de vira latas monstruoso, são a marca registrada de parcela significativa da massa. A diretoria agradece e faz “merda”. Não é o que reza a lenda?

De modo geral, o atleticano vem reagindo, ao longo dos tempos, em relação aos negócios do clube, de modo absolutamente esquizofrênico. Se a diretoria busca realizar uma contratação de peso o torcedor diz que o clube vai falir e, se o Atlético não busca este tipo de reforço, diz que diretoria é medíocre e tem que tem que repensar a sua estratégia.

Vez ou outra, alguma voz lúcida lembra nas redes sociais que o Atlético “sempre fez o contrário do ideal, que seria não vazar nada antes (nenhuma informação) e ser transparente depois (todas as informações)”.

Nada contra realizar contratações em parceria com investidores, desde que não sejam negócios leoninos para o clube e que, as chamadas cláusulas de confidencialidade não resultem em surpresas desagradáveis.

Por outro lado, sempre que uma venda é confirmada uma pergunta recorrente é repetida onde quer que o assunto seja tratado: qual seria a parte que cabe ao clube?

É que repartir direitos econômicos de seus principais atletas sempre foi um caminho percorrido por vários clubes brasileiros, o que só levou, a quem nele investiu, a mergulhar em crises infinitas e ao caos financeiro, técnico e moral.

Olhem os últimos negócios, os primeiros dessa temporada. O Galo diz que recebeu 9 milhões de reais pelo Alerrandro e que, se as saídas anunciadas se concretizarem, o clube, em princípio, irá receber mais ou menos 20 milhões pelo Cleiton e 12 pelo Cazares. Mas, será isso mesmo?

E se forem mesmo esses valores teriam sido bons negócios? Acredito que não.

De outro lado, o Atlhetico Paranaense negociou o jovem volante Bruno Guimarães por algo que pode chegar a 110 milhões de reais.

O que estaria na raiz dessa brutal diferença? Lá, uma espiral de valorização e de bons negócios. Aqui, ocorre sistematicamente o contrário.

O caso Cazares é emblemático e se tornou um excelente “case” de como não se deve tratar nenhum profissional e, tampouco, colocá-lo no mercado de forma tão leviana e temerária.

E pasmem: vários são os “gênios” que ainda aplaudem a diretoria do Atlético daqui. Aqueles mesmos que, ao longo dos tempos, vêm avalizando esses péssimos negócios e que e só sabem chamar jogador de vagabundo.

Não bastaram as infelizes declarações públicas de dirigentes afirmando que o craque equatoriano só joga quando quer. A última pérola, agora proferida pelo novo treinador, dá conta de que Cazares não está mais com a cabeça no clube e quer sair.

Surge então, em uma “coincidência” surreal: um clube árabe interessado no jogador.

As últimas notícias, entretanto, indicam que, no tradicional jogo de propostas e contrapropostas, o Al-Ain se recusa a pagar os 3 milhões de euros (R$ 13,8 mi) que teriam sido pedidos pelo Atlético e mantém a oferta de US$ 2,8 milhões (R$ 11,6 mi) por Cazares.

Uma notinha ardilmente plantada em um veículo do eixo Rio-São Paulo, traz a “notícia” de que os árabes estariam apostando no desejo do jogador de se transferir, conforme revelado por Rafael Dudamel, para acertar a negociação nos próximos dias. Uma troca nada sútil de recados.

A estratégia traçada pelo Al-Ain para tirar o meia atacante do Atlético seria a seguinte: Cazares pode assinar pré-contrato em julho e, assim, o clube árabe esperaria a data e faria nova oferta para levá-lo em 2021, sinalizando usar os US$ 2,8 milhões, valor da proposta até então recusada pelo Atlético, para pagar as luvas ao atleta.

Na verdade, essa “matéria” visa normalizar a saída imediata de Cazares pela oferta irrisória dos árabes, sob o argumento fajuto de que, caso o negócio não se efetivasse agora, ele fatalmente sairá ao final da temporada de graça. E, ainda que Cazares saísse pelos valores pedidos pelo Atlético, seria um péssimo negócio.

Se o Atlético vai resistir a esse “canto da sereia” e aprender, de vez, a se impor ao mercado ou se vai sucumbir às “pressões” dos árabes e se submeter às “vontades” do jogador, efetivando tal negócio, quem viver verá. Particularmente, acho a segunda hipótese mais factível.

E não é que aos poucos uma hasteg vem crescendo e se transformando em uma onda incontrolável? #FicaCazares. Aleluia aos torcedores de boa vontade e amantes do talento.

Mesmo acreditando ser aconselhável e possível não se desfazer do jogador, renovar seu vínculo, permitir a Dudamel explorar o seu potencial e valorizá-lo, eu não aposto nessa possibilidade.

O que me parece claro é que os negócios do Atlético não podem mais ser balizados pelo ódio e pela intolerância de quem quer que seja e, nem tampouco, continuar a correr ao sabor das notinhas plantadas, de pressões de credores e de interesses de empresários. E, claro, dos clubes interessados nos tais negócios.

Até quando o torcedor atleticano vai permitir que suas idiossincrasias sejam exploradas para normalizar negócios temerários do clube?

Em todas as fotos recentes, Cazares vem mostrando uma tristeza profunda. Natural para quem é xingado, maltratado e atacado cruelmente. Para quem tem sido vítima de uma crueldade sem limites e de uma intolerância por parte da torcida e da própria diretoria que não tem poupado críticas públicas ao craque, querer sair nessa condição é até natural. E ser atacado por isso é mais uma brutal covardia.

Se Cazares, por meio de mil e uma bocas que não são dele, tem dito e feito muitas coisas, prefiro acreditar que aquele craque, que tem treinado com afinco e que tem sido elogiado por Dudamel, que nunca escondeu que quer contar com ele, ainda pode trazer muitas alegrias para mim e para milhões de atleticanos espalhadas pelo planeta.

Aqui, é preciso lembrar que um grande desafio está a se impor ao comando atleticano. Um desafio que exige planejamento, estratégia, criatividade e engenharia financeira. É sabido e ressabido que o clube acumula uma dívida significativa, preocupante e crescente, ao mesmo tempo em que a receita cai.

A atual crise econômica e política que assola o país e a própria situação financeira do Atlético, reconhecidamente delicada, não podem, entretanto, servir de desculpa para a concretização dos negócios ventilados, como sempre ruins em relação aos valores anunciados e péssimos quanto a inoportunidade da saída de determinados atletas e da chegada de outros.

Essa diretoria entraria para a história do clube e seria carregada nos braços pela torcida se buscasse romper de vez com essa sina de mau negociante. A porteira dos negócios temerários, a bem do clube e dos profissionais envolvidos, deve ser fechada para sempre.

Em seu Twitter, o atleticano Roberto Gallo faz uma pergunta que não pode ficar sem resposta: “Alguém consegue compreender o motivo que leva o clube mais empresa do Brasil (Red Bull), que visa resultados econômicos acima dos desportivos, ter o Galo como principal alvo em sua primeira janela de Série A aqui no Brasil?”

Alguém duvida que essa vocação cármica de mau vendedor, que marca a história atleticana, é a resposta para essa pergunta?

DNA? Sina? Carma? Incompetência congênita?

Nas terras encharcadas dos cursos d’Agua invisíveis, dos rios que, ora se formam, ora transbordam e dos céus que choram copiosamente, tem gente se chafurdando na lama em todos os sentidos.

Será esse também o futuro do Atlético, cujos negócios quase sempre são desconhecidos, muitas vezes misteriosos e inacessíveis aos olhos de seu torcedor?

14 comentários em “Um mau vendedor por excelência! Sina? Carma? DNA? Incompetência congênita?

  • 28 de janeiro de 2020 em 10:00
    Permalink

    MICHAEL.
    MAÍLTON.
    ÍGOR RABELO.
    GABRIEL.
    ARANA.
    JAIR.
    ALLAN.
    CAZARES.
    MARQUINHOS.
    RAFAEL BUSTOS.
    SAVARINO.
    ESSE É O TIMAÇO QUE VAI LOTAR O MINEIRÃO EM TODOS OS JOGOS.
    QUE VENHAM O
    BRASILEIRÃO.
    COPA DO BRASIL
    SULAMERICANA.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 10:01
    Permalink

    Não vejo o caso Cazares de mal venda não. O cara vai ter passe livre no fim do ano. O jogador do Paranaense é claro ta sendo vendido ou oferecido por 110 milhões porque ele é jovem e joga muito, ai não é uma questão de vender bem ou mal é vender o que se tem. Alerrandro, molerão deu sorte de vender é um outro André que o Gremio ta garrado com ele. O Cleyton nem jogou o suficiente pra dizer que é um grande goleiro, ou seja, não pra querer mais do que vale. A verdade é que o Galo ha um bom tempo não tem jogador que valha uma fortuna. Nós estamos com muito jogador…zinho…é Bruninho, Edinho, Marquinhos….esse ultimo até ponho fé. Mas a verdade é que não pra forçar a barra, tanto que voce não viu nenhum clube de primeira grandeza se interessar pelo Cazares a ponto de pagar uma grana alta, consequencia do historico instavel do camarada.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 10:10
    Permalink

    “A torcida do Atlético tem sido cada vez mais o pior adversário do próprio clube”.
    Concordo em gênero, número e grau com sua frase postada acima. Inclua-se ai, além das negociações ruins, a intolerência com jogadores e a troca constante de treinadores. Creio que o Galo seja um dos clubes com mais troca de treinadores nos ultimos 6 anos. Uma frigideira de técnicos. Claro, que com a conivência de dirigentes fracos e amadores, que cedem à primeira pressão da torcida. A saída do Aguirre, do Roger Machado foram uma vergonha.
    Vamos ver até onde a torcida vai deixar o Dudamel trabalhar. Ainda bem que não temos Libertadores, pois ele não duraria muito sendo eliminado precocemente. À ver se passa do mineiro e da Copa do Brasil.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 10:12
    Permalink

    É brincadeira
    O cara enche a cara
    Comete inúmeros atos de indisciplina
    Não se incomoda com a reserva
    Nunca foi decisivo
    E a culpa de não se valorizar é da torcida

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 10:30
    Permalink

    Posts aqui estão ficando cada vez melhores….bem engraçados pra falar a verdade. Comparações sem pé nem cabeça, teorias de conspiração….a torcida colocada como um problema…Parece que vcs estão mergulhados em outro mundo, um mundo em que vcs mesmos constroem com as narrativas…Mas está até bom de ler…engraçado. Um pouco mais de razão e pé no chão moçada. Saudações.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 10:42
    Permalink

    Boa matéria. 12 milhões é muito pouco para vender o Cazares. Querendo ou não, o cara quando tá bem ganha jogo. E o time do galo vai sentir muita falta de um armador, sobretudo pela opção de jogar com Zé Wellison como cabeça de área clássico, que sequer passa do meio de campo (teríamos assim um jogador a menos para participar das jogadas ofensivas). Acho pouco contar com Jair e Alan na criação, ainda mais que os dois são volantes de origem, cuja característica é aparecer de trás (não criar jogadas) e, no mercado, não vejo ninguém com essa capacidade que já não seja titulares em seus clubes.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 11:17
    Permalink

    Gostaria de lançar uma hipótese sobre valor de venda de jogadores. Os times que vendem jogadores por preços elevados, normalmente são times que estão conquistando títulos, e por esta razão, jogadores jovens e medianos quando entram para jogar em um time que está vencendo aparecem como “craques”. Vejam os casos de Vinícius Jr., Paquetá e agora o Renier que vai para o time B do Real.
    O caso de Rodrygo é fora da curva. O Galo, quando ganhou a Libertadores, com um time vencedor, vendeu o Bernard por um preço alto. Então, dentro desta hipótese, os jogadores do Galo não são vistos como “joias” por não aparecerem junto com o time. Será esta a razão de venda por valores baixos?

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 11:40
    Permalink

    Bom dia a todos os atleticanos,
    Cazares, tem 28 anos, está no Galo a QUATRO ANOS, eu pergunto o que leva alguém a crer que daqui pra frente será diferente do que foram esses anos?? O que leva alguém a crer que Dadamel vai mudar seu comportamento??? Se até os seus patrícios desistiram dele, já que nem pra reserva da “poderosa” seleção do Equador ele serve, uma vez que nem convocado é, já há algum tempo???? O “mercado” hoje não é como antigamente, antes de contratar um jogador eles acompanham o histórico do mesmo, e qual é o histórico do Cazares que levaria algum time da Europa a contratá-lo?? O jogador do Athetico PR é jovem, talentoso e focado na carreira por isso está valorizado… Me apontem algum jogador de 28 anos que foi vendido pra Europa… Esse jogador está engando aqui há muito tempo e ainda tem gente que quer defendê-lo… Ele não é profissional e ponto final, quantos iguais a ele já vimos no mundo futebol, jogadores bons de bola mas que não se dedicavam e acabaram esquecidos e relegados a um segundo plano… Durante o tempo que ele está no Atlético me mostrem quantas propostas tivemos por ele e que foram recusadas… Essa proposta foi a ÚNICA que apareceu…. É a lei do mercado, eu quero comprar mas só pago isso, se não quiser vou procurar outro… A verdade é que Cazares não tem mercado…. e não quer ficar, não quer renovar…. Se o Galo não vender agora não vende nunca mais e esses mesmos que estão criticando a venda vão criticar por não ter vendido… Se alguém acha que ele vale mais, então encontre um time que pague mais e traga a proposta…
    Cinco milhões de euros por um goleiro que é só uma promessa (reserva na seleção do Ivan goleiro da Ponte Preta) é pouco??? O Inter vendeu o Alisson, melhor goleiro do mundo, por esse valor…
    Quanto a aproveitar ex jogadores, o problema é se eles se prepararam e se tem capacidade pra assumir algum cargo… O Marques tem condição de ser diretor de futebol???? Tem preparo e conhecimento do mercado pra isso???? Alexandre Gallo idem??? Basta olhar o prejuízo que ambos deram ao Galo…. Gallo trouxe Denilson com contrato até 2023 e Marques trouxe Bolt, ganhando em euros (100 mil) por três anos!!!!!!!! Nada contra ex jogadores mas, só isso não basta, tem que ter competência, na Europa ex jogadores se preparam pra assumir cargos, mas mesmo assim nem todos são certo…
    O atleticano tem que aprender a olhar o mundo a sua volta e aprender com quem está dando certo senão seremos engolidos por times que até bem pouco tempo estavam atrás de nós…. Temos que parar de valorizar jogadores que não tem valor e ver o lado profissional…. Esse engodo, esse enganador, esse pereba desse Patric está aqui há DEZ ANOS… Não precisa falar mais nada…
    Por fim, que o Galo venda o Cleyton e que venda Cazares o mais rápido passível, antes que os árabes percebam a burrada que estão fazendo…. Essa é a minha opinião!!!!

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 12:12
    Permalink

    bom dia massa. o cazares é um foguete molhado está 4 anos no galo e simplesmente só apronta. teve uns lampejos e mais nada e ja disse várias vezes que quer ir embora. o galo é maior que qualquer jogador se não quer jogar no galo vai com Deus,agora uma verdade a diretoria do galo é péssima em fazer negociações compra caro e dá de graça.va galoo.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 13:48
    Permalink

    Onde eu assino em baixo dessa matéria?
    A muito tempo (anos) venho criticando a postura da diretoria não ter transparência no Atlético o que me parece estar escondendo algo do torcedor.
    Negociações duvidosas, atletas desvalorizados e intermediários recebendo altos valores e que leva a crer que a conta pode chegar a qualquer momento como foi no rival.
    Lembram quando o Junior Cesar sumiu de repente na equipe campeã de 2013?
    Desde lá não se sabe exatamente o que acontece no Atlético, foi anunciado austeridade e agora o clube procura fazer contratos que não são coerentes com a saúde financeira do clube.
    Espero que algo seja feito antes que seja tarde.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2020 em 15:17
    Permalink

    Acho que as negociações melhoraram um pouco, mas o Galo ainda vende mal. A torcida e a imprensa tem culpa nisso também, Cazares é um dos melhores jogadores do país e esse valor que tão oferecendo é piada. No tempo que está no clube teve 10 treinadores dos mais diferentes estilos e isso impacta no desempenho do atleta.

    Resposta
  • 30 de janeiro de 2020 em 00:13
    Permalink

    Diretoria incompetente na melhor das hipóteses…
    Compra jogadores fracos, com contratos longos….
    Vende bons jogadores por um preço barato, quase de graça….
    A turma que investigou nosso rival deveria investigar o galo, não duvido nada de que a qualquer hora estoure uma bomba do lado de cá também….
    Que há algo errado não resta dúvidas….

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *