Pede pra sair, 44!

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Por Lio Cardoso
Finalmente o Atlético achou uma utilidade para o campeonato regional!
Nessa temporada, além de testar jogadores menos utilizados no elenco, o Campeonato Mineiro tem sido usado, de forma muito inteligente por sinal, como momento de transição para a molecada da base.
Os garotos vão ganhando minutos de jogo importantíssimos em sua trajetória como profissionais em partidas sem tanta pressão e assim adquirem a rodagem necessária para serem úteis durante o restante da temporada. Ainda acho que essa linha de conduta poderia ser, a médio prazo, mais agressiva na medida em que os times mesclados com atletas menos utilizados e os “pratas da casa” fossem usados em todo o regional. Imaginem a experiência que esses jovens ganhariam jogando clássicos com estádio cheio e as torcidas dos rivais fazendo pressão! Isso seria absurdamente construtivo em sua formação para jogos grandes do Brasileirão, da Libertadores e da Copa do Brasil. Porém, para que isso aconteça é necessário um processo de maturação dessa linha de planejamento adotada em 2019, então cada coisa no seu tempo.
Ao ver o que tem sido feito hoje me pergunto quantos jogadores foram queimados pela falta de competência na transição e o quanto poderiam ter rendido muito retorno técnico e financeiro ao clube. Quantos não tiveram a sorte de Marcos Rocha e Mancini, que ao menos tiveram a chance de sair do clube para pegar a tal cancha, e só depois disso conseguiram vestir a camisa alvinegra da forma como ela merece ser usada?
Para trazermos a discursão para o presente, utilizemos o exemplo do Alerrandro: Foi lançado no pior momento possível, execrado pela torcida, saiu de campo chorando, o que ao meu ver foi o momento mais emblemático da falta de zelo do clube com suas “pratas da casa”. Como se não bastasse, foi castigado com um retorno ao time júnior para disputar a Taça São Paulo. Para que essa “transição” se tornasse um treinamento do BOPE, faltou somente agressão física aos gritos de: “pede pra sair, 44!”.
Se este garoto não tivesse personalidade e talento acima do comum, teria virado estatística nessa peneira maldita chamada transição, que reinou no Atlético até a temporada passada.
A nova forma de transição serviu para recuperar o jogador que ainda não é realidade, mas precisava ser tratado com mais atenção.
Jogadores que vêm da base representam investimento massivo do clube e precisam ser abraçados pela torcida. É parte fundamental da transição das jovens revelações essa acolhida por parte do maior patrimônio do clube, e a trajetória do atual artilheiro do Atlético no mineiro, que foi das lágrimas quando promovido efetivamente ao profissional ao êxtase depois do apito final do jogo contra o América, seja tomada como exemplo.
O sucesso ou o fracasso de um jogador em potencial depende do zelo com que ele é tratado pelo clube e, principalmente, pela torcida.
Que o processo de formação seja cada vez mais aperfeiçoado, da entrada do atleta no clube à sua promoção ao profissional, para que o alto investimento que tem sido feito na estrutura da base ao longo dos anos possa efetivamente valer a pena.
Que o passado tenebroso da administração passada da categoria de base sirva de exemplo para que a gestão atual continue sendo cada vez mais competente.
Transição aos moldes do BOPE nunca mais!

11 comentários em “Pede pra sair, 44!

  • 1 de abril de 2019 em 08:44
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    Aí o muleke conseguiu driblar tudo isso que você disse, conseguiu se tornar o artilheiro absoluto do campeonato mineiro, bem à frente dos concorrentes fred e Ricardo Oliveira, aí o burro, bossal, imbecil treinador, tira o muleke pra entrar com o time “titular”, que faz uma campanha ridícula na Libertadores e já está fazendo lambança no mineiro. Isso é um “planejamento estupendo”.

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  • 1 de abril de 2019 em 09:01
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    LEVIR CULPI não conseguiu dar padrão de jogo ao time , não conseguiu fazer o time jogar , portanto 2019 indica que será um ano de fracassos.
    CHARÁ custou 27 Milhões , portanto precisa jogar e mostrar o seu valor , pois esse time do LEVIR está sem força no ataque.
    AINDA dá tempo de consertar esse time , pois estamos no início da temporada , ACORDA LEVIR.
    QUE DEUS NOS PROTEJA EM 2019.

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  • 1 de abril de 2019 em 09:37
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    Pede para sair, Padreco Pastor. É preciso fazer gols. O Galo não precisa de ex-jogador em inatividade.

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  • 1 de abril de 2019 em 11:27
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    Fora Levir Culpi.
    Se tivessemos um diretor de futebol, esse camarada já tinha sido mandado embora desde o jogo com o Nacional.
    Não dá pra aceitar um time tomando um sufoco do Nacional, que também é péssimo, e esse cara com a mão no queixo sem fazer nada.
    Esperou levar o gol, pra se mexer.
    Não é burrice e teimosia,não.
    É pura incompetência mesmo.
    E por falar em incompetência,tá na hora do Marques deixar de ser medroso, o que ele já era desde que jogava futebo, e assumir o cargo e deixar de ser pau mandado do presidente,que também é incompetente.
    Com tanta incompetência junta, esperar o que de um time com José Wellison,Jair e outros incompetentes também?
    Vamos continuar não ganhando nada.

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  • 1 de abril de 2019 em 12:21
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    Prezados, boa tarde.

    Sejamos sinceros, a base do galo é um reflexo de um antro de empresários e péssimos olheiros, nos últimos 20 anos, excetuamos raríssimos jogadores, e não me venham falar de falta de oportunidades, vide Tchô, Renan Oliveira, dentre outros.
    Atualmente, enxergo potencial em apenas dois, Alerrandro e Bruninho, os demais, necessitam ser emprestados pra ver se amadurecem.
    Quanto ao time principal, aproveitando a deixa, péssimo, mal treinado, engessado, descompactado, em suma, mais um ano perdido.

    Abraços

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  • 1 de abril de 2019 em 14:11
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    Até quando a diretoria vai manter o Levir? Vai esperar o time sair de todas as competições de 2019?

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  • 1 de abril de 2019 em 14:56
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    A gestão de base do galo é uma verdadeira caixa preta. Já são mais de 30 anos sem revelar um grande jogador, falo de jogador que tenha merecido a seleção e tenha ido a uma copa. A captação de jogadores para a base parece-me muito mau gerenciada , os olheiros são verdadeiros capachos de empresario e vira e mexe levam algum pra colocar jogador medíocre no galo. Falta competência e seriedade! Sobre o time principal o sentimento é o mesmo de tanto outros torcedores, não transmite a mínima confiança. Um técnico que vem se notabilizando pela imbecilidade nas entrevistas, pela arrogância de quem não tem qualquer humildade para reconhecer e absorver as criticas, quase sempre fundamentadas. Com sorte (ou azar) repetiremos 2018. Na verdade não existe um time, uma coletividade, não existe uma maneira de jogar do galo, não existe jogadas ensaiadas, não existe absolutamente nada, e já estamos em Abril, Cadê a pré-temporada!!!

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  • 1 de abril de 2019 em 16:50
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    A NOSSA BASE É MUITO RUIM.
    CHEGA DE PEDIR JOGADOR DA BASE , POIS LÁ NÃO TEM NINGUÉM QUE SAIBA JOGAR BOLA. HÁ MAIS DE 30 ANOS NÃO REVELA NINGUÉM. É DINHEIRO JOGADO FORA.
    QUE DEUS NOS PROTEJA DOS VEXAMES EM 2019 , POIS DO JEITO QUE ESTÁ NÃO VAMOS A LUGAR NENHUM , E NEM GANHAREMOS O MINEIRO , POIS A VERDADE É QUE AS MARIAS TEM UM TIME MELHOR. É PRECISO UMA MUDANÇA RADICAL PARA TENTAR SALVAR O ANO. E SETTE CÂMARA E LEVIR CULPI SÃO OS PRINCIPAIS CULPADOS.

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  • 1 de abril de 2019 em 17:53
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    e quando revela aparece os levir da vida e destroem os garotos.revolta a maneira como estao dirigindo o nosso Galo.este ano sera de vexames se nao houver uma mudanca radical em todo o departamento.notaram que o Boa Esporte jogou o tempo inteiro pelo lado direito e o Cazares teve que voltar para marcar.

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  • 1 de abril de 2019 em 19:19
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    A base do Atlético pode ser definida no lance capitã que decidiu uma das fases do campeonato carioca. Uma agulhada que mandou a redonda na lua.
    Tudo isto colocado pelo colega só será válido,quando o CAM tiver um Departamento de Futebol profissionalizado e livre do empresariado e suas jóias cheias de estrelismo. Depois ficam boquiabertos matutando, o por quê de uma agremiação como o grêmio fechar o terceiro ano com lucro, revelando e ganhando. Isso sim é austeridade! Aqui no CAM nem a visão de mercado eles procuram entender,e, aprender,quanto mais cuidar da fonte de renda futura,que é a base. Enquanto esperam por alguém dando sopa, a mosca caiu na sopa e eles não viram. Duas delas foram para Santos…SAN

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