O Galo é o time da virada, o Galo é o time do amor!

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Por: Carol Castilho

 

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PÓS-JOGO FALA GALO: www.youtube.com/watch?v=-X3k8o-GmRc
DE CARONA COM O FALA GALO: www.youtube.com/watch?v=TCqOmAaUB8g

 

A noite da última quinta-feira estava fria em BH, mas o coração estava quente. O meu GALO estava em campo defendendo a sua classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. Quando o jogo começou eu estava saindo do trabalho, atravessava a Afonso Pena, no sentido Amazonas. Queria muito acompanhar a partida! Foi então, que conectei meus fones de ouvidos ao meu velho, bom e querido “radinho” para “sofrer” um pouco (risos).

Quem mora em BH, sabe o quanto é movimentado ali, próximo à Praça da Estação. Os bares estavam cheios. Havia música ao vivo, ambulantes pelas ruas. Praticamente em todos os bares, a televisão estava ligada no jogo de Santos x Atlético pela TV a cabo. E pessoas como eu, que estavam voltando para casa, ficavam discretamente nos pontos de ônibus tentando assistir à partida de ladinho na TV do bar (um olho no jogo e o outro no ônibus pra não perder). Acompanhei o jogo inteiro pelo rádio. A cada grito do Eduardo Madeira (Willy Cover), meu coração disparava, congelava fazia caras e bocas. Amigo, o jogo foi bom!

Com o coração na ponta da “chuteira” conseguimos a classificação para a Copa do Brasil. Uma coisa que aprendi com o futebol é jamais subestimar o adversário. Pode ele, ser até o mais fraco, mas jamais o desmereça. Era isso que estava acontecendo com o Galo. O CSA é um time fraco tecnicamente, o Atlético provou isto jogando e respeitando, o Santos não. Este, enxergava o Galo como inferior e achou que achar bastaria. Todo mundo achava que seria um baile, uma “lambada” e não foi. O alvinegro fez a torcida dormir com o sorriso de orelha a orelha. Meu coração “tá” pulando de alegria! Então, vamos às vozes da razão: a arquibancada Feminina de hoje ouve as torcedoras Karyne Teixeira e Jé Meireles que fazem abaixo uma análise da partida e o que podemos esperar daqui para frente.

Curtam mais uma edição da ARQUIBANCADA FEMININA, CONFIRAM AÍ!

 

A estudante Karyne Teixeira, 20 anos, faz uma pequena análise do 1° tempo da partida: “Até os 15′ minutos só deu Santos. O que era compreensível, pois estava jogando em casa, precisando do resultado, então tentou um “abafa” inicial. Houve o gol, e mais um chute desviado que o Victor defendeu, e no mais, ele nem trabalhou. O Galo conseguiu entender o jogo e encaixar a estratégia. Começou a dominar o meio e as movimentações do Cazares, Luan, Chará e Elias pelo meio aliados às investidas do Fábio Santos e Patric pelas laterais foram nos dando equilíbrio ao jogo e a criação de boas oportunidades. Empatamos, mas pelo que jogamos, não seria exagero se já tivéssemos virado ali a partida”.

O Atlético sofreu o gol com 2 minutos de bola rolando no 1° tempo. Karyne destaca que houve um aspecto que foi fundamental para a recuperação da partida: “Acho que a concentração e a maturidade do time. A equipe em momento algum se desesperou ou se desorganizou. Continuou tentando colocar a bola no chão e construir as jogadas desde a defesa, sem chutões ou um número exagerado de cruzamentos para a área. De tanto insistir, a partir dos 15 minutos o jogo encaixou e conseguimos dominar a partida”.

Altos e baixos da partida: Acho que, com exceção do Ricardo que foi mais uma vez nulo, e do Zé que não estava bem, todo o resto do time foi bem. Inclusive os que entraram no 2°tempo. Mas faço um destaque especial para o Rabello (principalmente no 2°período), Elias, Cazares, Chará, Luan (jogou muito no 1°tempo), Fábio Santos e Patric. Eles foram senhores do jogo. E é claro, o Santana. Soube armar a equipe, montar uma estratégia e mexer nas peças certas e nos momentos certos. Teve muitos méritos no resultado também”.

 

A jornalista Jé Meireles, 27 anos faz uma pequena análise do 2° tempo da partida: “José Welison, quer me matar do coração?!  Respira “migo”! Para que tanta afobação?! “Tá” certo que o Marinho supervalorizou o lance, mas calma! Hahahaha!! Que segundo tempo! O modo que o GALO vem jogando é totalmente a cara do GALO e além disso, tem se adaptado a forma de jogar do time rival. Rodrigo mexeu de forma precisa e colocou o time para trabalhar no contra-ataque, mas sem perder a ação defensiva. Falando em contra-ataque, um beijo Geovânio! É disso que gostamos. Gostamos de um time sem medo e que aplica de forma eficaz o que sabe fazer. Quer um resumo sobre o segundo tempo? Com o perdão da palavra: FOI FODA! E queria ressaltar a comunhão entre elenco e torcedores presentes! Sério, que isso volte a ser rotina e que venha o próximo confronto, tem gente tremendo só de lembrar-se de certa Copa do Brasil!”.

SUBSTITUIÇÕES:
Zé Welison (Adilson), Ricardo Oliveira (Alerrandro), Luan (Geuvânio).

Para a jornalista, as substituições feitas no segundo tempo foram fundamentais para reverter o placar; “O Rodrigo vem entendendo melhor o time, no começo as mudanças não eram tão significativas e por muito não entendíamos a escolha do treinador, porém, ele vem mostrando que conhece a capacidade e ponto forte de cada jogador e tem sido cirúrgico nas alterações. Acredito sim, que as mudanças influenciaram e nos livraram dos pênaltis”.

 

Com a classificação na Copa Sul-Americana, e agora na Copa do Brasil, é precipitada a efetivação de Rodrigo Santana?

Karyne: “Acho que ele já é o técnico. Até porque, se não ele, quem virá? Não há ninguém disponível no mercado que chame a atenção a ponto de valer uma troca. É cômodo efetivá-lo agora, após bons resultados, e mesmo que seja perceptível a melhora do time também em termos táticos, eu o manteria até o final do ano, mas sem aquele alarde todo da efetivação. Porque mesmo que hoje ele tenha o suporte do Rui, assim que os resultados ruins acontecerem a pressão vai ser imensa. Então, vamos levando como está, ele já disse que está confortável, a Diretoria também, e nós torcedores por consequência! Acertou o time e tem conseguido os resultados. Todo mundo está feliz” .

Jé: “Não acredito que seja precipitado. Na verdade, vejo como uma tendência natural. O Rodrigo chegou desacreditado por muitos por conta do histórico com Thiago Larghi e também por termos o hábito de relacionar competência a nomes de “peso”, isso é natural do ser humano. Santana vem trabalhando não apenas as questões táticas que ficaram defasadas no período do Levir, mas também a autoestima e confiança dos jogadores, e sabemos que qualquer profissional quando retoma a sua confiança e acredita no seu trabalho, vai ao longe. A meu ver, o Rodrigo merece ser efetivado e (acredito plenamente) será uma excelente surpresa como treinador”.

 

Quando estávamos atravessando a fase ruim muitos torcedores simplesmente abandonaram o Galo (não indo aos jogos, seja por insatisfação ou por protesto). Agora, que estamos vivendo bons momentos e que estamos mais tranquilos, podemos voltar a encher o estádio e apoiar?

Karyne: “Acho que isso é muito reflexo das decisões da atual Diretoria. Ela não conseguiu criar uma sinergia com o torcedor principalmente ano passado. Muito dessa reação da torcida vem do que foi feito desde 2018. Não condeno. Cada qual tem o seu modo de agir, eu sou daquelas que mesmo de longe continuo fazendo o que posso, porque o clube precisa. Já está ruim com a gente, sem o apoio da torcida então, nem se fala.”

Jé: “Não julgo quem deixou de ir ao estádio. O momento do time, a forma como a diretoria estava enxergando as competições, e até mesmo, a arrogância e a falta de “sanidade” do Levir estava talhando o sangue de muitos, inclusive o meu. Atleticano pode deixar de ir ao estádio, falar que não vai acompanhar o jogo ou que nunca mais comprará uma camisa do GALO, mas sabemos que isso é impossível! Quer um exemplo? Mesmo no meio de toda a desconfiança, a coleção 2019 feita pela Le Coq vendeu quatro vezes mais que as antigas, isso tudo com parte da MASSA “brigada” com o time, imagine agora! Então galera, “bora” lotar o Horto, Mineirão, fora de casa… Agora, mais do que nunca, o elenco precisa de vocês.”

 

Após a saída do Levir é notável a evolução de alguns atletas como Chará ,Cazares e Elias. Este mérito é do Rodrigo Santana. O que se adere ao bom trabalho do “interino”?

Karyne: “O Atlético há tempos não tinha um padrão, a mínima organização e disposição das suas peças. Isso existe com o Rodrigo hoje. Méritos totais dele. E quando tu consegues acertar o coletivo, é claro que isso faz com que o individual também cresça. Por isso, temos visto o crescimento de tantas peças sob o comando dele”.

 Jé: “Rodrigo conseguiu algo que o Levir havia perdido. Não sei se pela idade ou por arrogância, ele conseguiu reestruturar o emocional dos jogadores. Pense comigo: se você está em um trabalho onde as pessoas duvidam da sua capacidade, que não querem crescer e conquistar algo contigo, o que acontece? Você passa a ser contaminado pelo pensamento de derrota, pela sensação de incapacidade. O Rodrigo merece todas as felicitações possíveis pelo trabalho focado no emocional dos jogadores! Sempre bati muito na “tecla” de  que o GALO necessita de um trabalho psicológico forte com a equipe, e agora (não sei se mudou algo no DM ou se a abertura do Rodrigo é maior para a ação no emocional) vemos esse trabalho surtindo efeito! Então, o mérito é do TREINADOR SIM! Em caixa alta, pois é isso que o Rodrigo extraiu para a sua equipe. Meus parabéns aos envolvidos que entenderam que a confiança pode mudar o rumo de uma equipe!”

 

PIORES EM CAMPO: “Como pior em campo citarei dois nomes para gerar uma polêmica. Não por serem piores, mas por que acho que precisam encontrar um equilíbrio… O primeiro é o Ricardo Oliveira. Sabemos do potencial e o quanto ele joga, não tem como duvidar disso, mas será que não está na hora de um banquinho da reflexão?! As finalizações estão aquém do que sabemos que podem vir do Pastor. Pronto, me xinguem por isso! O segundo é o Zé ou Pai Veio, como preferirem… Ele entra afobado, ok que o lance do cartão foi supervalorizado pelo Marinho, mas todo jogo ele sempre recebe um cartãozinho bobo. Calma, Pai! Respira e faz o seu sem afobação” .

 

O show foi por conta dos gringos maravilhosos do Atlético Chará e Cazares.

De 1 a 10 qual nota eles merecem? “Só pode ser de 1 a 10? Cara, eles merecem 10 sem sombra de dúvidas! A atuação tanto do Chará e do Cazares vêm mostrando que o GALO pode sim, sonhar com o G4 como falei no ultimo pós-jogo. Os dois reencontraram a vontade de jogar! Cazares, que era tido como jogador vaga-lume vem criando uma uniformidade na maneira de jogar que é de ficar admirado. Ele tem jogado o que sabe e ouso falar que ele tem muito mais bola para jogar e a tendência é mostrar isso nos próximos confrontos. Chará chegou como grande promessa e foi ficando apagado e cada vez menos solicitado em campo, depois que o Rodrigo assumiu, sério, virou outro e é o mesmo caso do Cazares. Vai mostrar que tem muito futebol! Acho que a importância não é apenas dos dois, a equipe toda entendeu o tamanho da partida e o que estava em jogo. Cazares e Chará foram os nomes destaques, mas a importância foi coletiva!”.

 

Desde já, agradecemos a colaboração das atleticanas Karyne Teixeira e Jé Meireles pelo empenho. Muito obrigada pelo tempo reservado e suas análises!

Então, torcedora, curtiu a participação? Você também pode participar da nossa ARQUIBANCADA FEMININA, basta entrar em contato pelas redes sociais do Fala Galo.

 

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Revisado por: Roberto Marques

4 comentários em “O Galo é o time da virada, o Galo é o time do amor!

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