O clássico da vingança e da reconciliação

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Mariana Ester Araújo / Revisado por Jéssica Silva 

Cruzeiro e Atlético entram em campo na próxima quinta-feira, pela disputa das quartas de finais da Copa do Brasil, o torneio mais vantajoso financeiramente do futebol brasileiro. As equipes estão em climas diferentes nos bastidores, o que nos leva a pensar o quanto, de fato, vale esse clássico para o Galo.

Obviamente a grana. É um dinheiro maravilhoso para aliviar nossos cofres, talvez contar com reforços, mas sem sombra de dúvidas para pagar salários e dívidas. Porém, mais do que isso, esse clássico é o aumento da nossa autoestima.

O rival encontra-se em posição desconfortável na tabela do Campeonato Brasileiro, além de enfrentar uma grande crise na diretoria. Ocupa, antes das páginas esportivas, as policiais.
Momento tão desfavorável quanto aquele quando os enfrentamos na Arena do Jacaré, oportunidade aquela para rebaixar o rival para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.
O fim daquela partida já sabemos, mas dessa vez vai ser diferente.

No início do ano, o Galo apresentou a postura que nós atleticanos mais abominamos na vida, a falta de garra, de gana, de raça para vestir nosso manto. Ganhamos muitas vezes com essas atribuições. Às vezes faltavam qualidade, técnica, mas a entrega por nosso time, jamais. A torcida não perdoou. Confesso que nos meus quase 30 anos nunca tinha visto a torcida de mal com o clube, realizando tantos protestos, chegando inclusive a não comparecer ao estádio. Passados esses dias tão nebulosos, o Galo resolveu se reencontrar, nos orgulhar e mesmo dentro de nossas limitações voltou a ter o verdadeiro espírito do Clube Atlético
Mineiro.

Essa partida diante nosso rival da capital é a confirmação deste momento. A torcida pediu por esta partida. É a oportunidade de elevarmos o amor de torcida que é o verdadeiro combustível deste time e fazer de vez as pazes com esse elenco que tem crescido no decorrer dos meses. Podemos além de garantir vaga para as semifinais da competição, ter um bom retorno financeiro e afundar de vez o rival no poço profundo que ele cava cada vez mais.

A última e derradeira semana de treinos no Atlético deve ser focada nisso. Além dos trabalhos técnicos e físicos, o elenco deve preparar-se psicologicamente para entrar em campo concentrado o suficiente para fazer uma boa partida e, se possível, arrancar um bom resultado para levar ao Horto. Lá, em casa, em festa, podemos juntos celebrar mais uma vitória diante o rival e todo o nosso amor ao Clube Atlético Mineiro.

 

DE CARONA COM O FALA GALO 11, CONFIRA

 

 

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Angel Baldo

Mineiro de nascença, mas Paulista de criação. 30 anos, Administrador e Engenheiro Mecânico. Atualmente residindo na cidade de Uberlândia.

2 comentários em “O clássico da vingança e da reconciliação

  • 10 de julho de 2019 em 16:19
    Permalink

    Tá tudo muito bem!
    Tudo ótimo!
    Mas…
    O Guga estava bem no time. Tão bem que foi convocado pra seleção sub alguma coisa. Era pra voltar à titularidade num jogo grande como esse pra ter mais visibilidade ainda e o Galo ganhar uma boa grana numa possível venda. Mas aí o senhor treinador inventa…

    Resposta
    • 10 de julho de 2019 em 20:41
      Permalink

      Inventa ? … Com certeza não , vender o Guga possivelmente i manter o patric ???? Ou investir agora no patric para ter um retorno melhor que ainda não foi alcançado com o jogador ????

      Resposta

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