Galo vence a Caldense – Por Jéssica Silva

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Placar magrinho, jogo truncado. O Galo foi à Poços de Caldas visitar a Caldense com uma equipe totalmente reserva, já que o foco do time atleticano está na Copa Libertadores. A Veterana ainda não venceu no Campeonato Mineiro e levando em consideração a disparidade técnica entre as equipes, vencer e seguir na briga pelo estadual era mais que obrigação para o Atlético.

Logo no início da partida o Galo chegou ao gol com nosso zagueiro-artilheiro, Leonardo Silva. Aos 04 minutos, Terans tentou um gol olímpico ao cobrar escanteio e o goleiro da Caldense deu rebote. Nosso veterano não perdoou e marcou de peixinho o único gol do jogo. Nunca é o suficiente dizer o quanto Léo Silva é gigante em nossa história, não só pelo gol marcado ontem, nem pela sua segurança ao segurar ataques adversários, mas por tudo o que foi feito por anos e anos seremos eternamente gratos à essa lenda viva. Máximo respeito.

Quem foi ao Ronaldão assistir à partida certamente não teve uma tarde muito animada. Após o tento atleticano o jogo ficou muito preso no meio de campo, faltoso e não muito agradável de ser acompanhado. O Galo trocava passes em busca do controle da partida, mas sem tanta objetividade. Sendo assim, o máximo que conseguimos foi um jogo morno. A dona da casa tentava abafar o time alvinegro, mas seguindo o exemplo do Galo não era objetiva e não mudou o cenário do jogo.

Na volta do intervalo Levir trouxe à campo Nathan, no lugar de Alerrandro. Certamente o treinador alvinegro quer testar suas opções em jogos como este, mas essa alteração não surtiu muito efeito. O Galo continuou devagar, quase parando. A Caldense tentou empatar e até trouxe um pouco mais de intensidade ao jogo, mas viu Cleiton fazer grandes defesas e impedir a igualdade no placar. Impressionante o quanto o jovem goleiro atleticano vem crescendo, principalmente em lances decisivos, a impressão que fica é que mais cedo ou mais tarde poderemos ter nele um novo Victor.

Aos 14 minutos, Jair, bom volante do Galo, recebeu seu segundo cartão amarelo e colocou a Veterana em vantagem numérica. Porém, a alegria da Caldense e a esperança em empatar não durou muito já que três minutos mais tarde, Carlinhos acertou Maidana e também foi expulso.

Sem muita animação o Galo ainda arriscou algumas outras vezes, uma delas com Carlos César, improvisado na lateral esquerda, que chutou forte de fora da área. Omar dessa vez fez o dever de casa e não deixou que as redes fossem balançadas. Logo no finalzinho a Caldense tentou mais uma vez, porém, sem sucesso.

Guga, o lateral direito que todo atleticano quer ver como titular, poderia ter participado mais do jogo e acrescentado mais ofensividade ao time do Galo. Acontece que mesmo não tendo feito uma partida impecável – ninguém no Atlético fez, o ex-Avaí sempre será comparado à Patric e sempre será lembrado como aquele que devia ser o dono da lateral direita atleticana. Alô, Levir?! Já estamos pensando na terça-feira.

No fim das contas, é o que parece. A emoção na partida contra a Caldense, disputada na tarde de ontem, ficou por conta de faltas e marcações da arbitragem. O time reserva de Levir, que serve muito mais para testar opções que qualquer outra coisa, se juntou ao limitado time da Veterana e nos proporcionou um jogo difícil de se acompanhar, o que reforça a afirmação do treinador na coletiva. Segundo o professor, foi um jogo chato, mas bom para o Atlético por conta do resultado. Não tivemos um espetáculo dentro de campo, mas o objetivo principal foi alcançado: a vitória. Levando em consideração que estamos falando de um time que não tem ritmo como equipe e que apesar de treinar bastante não vem jogando tanto, o resultado alcançado é mais que o suficiente.

Já que tivemos um jogo morno demais, difícil de ser assistido e até de ser destrinchado em muitas linhas, me resta voltar o foco para a nossa “final” de logo mais, terça-feira tem guerra em BH e o Galo tem como obrigação vencer o Danubio e se classificar na Copa Libertadores da América. Um empate sem gols ou em 1×1 já é o bastante, porém, queremos ver um bom jogo acompanhado de um bom resultado, tanto quanto queremos ver Guga na lateral direita.

No Campeonato Mineiro, o Galo chegou aos 13 pontos e segue na briga pela liderança com América e Cruzeiro. O próximo compromisso pelo estadual é contra o Tupi, às 19 horas do próximo sábado, no Independência, mas sejamos sinceros… Ninguém que vista preto e branco pensa nisso agora.

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5 comentários em “Galo vence a Caldense – Por Jéssica Silva

  • 11 de fevereiro de 2019 em 09:08
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    Bom dia!
    Nathan, Leandrinho, Lucas Cândido e Alerrandro já foram mais que testados. Definitivamente não servem! E pensar que esse muleque ruim de bola (Alerrandro), ano passado, através de seu empresário, estava fazendo pirracinha com o Galo…é cada uma!
    Precisamos urgentemente de um LE pra o time titular. Pra se ter uma ideia do desnível naquele setor, o LD Carlos Cesar, improvisado ali, é muito melhor que Fábio Santos.
    Pra amanhã, é de fundamental importância que entremos com dois volantes de marcação e boa saída de bola. Levir poderia escolher dois entre José Wellison, Adílson e Jair. Se o fizesse, daria mais liberdade pra o, acima da média, Cazares ter mais liberdade de criação. Mas infelizmente a imbecilidade vai falar mais alto e o professor vai entrar com o inoperante bunda de bigorna, Elias.
    O teimoso professor também dificilmente vai abrir mão do crackasso Patri na LD. É por essas e outras que com o Galo as coisas são mais difíceis. Afinal, todo distribuidor de camisas que passa pelo Galo tem os seus lixos apadrinhados. Richarlyson, Elias, Fábio Santos, Patric…

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  • 11 de fevereiro de 2019 em 09:35
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    Jogadores como Lucas Cândido, Carlos César, Alerrandro definitivamente não servem para o elenco do Galo. O tempo do Lucas Cândido inclusive já passou faz tempo. Eu não entendo o motivo do clube de insistir tanto em jogadores que visivelmente não deram certo.

    E porque o Galo joga com tanta preguiça com adversários menores??? O time deu muita sorte de não tomar um empate ou até mesmo a virada da Caldense. Não se faz 1 a 0 aos 4 minutos de jogo e fica cadenciando o resto. Porque não matar o jogo quando aparece as oportunidades?

    Talvez por isso que o Galo não ganha o brasileiro nunca. É sempre a mesma postura contra times pequenos. Preguiça, má vontade. É como se ninguém quisesse estar lá.

    Para ser campeão (de qualquer coisa) precisa ser regular, independente do adversário.

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  • 11 de fevereiro de 2019 em 11:08
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    Bom dia amiGalos. Concordo com Jéssica, Galo Roberto e Diego. Não vou comentar o jogo contra a Caldense porque já foi bem dissecado p/Jéssica, inclusive pra mim uma ” pelada” daquelas que dá calo nos olhos. Penso também que deveríamos jogar com dois volantes entre os três citados p/Galo Roberto e deixar esse Elias no banco (que preguiça) e por fim realmente teremos que negociar uns seis jogadores que não fazem nada no Galo já algum tempo. No mais aguentar Patrick e Elias amanhã mas quem sabe diante da torcida eles joguem bem. Aguardemos. Saudações atleticanas.

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  • 11 de fevereiro de 2019 em 12:01
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    Salve massa!

    Chega a ser desesperador saber que se RO machucar, estamos perdidos. O tal de Alejarrandro é simplesmente horroroso, e só não consegue ser pior do que Natan. Dá pra acreditar que o Alerrandro me fez ter saudades do Carlos? Onde chegamos, que desespero!!!!
    Caldense é passado, agora é rezar pra que, Patric, Elias e F. Santos pelo menos não atrapalhem os demais no jogo de amanhã.

    Té + e FORA ELIAS, FÁBIO SANTOS E PATRIC!!!!

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  • 11 de fevereiro de 2019 em 12:25
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    Bom Dia,

    Ontem ficou bem claro que o Atlético só não é líder do Mineiro por pura burrice do treinador, até o segundo time sem entrosamento ganha dos times do interior.
    Agora o terceiro time também já é de mais.
    Show de horrores, só serviu mesmo para selar de vez, “espero”, a passagem do Nathan e Leandrinho pelo galo.
    Alerrandro também tem decepcionado, igualmente ao Levi.
    Ironizou a pedida da torcida para que o Guga seja titular.
    A panelinha do Thiago, que não treinava, tem que ser desmontada lentamente se não o Levi corre o risco de derrubarem ele, tem que provar mais de dez vezes que o jogador tem que sair e dar lugar a outro, esta é a única explicação que vejo, ou é acreditar que o Levi enxerga outro jogo diferente do que a torcida.
    Vamos torcer pela classificação sem sofrimento.

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