Futebol Brasileiro: uma realidade em contínua…

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

 

Por: Maxi Pereira / #OpiniãoDoTorcedor

 

Futebol Brasileiro: uma realidade em contínua transformação ou de como o Atlético, até agora, perdeu para o sistema!

 

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS
Instagram: instagram.com.br/falagalo13
Facebook: facebook.com.br/falagalo13
Twitter: twitter.com.br/falagalo13
Youtube: youtube.com.br/falagalo13

 

Informação sobre Miguel Trauco: www.youtube.com/watch?v=iTnfbtF7HHA

 

Refis, Profut, dívidas, crises, prejuízos, balanços e “balanços”, penhoras, salários atrasados e bloqueios são algumas das palavras e expressões que foram incorporadas ao vocabulário do futebol moderno.

Se antigamente os jogadores eram os protagonistas do espetáculo, hoje em dia agentes, empresários, investidores, parceiros, patrocinadores e fornecedores de material esportivo estão roubando a cena.

O futebol é um negócio multibilionário e como tal se transformou em um sistema complexo e muito perverso para vários clubes.

Nesse sentido, é apropriado dizer que existe um sistema que comanda e conduz o futebol segundo determinados interesses que, quase sempre, são muito hostis à varias agremiações, particularmente àqueles clubes mal geridos, politicamente enfraquecidos e sufocados por problemas financeiros graves e historicamente muito mal administrados como o Atlético.

Televisão (detentora dos direitos de transmissão), outros órgãos de imprensa, Streaming’s modernos, plataformas inovadoras, entidades desportivas (Fifa, CBF, federações regionais), clubes, agentes, empresários, investidores, parceiros, políticos, patrocinadores e fornecedores de material esportivo compõem, com graus de influência e poder diferenciados, esse complexo sistema.

Cada vez mais sofisticado e com tentáculos cada vez mais poderosos, este sistema tem metamorfoseado o futebol brasileiro e o vem redefinindo a seu caráter e modo, se utilizando com maestria da incúria, da mediocridade e da imprevidência dos dirigentes dos clubes brasileiros, os grandes responsáveis pelas gestões temerárias, pelas dívidas escorchantes e pelas intermináveis crises que vem solapando suas agremiações.

A mensagem mais inteligente postada no Twitter sobre essa última final do mineiro não só resumiu o que aconteceu naquela decisão contra o rival como e, principalmente, sintetizou em uma única frase a realidade atleticana no cenário atual do futebol brasileiro: “O Atlético perdeu para o sistema”.

Mas as polêmicas revisões ou não revisões do VAR são apenas a ponta do iceberg que está pondo a pique a grande maioria dos clubes brasileiros. Ou seja, é apenas um sintoma, não a causa.

É bem verdade que a maioria absoluta dos clubes da série A atravessam problemas similares aos do Atlético no que concerne às recorrentes más gestões, ao acúmulo de dívidas faraônicas e mal administradas e aos sazonais atrasos de salário.

Atualmente, dois ou mais clubes da série A estão com dois ou mais meses de salários atrasados. Um é de Minas e não é o Atlético. A exemplo de outros clubes, o rival também vem fazendo malabarismos para colocar as suas contas em dia.

A imprensa silente esconde a notícia. Blindagem ali é pouca coisa, diferentemente do que acontece com o Galo mais maltratado do mundo, sempre estupidamente susceptível a vazamentos intempestivos e indesejáveis de notícias ruins, muitas vezes improcedentes e, também, às maledicências e às ações nocivas e covardes de agentes externos cuja intenção, costumeiramente bem sucedida, é desestabilizar e prejudicar o clube.

E não é só isso, as informações estratégicas do Atlético também vazam grosseira e irritantemente, causando ao clube prejuízos muitas vezes irrecuperáveis, enquanto a comunicação institucional do Glorioso, há muito deficiente e omissa, falece a olhos vistos.

Não obstante as mazelas internas do Atlético merecerem acurada análise e críticas pontuais, nesse artigo trataremos especificamente da relação do Atlético com o sistema futebol brasileiro.

Enquanto os clubes brasileiros em geral tentam driblar os seus problemas e alguns testam a sua capacidade de se blindar, esconder os problemas, não pagar seus credores e não sofrer nenhuma consequência por isso, o sistema futebol vem desenhando os contornos do esporte bretão no Brasil e, em escala mundial, em todo o planeta.

Contando com uma passividade assustadora e deprimente da maioria absoluta de todos os envolvidos no negócio futebol, o sistema, por meio daqueles entes que o comandam com pulso forte vêm, ao longo dos tempos, colocando uma camisa de força nos clubes, jogadores, treinadores, dirigentes e até em uma parcela significativa dos formadores de opinião, engessando a mídia, segundo seus interesses.

Parece pouca coisa, mas o rígido controle sobre os atletas, até mesmo regrando como devem ou não comemorar os gols, o que podem ou não falar antes, durante e depois dos jogos e, pasmem, o que podem ou não fazer em suas folgas, exemplifica esse poder coercitivo e opressor que o sistema exerce sobre todos aqueles que militam no mundo do futebol.

Em escala variada, os treinadores e dirigentes sofrem pressão similar. E é claro que essa pressão se distribui em graus variados, dependendo da importância política do clube, de sua capacidade de blindagem e da qualidade da sua interação com o sistema.

A televisão, fonte de receita imprescindível e essencial para todos os clubes, nos fornece um exemplo claro de como os clubes, ao frigir dos ovos, se comportam como marionetes do sistema, claro em níveis diferenciados, tamanha a dependência e a submissão aos interesses da emissora detentora dos direitos de transmissão.

Fox e Rede TV, por exemplo, deixaram de transmitir a Sul-Americana. A mesma Fox também não renovou a parceria com a Globo e também retirou de sua grade as transmissões da Copa do Brasil.

Como a Globo vive seu drama particular em razão da crise econômica que avassala o país e vê suas receitas diminuírem perigosamente, a sua capacidade de garantir o nível atual das cotas de transmissão televisiva está cada vez mais em xeque.

Por isso, já a médio prazo poderão ocorrer reduções significativas das cotas de televisão e, em consequência, a relação dos clubes com a televisão jamais será a mesma.

Isso sem falar que, a maioria dos clubes, o Atlético entre eles, já se comprometeu com a “Poderosa” e já gastou tudo aquilo que a televisão já antecipou. Até 2024 a maioria absoluta dos clubes brasileiros, o Atlético inclusive, não tem como cavar mais receita nesse segmento.

E mais: a poderosa Warner já havia tirado do ar seus dois canais especializados, os chamados Esporte Interativo 1 e 2 da TV fechada, indicando a sua pretensão de investir em sua plataforma na internet.

Isso provocou uma solução de descontinuidade nos contratos que ela havia assinado com alguns clubes.

Alguns recuaram e voltaram para os braços da Globo por condições não muito favoráveis. Era pegar ou largar. Pegaram. Uma espécie de vingança da Poderosa.

Só Palmeiras e o Furacão mantiveram seus vínculos com a Warner e buscaram tirar alguma vantagem de um acerto com a Globo para as transmissões de Pay Per View e em TV aberta. O Furacão parece já ter acertado, vez que, em sinal aberto, a Globo já mostrou o seu jogo contra o Corinthians nessa última rodada.

Antes de tudo isso, a Band e a ESPN já haviam desistido de seus pacotes, respectivamente TV aberta e fechada e deixaram de transmitir, respectivamente, o Brasileirão e a Copa do Brasil.

A crise, o baixo retorno e a não realização das cotas de patrocínio são as razões alegadas para os recuos dessas emissoras.

A Globo, como já observado, atravessa problemas financeiros cada vez mais agudos e não mais conseguindo dividir seus direitos tanto nas transmissões na TV aberta, quanto na fechada, buscou, para diminuir seu prejuízo, aumentar o seu faturamento de Pay Per View, incluindo na grade do Premiere os jogos da Copa do Brasil.

Se essa iniciativa vai produzir resultados satisfatórios é uma incógnita vez que outro fenômeno também ameaça as televisões abertas e fechadas. É que quem tem poder aquisitivo para continuar adquirindo esse tipo de produto já começa a optar por outras plataformas na internet.

A DAZN é a grande novidade no Brasil e, esse ano, vai transmitir a partir de agora e com exclusividade a Sul-Americana.

Mas não é só isso: nos Estados Unidos a ESPN que hoje pertence à gigante Disney, incorporou os canais Fox Sports e o que resultou dessa incorporação é o maior império da comunicação esportiva do planeta.

Mais cedo ou mais tarde o mesmo acontecerá em toda a América Latina e, obviamente no Brasil. E a partir daí a correlação de forças no mercado televisivo esportivo brasileiro jamais será a mesma.

A Globo sabe que o futuro não é promissor. Afinal, concorrer com essas plataformas que têm em sua retaguarda gigantes estrangeiros é missão muito difícil, para não dizer inglória.

Dentro deste cenário perverso e hostil, como reagem e estão se preparando os clubes brasileiros? No geral, muito mal, obrigado.

O Atlhetico Paranaense, por exemplo, tido e havido como exemplo de gestão moderna e eficiente no futebol brasileiro, está acumulando uma dívida escabrosa com a sua arena, drama com contornos que lembram o imbróglio do Corinthians em Itaquera e o Grêmio em seu novo estádio.

A exceção do Flamengo, os outros “grandes” do Rio de Janeiro soçobram. Decadência explícita e, por hora, irreversível.

Palmeiras e Internacional são os melhores exemplos de como ser superavitário com as suas arenas.

As dívidas dos clubes brasileiros em geral atingem patamares estratosféricos. Ainda assim, não poupam gastos de forma inconsequente e temerária.

E o pior: não é possível apostar na veracidade dos números de seus balanços. O Atlético é um exemplo típico disso.

O sistema que rege o futebol brasileiro privilegia claramente Flamengo e Corinthians, via cotas de televisão e controle do mercado publicitário paulista, o maior do Brasil. Aliás, o único forte e pujante, vez que os mercados das outras praças, além de fracos, são, por vezes, viciados por interesses heterodoxos.

Esse sistema exclui outros clubes, tradicionalmente tidos como grandes, da prateleira de cima do futebol brasileiro. O Verdão paulista surge como exceção nessa regra vez que, a bordo de um investidor especial, já consegue se imiscuir na prateleira de cima, ameaçando quebrar de vez a hegemonia de Flamengo e Corinthians.

O Atlético, hoje jogado pelo sistema no terceiro escalão das receitas de transmissão televisa e com perspectivas de cair ainda mais nesse ranking, tem perdido importância, força política e respeito ao longo dos anos.

Por outro lado, empresas estrangeiras, chinesas em especial, estão formatando parcerias com clubes médios e pequenos, mas relativamente enxutos e com baixo nível de endividamento. A ideia é transformá-los em clubes empresa, o América Mineiro é um deles.

A partir do momento em que essas parcerias se configurarem a correlação de forças entre os clubes brasileiros vai mudar radicalmente.

E aqui em Minas, com o novo América, tudo vai ser diferente.

Não é preciso dizer que esse cenário vai produzir a médio prazo transformações profundas no futebol brasileiro.

Mas nem tudo são más notícias. O Bahia, por exemplo, inova na administração e aponta para os coirmãos que um futuro sem sustos e promissor é possível.

E o Atlético em meio a tudo isso? Essa é uma pergunta que se desdobra em muitas outras e uma de nossas tarefas como atleticanos é ir a fundo e respondê-las.

Se nada for feito, o prognóstico sobre a saúde financeira e administrativa e o futuro do Atlético é muito ruim: queda de bilheteria, redução gradual da receita de sócios-torcedores, queda do valor de mercado de seus atletas, dívidas e gastos crescentes, etc.

Outro ponto nebuloso na vida e no caminho do Atlético é a Arena MRV. Se ela vai ser de fato a redenção do clube só o futuro dirá.

Estará o Atlético interna, organizacional e estruturalmente preparado para esse futuro que está sendo desenhado?

Cabe a cada atleticano buscar responder a essas questões e, principalmente, convergir os seus esforços na construção de um Atlético forte, vencedor, campeão e apto para enfrentar os desafios que terá pela frente.

Cabe a cada um de nós atleticanos a missão de subverter a história e fazer o Atlético vencer o sistema.

Eu acredito. Afinal, já vencemos o vento.

 

Revisado por: Jéssica Silva (twitter.com.br/jeatleticana)

Angel Baldo

Mineiro de nascença, Paulista de criação! Fanático pelo Galo e pelo Fala Galo! Apaixonado pela minha família e Deus, o resto é mimimi!

18 comentários em “Futebol Brasileiro: uma realidade em contínua…

  • 23 de maio de 2019 em 08:44
    Permalink

    Perfeito, sem tirar uma virgula.
    Ou o Atlético profissionaliza sua Gestão, ou vai sucumbir como a grande maioria.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 08:53
    Permalink

    Jéssica o que mais ta irritando a torcida é não aprender os erros e cometer os mesmos erros todo ano. acabei de ver uma reportagem agora que onde diz que a diretoria vai fazer uma proposta de renovação para o Elias e Nathan, putz eles não aprendem né! o Elias tá a 3 anos no Galo tem o maior salário do elenco e vive de lampejos o Natham a mesma coisa ou seja péssimo custo beneficio péssimo, jogadores CAROS e que dão pouco retorno.
    Precisamos de uma reformulação no elenco mandar os inúteis e pipoqueiros embora e contratar jogadores com poder de decisão que decidam as grandes partidas que queiram ser campeões.
    Para ser campeão tem que mudar do jeito que tá não dá, não tem como plantar batata e colher abacaxi a torcida tem que pressionar e não deixar renovar com esses INÚTEIS ajuda aí fala Galo. FORA ELIAS!! FORA NATHAN!!!

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 09:31
    Permalink

    Bom dia!
    Texto muito bom!
    Será que o Galo está sendo obrigado por empresários a manter e até mesmo renovar contrato com Elias, Fábio Santos, Nathan e outras merdas mais? Se for isso, então para tudo que eu vou descer pra não ver meu Galo descer mais até acabar.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 09:38
    Permalink

    Bom dia massa. quando abro a página do CAM e dou com a cara a dizer que vão renovar com Elias e Nathan é por isto que estamos na lama desde 2014.e para piorar o Guga está no DM e volta do tatuador Fábio Santos é desanimar com está diretoria amadora. isto significa que patrick eo tatuador e peladeiro Fábio Santos vão jogar e eu esperando que o tatuador e peladeiro Fábio Santos ficasse no Dm até o fim do contrato. já não espero nada desta diretoria amadora e deste Rodrigo Santana pau mandado desta diretoria e empresários é estes amontoados de peladeiros. aliás espero sim mais 33 pontos para o objetivo do galo em 2019.chega. vai galooo.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 09:42
    Permalink

    Excelente matéria. A maioria das gestões dos clubes no Brasil são amadoras. É um assunto chato pra discutir, mas é necessário que a torcida entenda sua importância. Clube mal administrado viverá de lampejos em termos de resultado. Clube bem administrado sempre estará brigando por títulos. Salários em dia, diminuição de dívidas, aumento de receitas, investimento na base, marketing forte, transparência e gestão profissional fatalmente terminará em títulos e boas campanhas.
    O blogueiro deu um exemplo interessante. A gestão do Bahia. Pra que ainda não sabe, desde 2013, o Bahia mudou seu estatuto. Os sócios votam diretamente tanto pra presidente como para membros do conselho deliberativo. O presidente tem que ter dedicação exclusiva, por isso recebe um salário. Os balanços são feitos mensalmente com total transparência. Nunca mais se ouviu de salários atrasados no clube. A receita aumenta 20% a cada ano. A dívida ja começou a diminuir. Os resultados em campo começaram a aparecer. O novo centro de treinamento totalmente moderno será entregue no meio do ano. Por conta da credibilidade que o clube alcançou, os número de sócios quase triplicou em 2 anos.
    Agora imaginem o Galo tendo uma gestão profissional? Com o tamanho da nossa torcida, com a capacidade econômica da nossa torcida e com a excelente estrutura que já possuímos, com certeza seríamos uma potência no futebol em poucos anos.
    Mas será que o feudo que comanda o Galo há anos vai largar o osso e deixar mudar o estatuto? Duvido muito. Por isso temos que fazer pressão para isso acontecer. Só a torcida pode mudar a nossa atual situação. Faço um apelo aos nossos blogueiros para encampar essa ideia. DEMOCRACIA JÁ E MUDANÇA NO ESTATUTO PARA SÓCIOS TEREM DIREITO A VOTO.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 10:13
    Permalink

    Matéria excelente. Infelizmente, a pouca percepção do problema pelos dirigentes é reflexo da pouca capacidade intelectual do brasileiro médio em geral. Percebo isso nos próprios comentários. O blog produz matéria relevante, cheio de temas pra colocar todo mundo pra pensar e a maioria insiste nos inócuos e tolos “fora esse”, “fora aquele”. Uma pena, mas reflexo do cenário do país. A burrice nunca esteve tão na moda! SAN.

    Resposta
    • 23 de maio de 2019 em 10:16
      Permalink

      se não gosta dos comentários dos outros não lê. que eu sei o blog é democrático e se esta sastifeito com o timaço do galo vai la no ct bater palmas para ele.

      Resposta
      • 23 de maio de 2019 em 11:04
        Permalink

        Meu caro, se vc não entendeu meu comentário, a frase antes de minha saudação lhe serve direitinho. Grande abraço!

        Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 10:48
    Permalink

    Tema bastante relevante e muito bem pontuado,o que nos_ nós não,esse bando de amadores que se dizem sabedores de gestão futebolista_ faz refletir e pensar que só existe um modelo a ser seguido; transformar este modelo arcaico e patriarcal composto por feudos e castas, naquilo que ocorreu nos gigantes europeus, que é o clube/ empresa. Vê se lá os clubes batem tambor prá maluco dançar em cima deles, é ruim,hein!Enquanto por aqui os sabichões comerem nas mãos dessa corja sugadora e não colocarem os interesses do clube acima de qq um deles, será muito difícil enxergar,por menor que seja,uma luz no fim deste interminável túnel chamado futebol em que tudo é viável,tudo é possível,desde que renda para mim. SAN

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 11:04
    Permalink

    Eu fico imaginando aqui é o que leva um camarada a querer ser presidente de um clube. O que ele pretende ganhar com isso? Quero ser presidente por paixão ao clube? Até onde eu sei o presidente não tem salario, ou tem? Se não tem o que motiva? Eu penso que se voce for um torcedor fanatico pelo clube voce vai querer fazer o melhor pelo clube, a não ser que outros interesses atravessem o seu caminho e a sua intenção se perca nessa trajetoria. E querer também não é poder, se voce não leva jeito pra coisa ou não tem uma boa equipe para assessora-lo. É nesse devaneio que fico pensando, qual é a do 7Camera.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 11:18
    Permalink

    Excelente texto, a diretoria do Galo deveria lê-lo, para ver se aprende alguma coisa!

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 11:26
    Permalink

    Bom dia, a culpa de tudo isso é dos clubes que deixaram as coisas chegar nesse pé…. Fizeram dívidas impagáveis na esperança de que nada iria acontecer… Agora viraram reféns de uma emissora que coloca interesses financeiros acima dos interesses esportivos… Futebol é um negócio, todos sabemos, mas para um negócio ser lucrativo tem que ter credibilidade, coisa que o nosso futebol não tem, devido as várias maracutaias sempre para beneficiar determinados times que não precisa nem citar os nomes. Forças “ocultas” tentam a todo custo barrar a construção do estádio do Galo, que se for nos moldes anunciados, será a nossa redenção (isso se tivermos administrações competentes senão não via adiantar nada). O Galo precisa mostrar sua força política senão voltamos à estaca zero.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 11:47
    Permalink

    “Sistemas hostis à varias agremiações, particularmente àqueles clubes mal geridos, politicamente enfraquecidos e sufocados por problemas financeiros graves e historicamente muito mal administrados como o Atlético”. Cabe ao Atleticano resolver isso. Passar a culpa para frente é mimimi.

    Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 19:04
    Permalink

    Caros,
    A intenção é mil grau e papo de “sistema” furado. Alguém aí é punk rock à Sex pistols? Fica parecendo o papo do 1nep7o chorão. Ah! buá! Buá! EU SOU O NOVO!, e “a burrice tanta, tudo tão a vista”…se ñ tem competência, ñ se estabeleça. Vale SA prá todos. Um Jestor, como dizem, ñ basta ficar de bravata, ameaçando, em redes sociais e procurando manchetes favoráveis. E o necessário CULHÃO, e dar a cara, e participar do debate feito gente grande?
    De como o Galo perdeu para o “sistema”? Ora bolas, o Galo é “sistema” tb…ou ñ é? Um clube q aceita ser garfado ano após ano ñ se trata apenas de antiprofissionalismo. Qnd nosso Galo barrou árbitros brasileiros na LA13 ele ñ desafiou o “sistema”…ali era uma regra simples q deveria ter sido usada, por exemplo, na decisão de 80. Ou vc ñ “aceita” JUSTICEIROs prá apitar o seu jg ou ñ há um jg fora de campo. “…”… Hj, prá nós, é: Quem são as intenções para o CAM das FAMIGLIAS q tão a frente do clube hj? Ñ é apenas saber se são abnegados e competentes, ce acredita? É saber concretamente quais são os PLANOS dessa turma. Negócio de estádio? Vaidade? Fora isso e aquilo, nós, os torcedores mortais, queremos TIME COMPETITIVO dentro de campo…E o mais próximo de uma REVOLUÇÃO ANTI SISTEMA seria a convocação do atual CONSELHO SEREPELE para a redação de NOVO ESTATUTO. Eis o nosso SISTEMA!
    Obs.: como uma estrutura como a nossa ñ consegue lapidar um craque de vez em qnd, só garoto MEDIOCRE come quieto? Surreal ou realidade crua?
    GALO SEMPRE!

    Resposta
    • 23 de maio de 2019 em 19:29
      Permalink

      I’m on a submarine mission for you baby… I feel the way were going… I pictured you up on my tv screen… I feel your undercorrent flowing…Submission going down down …( Sex Pistols: Sub- Mission) Aqui é Galo e Pistols forever. 🖕

      Resposta
  • 23 de maio de 2019 em 19:28
    Permalink

    Concordo bastante com o texto, entretanto, ele deixa passar uma coisa. Dizer que o sistema é contra-todos exceto Flamengo e Corinthians tem lá seus perigos. É bem verdade que o mercado (verdadeiro nome do sistema), é logicamente propício a tais clubes devido aos mais de 30 milhões de torcedores de ambos, mas mercado também é lugar de nichos. Assim, por que ser contra tantos nichos? Deve-se dizer que os demais clubes tem grande responsabilidade em estar na prateleira debaixo. Não podemos esquecer as décadas de administrações irresponsáveis, para dizer o mínimo, na totalidade desses clubes. É bem verdade que os dois clubes citados também foram irresponsáveis por muito tempo, colhendo mais os louros de sua massa de consumidores, entretanto, não podemos esquecer a responsabilidade de clubes com menos público que estes dois na própria derrocada. Quem tem menos recursos tem de saber ser mais eficiente com o que tem, não jogar a culpa única e exclusivamente em quem tem mais, embora estes também tenham seu quinhão de responsabilidade, afinal, isso é correlação de forças.

    Resposta
  • 24 de maio de 2019 em 08:56
    Permalink

    Bom Dia!Vamos enfrentar o gremio,em clara mà fase,e voltaremos com o galinha pintadinha na lateral e o pastor dos infernos,verdadeiro CEO do clube.esta semana foi possivel ver que todos os centroavantes dos grandes times fazem gols em quase todos os jogos.aqui o nosso està,se nâo me engano,hà quatro jogos sem marcar.e nâo sai de jeito nenhum alèm de ser endeusado pelo pau mandado,vulgo interino.vejam o fluminense,mandou o cone e o gilberto embora,colocou um treinador honesto,escalou meninos da base e està ganhando de todo mundo.GALO ROBERTO,INFELIZMENTE VC TEM RAZÂO!

    Resposta
  • 24 de maio de 2019 em 15:15
    Permalink

    Bom dia amigos do Galo. O NOSSO GALO é o único clube da serie A, que não tem em seu time titular jogador vindo das categorias de base do clube. Tem o segundo maior plantel com 40 jogadores, perdendo apenas para o Vasco com 42 jogadores. É o único que não tem técnico. Tem também o jogador mais velho atuando como titular, Ricardo Oliveira, 39 anos.
    Que cada um tire suas conclusões.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *