Construir uma identidade vencedora e campeã é missão indelegável do Atleticano

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Por Maxi Pereira / Revisado por Jéssica Silva

Há muitos anos venho defendendo a importância e a necessidade de se desenvolver uma análise organizacional e sociológica do Atlético e, por meio dela, conhecer o melhor possível o clube e a alma atleticana.

O objetivo final dessa iniciativa é reinaugurar a relação torcedor/sócio e clube dentro de uma ótica moderna, ousada, diferenciada, proativa e profundamente participativa. De início, o grande desafio a ser perseguido era e é fazer o atleticano canalizar esta paixão absurda e inigualável, este torcer contra o vento ímpar, para algo prático.

Porém, como “pragmatizar” está paixão sem correr o risco de esvaziá-la? Será isso possível?

Como fazer o atleticano usar esta paixão extraordinária, este torcer infinito, para gerar uma força que movimente a instituição capaz de conduzir e multiplicar os destinos do clube?

Em outras palavras, como canalizar essa paixão irracional, avassaladora e ímpar e usá-la como combustível na criação de uma identidade vencedora, de um time vocacionado para ser campeão, para ser um time do mundo?

O Atlético tem estrutura, patrimônio, torcida, camisa, história e tradição, mas não consegue fazer com que tudo isso seja traduzido em títulos, grande força e conquistas.

Para viabilizar este sonho é fundamental, antes e além de qualquer outra coisa, democratizar o clube, construir canais de participação e saber explorar de forma competente e proativa este gostinho de títulos importantes que o atleticano não degustava há tanto tempo e que a partir de 2013 passou a embalar nossos sonhos e a colorir o nosso imaginário.

Ainda tem que ganhar títulos vicia, fica aquele sentimento de quero mais e a aposta tem que ser feita nesta direção.

Mas tornar rotineiro ganhar títulos importantes como aconteceu no biênio 2013/2014, ou pelos menos passar a disputá-los para valer com a frequência desejada por todos nós torcedores, não é possível sem uma visão de futuro, sem planejamento e sem sedimentar uma identidade vencedora.

E também não é possível construir essa identidade vencedora e campeã sem a participação e integração de sua massa torcedora.

Se o Atlético ascendeu à prateleira de cima em 2013, o grande desafio do Glorioso era se manter lá.

Até o mais incauto dos observadores sempre percebeu que esse período dourado da história atleticana não se deve a nenhum planejamento, nem foi consequência de um plano de metas.

Ainda que seja justo dizer que o gostinho de títulos importantes e o querer mais e mais que hoje instigam o atleticano sejam, sem dúvida, o principal legado de Alexandre Kalil, é preciso reconhecer que tudo aconteceu a partir de um insight de Cuca, “comprado” pelo então presidente, um atleticano apaixonado e obstinado, para quem a grandeza do Atlético é mais que um sonho.

Esse insight abriu as portas do Atlético para a maior e mais mítica contratação de sua história: Ronaldinho Gaúcho.

Com R10, time, torcida e diretoria acreditaram que tudo era possível. Melhor, que o impossível seria possível.

Victor tornou-se santo ao isolar de bico o chute quase fatal de Riascos (eu vi), as luzes se apagaram no Horto para reacender a esperança alvinegra com um chute mágico de Guilherme (eu também vi) e o “Sobrenatural Futebol Clube” tomou a bola do atacante paraguaio que ousou driblar e passar pelo goleiro atleticano, mais do que nunca ungido pelos deuses do futebol. (Gente, eu estava lá, vi e até hoje me assombro, me emociono e procuro uma explicação racional).

Sim, só os espíritos de milhares de atleticanos que já haviam partido como o meu saudoso pai, o velho Kafunga, o Sempre e a Lambreta, os mais folclóricos galistas que já existiram, como o artista da palavra Roberto Drummond que, ao escrever a mítica frase sobre o vento, definiu como nenhum outro a paixão e o ser atleticano, poderiam derrubar e parar aquele atrevido atacante do Olimpia que ousara deixar no vácuo o nosso santo goleiro.

E sem surpresa alguma o Atlético não só não permaneceu na prateleira de cima do futebol, como vem despencando posições.

Para entender todo esse processo de ascensão e queda, é preciso conhecer a história, o clube, os problemas que o corroem, o que há de bom e o que há de ruim, tanto internamente quanto no que se refere às suas múltiplas relações no mundo do futebol.

Nesse ensaio não vou descer a detalhes sobre essas variadas e complexas relações. Basta, por exemplo, lembrar que há muito a relação do Atlético com segmentos importantes da imprensa mineira é muito ruim.

E é cada vez maior no seio da Massa Atleticana a sensação de que esses segmentos jogam continuamente contra os interesses do Galo.

Outro grande entrave na vida do Atlético que vale a pena citar tem sido uma coisa chamada mercado publicitário. Ou seja, dinheiro. Em Minas, além de fraco se o compararmos como o de São Paulo, o mercado publicitário há 50 anos, talvez um pouco mais, tem sido cáustico com o Atlético.

Durante muito tempo “vendeu-se” aqui nas Gerais que não seria prudente a nenhuma empresa que projetasse patrocinar algum clube que associasse a sua marca apenas à do Atlético. Obviamente, um ponto de vista azul.

Disputar e concorrer de igual para igual com clubes do eixo Rio-São Paulo, especialmente com o Palmeiras e com o Flamengo, é praticamente impossível.

Com os outros clubes do Rio a disputa seria muito mais renhida se estes fossem administrados de forma séria.

O maior mercado publicitário do pais é o de São Paulo. O Rio tem a seu favor sua história, a tradição, o lúdico e as sedes da CBF e da Globo.

Em outro artigo publicado aqui no Fala Galo, já discorri sobre as receitas de televisão e as disparidades entre as cotas recebidas pelo Atlético e aquelas outras aferidas por outros clubes, frutos de contratos mal feitos e de um processo de desimportância que vem corroendo e enfraquecendo o clube.

Uma sucessão de comandos desastrados, inapetentes e covardes vitimaram o clube, que se tornou refém de dívidas quase que impagáveis e que cresceram em proporções geométricas.

E tem mais, o clube se fragilizou em vários outros aspectos. Por exemplo; é visível a imensa vulnerabilidade do clube às ondas, ao disse me disse, às notícias plantadas.

Da mesma maneira, o vazamento constante de informações estratégicas do clube tem sido irrefreável e danoso. A imprensa, cuja relação com o Atlético é bastante ruim como já observado acima, faz e divulga o que quer e não respeita o clube.

Continuando assim, se o Atlético além de não cuidar de seu planejamento administrativo e financeiro não buscar construir uma identidade vencedora e de um time campeão, estará condenado a fazer figuração nas competições nacionais.

Ao longo de sua história, o Atlético se “permitiu” marcar de forma indelével com o signo da impotência, da derrota, do fracasso e do sofrimento.

Afinal, não somos nós os atleticanos os primeiros a abaixar as cabeças e a normalizar esse estado de coisas, a bater no peito doído e gritar aos quatro ventos: “SE NÃO FOR SOFRIDO NÃO É GALO?”

Entanto, somos nós atleticanos que temos que remover da história e da vida do Atlético esse estigma maldito. E, para isso, é preciso aprender a cobrar e a comportar.

Ou seja, é preciso romper de vez com esse espírito vitimista que nos leva a estimular de forma masoquista esse sofrimento mórbido e doentio.

Só nos transformando primeiro é que conseguiremos abolir de vez da vida e da história do clube fatos nebulosos como aqueles fatídicos 6 a 1 para o rival e outros tão mal explicados quanto e nunca digeridos pela Massa.

O que mais o atleticano deseja é ver o clube livre deste carma de derrotas humilhantes como foram esses recentes 3 a 0 para o mesmo time azul e como também o foram algumas eliminações desmoralizantes como essa que tirou o Atlético precocemente da Libertadores desse ano, fiascos que acabam por solapar cada vez mais a confiança do torcedor.

Assisti boa parte dos jogos da Copa do Brasil no meio da semana passada e do Brasileirão nesse sábado e não vi nada de especial em termos de qualidade de futebol.

Mas uma verdade tem de ser dita: o Atlético foi, de longe, o time mais apático, mais letárgico e com menos espírito de competição e decisão.

No clássico, por exemplo, o rival não foi brilhante e nem precisou, já que demos os três gols para eles. E isso tem razões que precisam ser destrinchadas além da paixão.

E é essa a reflexão que quero provocar, a fim de despertar em você a percepção que só nós, torcedores, é que podemos mudar essa realidade perversa e que machuca.

Não basta apenas querer mudar, é preciso acreditar que podemos e entender que devemos lutar para mudar.

Em outras palavras: essa é a realidade que só vai mudar se você, torcedor, comprar e brigar por essa ideia.

Ou ainda, se você, atleticano, transformar o “eu acredito” em uma grande força, capaz de produzir a revolução necessária para construir o Atlético dos seus sonhos.

Você que já derrotou o vento tem que assumir como missão NÃO DELEGÁVEL transformar o Atlético em um tsunami vencedor e campeão.

Não basta apenas gostar de ser atleticano e amar loucamente esse Galo, é preciso muito mais.

Mais que acreditar é preciso, portanto, agir. Além de aprender a cobrar, é preciso não se deixar sugestionar pelas ondas, pelos boatos, pela maldade e pelo ódio. Mais que torcer contra o vento, é preciso jogar junto.

Mais que encher o Horto ou o Mineirão, é fundamental ao atleticano aprender a entrar em campo incorporado à alma dos atletas, cravado nos bicos de suas chuteiras e misturado ao sangue de seus olhos.

Se o atleticano conseguir fazer tudo isso, estará consolidada a identidade vencedora de um time campeão, cujos elementos indestrutíveis são o seu próprio sangue, a sua própria alma.

Gente, não é preciso ser sofrido. Pode e deve ser leve, natural, lúdico e feliz. Só depende de nós.

 

LUCIANO NO GALO, BRASILEIRÃO, RÁDIO DO GALO E MUITO MAIS;

 

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Angel Baldo

Mineiro de nascença, mas Paulista de criação. 30 anos, Administrador e Engenheiro Mecânico. Atualmente residindo na cidade de Uberlândia.

19 comentários em “Construir uma identidade vencedora e campeã é missão indelegável do Atleticano

  • 20 de julho de 2019 em 07:57
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    Bom dia, mas que cronica do Fred Melo Paiva, todo ATLETICANO que ama esse clube deveria ler.

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  • 20 de julho de 2019 em 08:04
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    Para o atlético impor respeito , se tornar um clube vencedor e de tradição e ter um camisa pesada que em certos jogos ganhem só com o peso da camisa só se jogar com a camisa pesadíssima , que entorta varal do CRUZEIRO por baixo de sua camisa fracassadas e sem graça.
    Tô mentindo ?

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    • 20 de julho de 2019 em 11:27
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      Respeito?vcs nâo tem sossego um minuto sequer com o Galo!o maior sofrimento seus è a existencia do Galo,a paixâo da torcida em qualquer circunstancia.nosso time incomoda vcs mesmo estando mal.perdemos a classificaçâo para vcs e vc ainda vem ao nossoblog falar da camisa do unico time brasileiro que è identificado pelo mascote?DO OIAPOQUE AO XUIÌ È SO FALAR GALO QUE TODO MUNDO SABE QUE È O CLUBE ATLETICO MINEIRO!TO MENTINDO,MARIA SOFREDORA?

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  • 20 de julho de 2019 em 08:26
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    SEMPRE GOSTEI DO VOLANTE JAIR. MUITO BOM JOGADOR .
    ” ATENÇÃO ”
    JAIR CORRE SÉRIO RISCO DE SER QUEIMADO OU MESMO ESTOURAR FISICAMENTE SE O EXTERMINADOR DE VOLANTES “ELIAS” CONTINUAR TITULAR.
    ELIAS JÁ QUEIMOU ADÍLSON , JOSÉ WELLISON , E TODOS OS OUTROS COMPANHEIROS.
    MAS , CONTINUA LÁ , TITULARÍSSIMO . E O GALO SÓ VAI AFUNDANDO , PERDENDO TUDO QUE DISPUTA ,
    COM ESSE SANGUE SUGA EM CAMPO. SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER.
    R.OLIVEIRA JÁ SAIU DO TIME , AGORA FALTA ELIAS , O BUNDA DE BIGORNA.

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  • 20 de julho de 2019 em 09:22
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    bom dia massa. ok esperar de um presidente que elogiou a Vitória contra as freguesas. aquela Vitória para mim não serviu em nada. ok serve para mim é título e desde 2014 não ganhamos nada. aliás naquele jogo mostrou que com Elias. Victor frangueiro. Fábio Santos e Ricardo Oliveira nem a copa Itatiaia vencemos. no início do mandato do presidente foi dito que ia contratar jogadores mais jovens olha ok temos no time jogadores velhos e cansados. exemplo. Victor frangueiro 36.Elias 35. rever 34. .Fábio Santos. 35.Léo Silva.39.pastor pipoqueiro. 38.viramos um time de azilo com todo respeito aos idosos. é com estes jogadores que a diretoria quer ser campeão. chega de SPA no galo. precisa urgente de uma reformulação e falam em renovar com Elias ai acaba de lixar o resto. acorda diretoria. vai galooo.

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    • 20 de julho de 2019 em 12:33
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      Amigos do Galo. Sulamericana e Brasileiro é o que nos resta, será que teremos que esperar 2020? Já perdemos o Mineiro, a Libertadores e a Copa do Brasil, mas infelizmente fracassos e vexames para normal, nada muda.
      Estão apequenando o NOSSO GALO.

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  • 20 de julho de 2019 em 09:37
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    Desde quando torcida sozinha faz um clube gigante como o Cruzeiro.! Para ser grande tem que ganhar titulos seguidos (vide Cruzeiro na decada de 90). Vide Cruzeiro nas decadas de 60/70. Vide Cruzeiro na decada 2010/2020! Isto faz um time. São 4 brasileiros, sendo 2 consecutivos por pontos corridos, seis copas do brasil, alguns campeonatos mineiros (que nem contamos). Além de Libertadores, Recopa, etc.
    A torcida se formou e se forma a partir daí”. Veja a renovação da torcida do Galim e a do Cabuloso. Porisso a menor torcida nas decadas passadas hoje é a maior disparada e continua aumentando.
    Outra coisa: torcida não administra clube nem conserta mau feitos. São massa de manobra das diretorias, em qualquer clube.

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    • 20 de julho de 2019 em 14:56
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      Clube gigante que vc. ve pelas denuncias. Gigante com falcatruas, mudanca de nomes quantas vezes e ate dirigente envolvido com trafico. Poe na sua cabecinha oca todos os titulos que voces tem nos temos. Voces podem ganhar 1000 CB mas jamais em cima do GALO. Quanto a torcida faz sim um time so ver o Corinthians 22 anos sem nenhum titulo e muito maior que a ORCRIM AZUL. Baixa a bola, tem muito time no Brasil que nao precisa nem ganhar titulos que sao muito mais reconhecidos que A MARIA de MINAS. GRITA GALO pra voce ve em que esta identificado, depois grita raposa, ninguem nem sabe. Voces podem ate ganhar titulos mas nao tem identificacao nenhuma com torcida. Se cair fica la por uns 10 anos, tal como filho ingrato faz com Pai depois de doente e velho abandona. Portanto continua nesse pensamento ja caimos, levantamos, falaram que nunca ganhariamos uma Libertadores e tai, uma CB em cima do freguesao nacional, e olha quantos anos a ORCRIM AZUL nao consegue um titulo internacional, time regional e so. Preocupa com o Z4 se cair vai ficar por la.

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        • 20 de agosto de 2019 em 05:58
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          Júlio! A cada 3 min que vc passa aqui, escrevendo sobre o time rival, nós ganhamos $$! Então, venha sempre. Até pq seus comentários serão editados.

          Abraços

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  • 20 de julho de 2019 em 09:48
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    Bom dia Amigalos
    Infelizmente temos que partir para uma guerra inteligente contra os que comandam nosso futebol.Como assim: botando a boca no trombone após as pífias apresentações, seja em frente à sede, no estádio, no CT, nas ruas. Deixar de assistir alguns jogos, vaiar se vir falta de raça e aplaudir aqueles que deixam seu sangue. Se preciso, ir à justiça para cobrar malfeitos. Incentivar indo aos jogos da base e cobrar profissionalismo dos técnicos e dirigentes.Fazer acontecer.Fazer barulho. Participar e não ser apenas bate-palmas ou vaca de presépio.
    Um abraço a todos.

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  • 20 de julho de 2019 em 16:20
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    Enquanto a torcida do palmeiras e do Flamengo cobram e protestam, mesmo bem na libertadores e no BR. Nós terminamos aplaudindo e exaltando qualidades de um time meia boca e frouxo…

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      • 20 de julho de 2019 em 18:31
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        Comentei pra torcedores que desejam um clube melhor no futuro, cobrando jogadores e dirigentes a conduzir o clube melhor como diz o texto, não pra torcedores como vc que basta a paixão e querem o clube sempre do mesmo jeito, sem evolução…evoluir pra que se pra vc como esta hj esta bom…E outra não preocupa comigo não, comenta o texto aí …torço do meu jeito….falou verdadeiro…

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  • 20 de julho de 2019 em 18:13
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    Ate hj muitos não perceberam q esse time com Elias, RO, FS e Réver só joga na pressão, só faz uma boa partida quando precisão. Esses caras fazem é churrasco e debocham da torcida, mesmo depois de derrotas. Alguns ainda saem pra fazer resenha com adversário…ficar só com passividade não adianta….temos que cobrar…O clube é intocável agora jogadores não…

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  • 20 de julho de 2019 em 21:40
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    Velho! Você tem conhecimento de que de 1990 até a presente data já passaram pelo Atlético 85 técnicos,alguns com mais de uma passagem e até substituidos no meio da temporada,cada um com uma característica diferente do outro? Como construir algo sólido se há uma falta convicções generalizada na gestão do Clube? Antes de qualquer iniciativa que envolva o torcedor, mudanças na parte de gestão têm de ocorrer num primeiro momento,caso contrário nenhuma ação, qualquer que seja, irá vingar. Estamos falando de gestão, planejamento e projetos,de longo prazo, que deveriam ter sido implantados lá atrás quando o Clube estava em evidência devido a boa fase e consequentemente as conquistas. O bonde passou e com ele a oportunidade real de mudança foi junto com ele. O Estatuto do Clube tem de ser modernizado prá ontem! O futebol hoje pede profissionalização e com isto profissionais comprometidos 24 hs/dia com o Clube. O presidente tem de ser remunerado e com pelo ao menos cinco anos de mandato para não ter o trabalho interrompido e ter-se de começar tudo novamente,sem contar que no caso de o camarada fazer merda ou falar asneira, tipo,’ tenho outros afazeres, não posso deixar meus negócios em segundo plano blá blá blá blá’, será cobrado e até destituído do cargo,afinal o cara ‘recebe’ para trabalhar pelo Clube e não se ‘servir’ do Clube como se ele fosse dele ou ainda,que está ali fazendo ‘um favor’ apenas. Este seria o primeiro passo,o outro,tbm dentro da modernização do Estatuto diz respeito ao conselho deliberativo,mas isto é assunto para outra reflexão. Vosso texto contém várias reflexões que se olharmos com atenção, é um DOS caminhos a serem seguidos,resta saber se a quem interessa, essas reflexões são válidas. Parabéns Galodoido! SAN

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