Léo Duarte é o novo zagueiro do Atlético. O clube comunicou o acordo pela contratação do jogador, na noite desta segunda (1º), e aguarda apenas os exames médicos para selar a contratação. Léo assinará vínculo de três anos e meio com o Alvinegro.
Títulos no Brasil
Revelado no Flamengo, o zagueiro defendeu o time principal do rubro-negro entre 2016 e 2019. Foi conquistando o seu espaço aos poucos, e virou um dos nomes que ajudaram o clube a assumir o papel de protagonista, no futebol brasileiro. Por lá, participou da histórica temporada de 2019, que terminou com os títulos do Carioca, Brasileirão e Libertadores.
Experiência Europeia
Nascido no interior de São Paulo, o defensor de 29 anos desembarcou na Europa no reta final de 2019. Foi vendido ao Milan, em transação que rendeu ao Flamengo aproximadamente R$ 48 milhões (ge). Permaneceu no gigante italiano por um ano e meio, até ser emprestado ao İstanbul Başakşehir. Foi na Turquia onde Léo Duarte demonstrou a sua melhor versão: fez mais de 200 jogos, assumindo um posto de liderança no elenco. Nesse meio tempo, teve seu passe comprado em definitivo.
O jogador não teve seu vínculo renovado com os turcos, assim encerrando uma passagem de cinco anos por Istambul.
Substituto de Alonso?
Léo Duarte será o substituto de Junior Alonso? Não exatamente. Isso porque o brasileiro atua pelo lado direito do campo, enquanto o paraguaio joga na esquerda. Vale lembrar que Alonso fechou sua passagem pelo Galo, e vai deixar o clube após a Copa do Mundo.
No início da noite desta quarta-feira (27), o Atlético venceu a equipe do Puerto Cabello, por 1 a 0, e se classificou para as oitavas de final da CONMEBOL Sul-Americana. O único gol da partida foi marcado por Bernard, no segundo tempo.
Poucas oportunidades e ansiedade marcaram o primeiro tempo do Galo
A partida começou com o Atlético no comando das melhores ações, mas esbarrando na falta de capricho no último terço do campo.i
Mas a primeira oportunidade de perigo surgiu com o Puerto Cabello. Castillo foi ganhando espaço, entrou na área e bateu para o gol. Everson espalmou a bola e a zaga afastou o perigo.
Os 15 primeiros minutos jogados, o que vimos foi um Atlético bastante nervoso, ansioso, errando passes simples. O primeiro chute de perigo foi somente aos 18 minutos, com Renan Lodi, que bateu cruzado, mas a bola passou longe da trave esquerda do goleiro Graterol.
As duas melhores oportunidades da partida até os 30 minutos foram do Puerto Cabello, mas ambas pararam nas mãos de Everson.
Aos 39, veio a melhor chance de gol do Galo na partida. Cuello tocou para Maycon que soltou a bomba de perna direita para o gol, a bola passou pela esquerda, desviada pela zaga venezuelana.
Para o segundo tempo, Barba Domínguez sacou Minda para a entrada de Dudu, que passou fazer o lado esquerdo do campo. Victor foi deslocado para mais próximo da área.
Aos 51 minutos da etapa final. Bernard recebeu de Dudu, girou e bateu. O goleiro Graterol voou e espalmou a bola para escanteio.
Aos 54, mais uma chance perdida pelo Galo. Maycon acelerou o passe, tocou para Cassierra, que abriu em Dudu. O camisa 92 abriu para a perna direita e bateu, mas Graterol fez uma excelente defesa.
Aos 59, em um vacilo de Maycon, Rosales foi avançando pelo meio, tocou para Flores que bateu para o gol, mas Everson salvou o Galo mais uma vez.
Aos 62 minutos, Cuello bateu o lateral para Natanael, recebeu de volta e acionou Bernard. O camisa 11, tentou o passe, a bola rebateu no zagueiro venezuelano e voltou para o meia, que soltou a bomba de perna direita, rasteira, sem chances para o goleiro Graterol.
Logo após o gol, Barba foi para a sua segunda mexida. Sacou Victor para a entrada de Franco para recompor o seu meio-campo. E minutos depois, sacou Maycon e Bernard para as entradas de Alexsander e Cissé.
O Atlético seguiu controlando o jogo, tentando ampliar o placar. Já o Puerto Cabello, mesmo com as mudanças pouco agrediu e chegou na área de Everson.
Já nos minutos finais, Barba fez sua última mudança para fechar a defesa de vez. Sacou Cuello para e entrada de Lyanco.
O Galo ainda teve uma chance de ampliar o placar. Cissé tocou para Cassierra. O atacante escorrou para o gol e a bola bateu na trave.
O Galo vence a partida, chega aos 10 pontos e se classifica diretamente para as oitavas de final da CONMEBOL Sul-Americana.
No próximo domingo (31), às 18h30, vai até o Rio de Janeiro para enfrentar a equipe do Vasco da Gama, em São Januário, no seu último compromisso antes da parada para a Copa do Mundo.
Estatísticas da partida
Gols: Bernard (aos 61 minutos do segundo tempo);
Posse de bola: Atlético 68 x 32 Puerto Cabello;
Finalizações: Atlético 15 x 6 Puerto Cabello;
Defesas do goleiro: Atlético 3 x 3 Puerto Cabello;
Desarmes: Atlético 8 x 15 Puerto Cabello;
Interceptações: Atlético 7 x 17 Puerto Cabello;
Recuperações de bola: Atlético 52 x 56 Puerto Cabello;
Faltas: Atlético 4 x 12 Puerto Cabello;
Total de passes: Atlético 627 x 306 Puerto Cabello;
Cartões amarelos: Renan Lodi e Robinson Flores (20 minutos do primeiro tempo), Rosales (aos 53 minutos do segundo tempo), Ponce (aos 81 minutos do segundo tempo), (Linhares aos 91 minutos do segundo tempo);
Ricardo Guedes não é mais gerente de futebol do time feminino do Atlético. A informação é das jornalistas Danny Paiva e Izabela Baeta, do ge. O profissional estava à frente da pasta desde o primeiro semestre de 2024. O Atlético oficializou a saída durante a tarde de quarta (27), mas falou em decisão em “comum acordo”.
Com vasta experiência no futebol mineiro, Guedes chegou ao Galo após trabalhos no profissional do Itabirito, e nas categorias de base do Futgol. Não evitou o rebaixamento das Vingadoras à Série A2, mas esteve à frente da campanha do acesso, no ano passado. Alguns destaques de sua gestão foram a reinauguração do time sub-20, a realização das primeiras partidas das Vingadoras na Arena MRV, e a contratação da treinadora Fabiana Guedes. O gerente trabalhava em conjunto com o diretor de futebol feminino, Pedro Tavares, sendo uma presença constante no dia-a-dia das jogadoras.
Ricardo Guedes estava a frente da gestão das Vingadoras por dois anos (Foto: Luís Amaral / Atlético)
Em meio às mudanças na gerência de futebol, o Atlético se prepara para o duelo decisivo diante do Vitória, pela Copa do Brasil. A bola rola na quinta (28), às 16h, na Arena MRV. O confronto é em jogo único, e, em caso de empate, a definição da vaga se dará na disputa de pênaltis. O ingresso é solidário, mediante a troca por 1kg de alimento não perecível.
O confronto entre Atlético e Chapecoense, pela última rodada da fase de grupos do Campeonato Brasileiro sub-20 da Série B, precisou ser adiado “às pressas”. A alteração de tabela aconteceu horas antes da bola rolar.
Os dois clubes se enfrentariam nesta quarta-feira (27), às 15h, no SESC Venda Nova. O problema é que a delegação da Chape não conseguiu chegar a Belo Horizonte, devido às condições climáticas adversas, no interior de Santa Catarina. O grupo viajaria à capital mineira durante a última terça-feira (26), mas não conseguiu deixar Chapecó. Desta forma, a mudança de data foi inevitável.
Agora, os times se enfrentarão na próxima sexta-feira (29), às 11h, e em local novo – na Arena MRV. O time visitante viaja a Belo Horizonte no fim desta quarta (27), e novos problemas de logística estão – até o momento – fora de cogitação.
Destinos Definidos
Toda a rodada final da fase de grupos da Série B estava planejada para acontecer de maneira simultânea. Atlético x Chapecoense se tornou a única partida a fugir desta logística, mas a situação não vai afetar a tabela de maneira decisiva. O Galo já está classificado para o mata-mata, enquanto a Chape não tem mais chances de classificação.
Vale vaga direta nas oitavas de final da CONMEBOL Sul-Americana! Nesta quarta (27), o Atlético enfrenta o Puerto Cabello, na Arena MRV, às 19h (de Brasília), em duelo válido pela 6ª rodada da fase de grupos. A partida terá transmissão ao vivo da ESPN (TV fechada) e Disney+ (Streaming). A partir de agora, você confere todos os detalhes que antecedem a partida.
Vencer ou dar adeus! Atlético joga a vida na Sul-Americana
A conta do Atlético para seguir vivo na Sul-Americana é simples: vencer ou dar adeus. Com sete pontos e em desvantagem no confronto direto contra o Puerto Cabello, o Galo precisa derrotar os venezuelanos na Arena MRV para avançar. Em caso de empate ou derrota, estará eliminado. Se conquistar os três pontos, além de garantir a classificação, o time mineiro terminará a fase de grupos na liderança da chave e avançará diretamente às oitavas de final.
A importância da partida deve fazer Eduardo Domínguez optar por força máxima na Arena MRV. Alan Minda, que foi poupado no fim de semana, deve voltar naturalmente ao time titular. As dúvidas ficam concentradas no meio-campo, onde Bernard e Alan Franco podem ser preservados de olho no desgaste físico. Se isso acontecer, Victor e Cissé aparecem como opções mais prováveis.
Suspensos
Não há.
Lesionados
Patrick (recuperação lesão no joelho direito), Índio (recuperação lesão joelho direito) e Gustavo Scarpa (artroscopia no joelho direito).
Pendurados
Não há.
Sendo assim, o provável Atlético tem: Everson; Natanael, Ruan, Alonso e Renan Lodi; Alan Franco (Cissé), Maycon e Bernard (Victor); Alan Minda, Tomás Cuello e Mateo Cassierra. Técnico: Eduardo Domínguez.
Puerto Cabello chega embalado e também depende apenas de si
O Puerto Cabello vive cenário parecido com o do Atlético: entra em campo dependendo apenas das próprias forças para garantir a classificação às oitavas de final. Líder do Grupo B pelo critério de desempate, a equipe venezuelana joga por um empate na Arena MRV para avançar e tenta aproveitar a vantagem conquistada no duelo da primeira rodada, quando venceu o Galo em casa.
O momento também é de confiança. No último compromisso pelo Campeonato Venezuelano, o time comandado por Eduardo Saragó venceu a Universidad Central por 2 a 1 e chega a Belo Horizonte embalado para a decisão continental. Sem novos problemas no elenco, Saragó terá força máxima à disposição e deve repetir a base da equipe considerada titular.
Suspensos
Não há.
Lesionados
Não há.
Pendurados
Não há.
Sendo assim, o provável Puerto Cabello tem: Joel Graterol; Jefre Vargas, Jiovany Ramos, Stefan Obradović e Roberto Rosales; Harrison Contreras, Júnior Moreno, Robinson Flores e Daniel Saggiomo; Jean Castillo e Andrés Ponce. Técnico: Eduardo Saragó.
Arbitragem
A CONMEBOL designou o árbitro argentino de 41 anos, Leandro Rey Hilfer para comandar a partida entre Atlético e Puerto Cabello. Ele terá como seus auxiliares, Maximiliano Del Yesso (ARG) e Juan Mamani (ARG). Já o comando do VAR será de Jorge Baliño (ARG). Está não é a primeira vez que o árbitro Leandro Rey comanda uma partida do Atlético.
No início deste mês, o argentino foi responsável pela partida contra o Juventud, fora de casa. Na ocasião, o árbitro marcou 14 faltas (8 para o Juventud e 6 para o Atlético) e aplicou um cartão amarelo para o zagueiro Ruan, do Galo.
O Clube Atlético Mineiro é vice-campeão da Copa do Brasil sub-17. O time empatou por 2×2 no tempo normal contra o Athletico, e perdeu por 4×3 nos pênaltis, na Arena MRV.
O primeiro tempo começou bem disputado, mas as melhores oportunidades foram do Atlético. Vinícius recebeu pelo meio, cortou o volante, e mandou um chutaço de fora da área, exigindo grande defesa do goleiro do Athletico. O time visitante, por sua vez, mostrava velocidade nos contra-ataques, testando a defesa Alvinegra.
Aos poucos, o time da casa foi tomando as rédeas da partida, sendo muito perigoso principalmente por dentro. Nos minutos finais do primeiro tempo, Riquelme fez jogada individual, foi derrubado na área, e o árbitro marcou o pênalti. Vinícius cobrou com frieza, e explodiu a Massa Atleticana na Arena MRV.
Os 45 minutos finais começaram de maneira morna, com o Galinho defendendo bem as investidas do Furacão. Tudo estava bem, até Leonardo Cerci acertar um chute de rara felicidade, no ângulo do goleiro Guilherme. 1 a 1.
O time da casa levou algum tempo para absorver o golpe, e levou um verdadeiro sufoco do Athletico, que tinha muito espaço atrás do meio de campo. Levou algum tempo até os Crias voltarem a ameaçar o adversário. Veneno recebeu pela direita em contragolpe rápido, cruzou rasteiro pro segundo pau, e a zaga adversária tirou o gol certo de Riquelme. O Galo foi para o “abafa”, e foi na base do desespero que João Guilherme dividiu com a zaga, caiu, e sofreu falta na área. O meia Gomide cobrou com uma cavadinha, e empatou a final. A decisão da taça foi para a cobrança de penais.
Nas cobranças, perderam Marcos Heitor (defesa do goleiro) e Gabriel Veneno (trave). Riquelme, João Guilherme e Gomide converteram. O time visitante foi mais certeiro, e levou a taça.
Invictos
O detalhe curioso é que, tanto Atlético quanto Athletico, terminaram suas participações na Copa do Brasil invictos, uma vez que empataram na grande final.
Quem foi bem?
Destaque total para o quarteto ofensivo do Atlético. Ganhou várias jogadas no físico, teve velocidade, e infernizou a defesa paranaense – principalmente por dentro. Vinícius finalizou várias vezes com perigo, Veneno irritou os adversários com seus lances de efeito no primeiro tempo, e Riquelme descolou o pênalti. Balisa, com a presença de área de um centroavante, também levou perigo. Lá atrás, o lateral=direito Samuel fez exibição impressionante. Defendeu com lucidez, finalizou com perigo por dentro, e ajudou a armar o time.
Escalação do Galinho contra o Athletico
Guilherme Pires, Samuel Rodrigues, Ícaro, Dylan (Enzo Estêvão) e Alexsandro (Vieira); Callegario (Marcos Heitor), Gomide e Vinícius (Vagner Lopes; Riquelme, Gabriel Veneno e Gabriel Balisa (João Guilherme). Técnico: Rafael Paiva
O Atlético vai enfrentar o Juventude, nas oitavas de final da Copa do Brasil. Os clubes voltam a cruzar caminhos pela competição, após dez anos. Você se lembra da última vez em que Galo e Ju se enfrentaram, na Copa do Brasil?
O ano era 2016, e o Alvinegro chegava às quartas após eliminar a Ponte Preta. O time de Marcelo Oliveira buscava o bicampeonato, e contava, em seu elenco, com nomes como Cazares, Júnior Urso, Pratto, Victor e Leandro Donizete.
Se não é sofrido…
O jogo de ida foi disputado no Mineirão, e bastaram 16 minutos para Lucas Pratto abrir o placar. O gol prematuro deu todos os indícios de uma goleada, mas o Juventude equilibrou as ações. A noite em Belo Horizonte terminou com um placar magro.
Na volta, o Galo enfrentou um Alfredo Jaconi lotado, e sofreu. Tomou um gol com 30 segundos, parou em grandes defesas do goleiro Elias, e não conseguiu empatar. O jogo foi para os pênaltis, e coube a São Victor salvar a vaga. O eterno camisa 1 defendeu as cobranças de Wallacer e Roberson, e o Atlético venceu por 4 a 2.
Vice-Campeão
Após eliminar o Juventude, o Atlético voltaria mais duas vezes ao Rio Grande do Sul, nas próximas fases. Tirou o Internacional, nas semifinais, mas acabou perdendo o título para o Grêmio. O técnico Marcelo Oliveira foi demitido entre finais, e quem comandou o time na “finalíssima” foi o auxiliar Diogo Giacomini.
Escalações do Atlético contra o Juventude (2016)
Atlético 1×0 Juventude (ida): Vitor, Carlos César, Erazo (Gabriel), Leonardo Silva e Fábio Santos; Rafael Carioca, Júnior Urso e Cazares (Dátolo); Clayton (Patric), Robinho e Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Oliveira
Juventude 1(2)x(4)0 Atlético (volta): Victor, Patrick, Erazo, Leonardo Silva (Gabriel) e Fábio Santos; Rafael Carioca (Clayton), Júnior Urso, Leandro Donizete e Otero (Cazares); Robinho e Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Oliveira
O Atlético conheceu, nesta terça (26), seu adversário nas oitavas de final da Copa do Brasil. Será o Juventude, equipe que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro. O jogo de ida acontece em Belo Horizonte, com a volta sendo disputada em Caxias do Sul. Os confrontos estão marcados para o início de agosto.
O Galo chega às oitavas da Copa do Brasil após eliminar o Ceará, nos pênaltis. O Juventude, por sua vez, eliminou o São Paulo. Perdeu a ida por 1 a 0, em São Paulo, mas aplicou um 3 a 1, no Alfredo Jaconi. Esta será a segunda vez que os clubes se enfrentam na competição. A última vez tinha sido em 2016, e deu Galo: vitória por 4 a 2 nos pênaltis, fora de casa.
O Atlético enfrenta o Athletico, na noite desta quinta (26), pela final da Copa do Brasil sub-17. Os ingressos para a decisão na Arena MRV seguem sendo vendidos, com preço de R$ 5 para sócios GNV.
Invicto na atual campanha, o Galinho busca o bicampeonato da Copa do Brasil. A primeira conquista veio no primeiro semestre de 2014, contra outro rival do Sul: o Grêmio. Você se lembra dos detalhes daquela conquista, e os jovens que defenderam o Galo?
Título com “T” Maiúsculo
O Galinho de 2014 perdeu apenas uma vez, em toda a campanha da taça. Passou (em ordem) por Paraná, Coritiba, Vitória, Flamengo, e, por fim, o Grêmio. Os Crias aplicaram duas goleadas de 6 a 1, contra o Paraná, e diante do Flamengo. A única derrota aconteceu na ida das oitavas de final, para o Coritiba, por 1 a 0. Mesmo assim, o time buscou a classificação fora de casa, ao aplicar um 2 a 0.
Recorde de Público
A finalíssima da Copa do Brasil foi disputada na Arena Independência. O Atlético havia vencido o Grêmio por 1 a 0, em Porto Alegre, e dependia apenas de um empate para levantar o troféu. O clube comercializou ingressos solidários, mediante a troca por 1kg de alimento não perecível. A ideia foi um sucesso, e 16.016 torcedores foram ao Horto ver o Galo campeão. O número, até os dias de hoje, representa um dos maiores públicos da história do futebol de base, no Brasil.
Bruno Tabata, de pênalti, marca o gol do título do Galinho (Foto: Bruno Cantini/Atlético)
Escalação do Galinho no jogo do título
Cleiton; Anderson, Jordan, João Salgado e Adson; Nathan Silva, Ralph, Cleiton José (Marco Túlio) e Bruno Tabata; Capixaba (Lucas Pires) e Flávio (George). Técnico: Ricardo Rezende.
Com dívida superior a R$ 1,7 bilhão, o Atlético deu mais um passo no processo de reorganização financeira. Em reunião realizada na noite desta segunda-feira (25), na Arena MRV, o Conselho Deliberativo do clube aprovou o balanço financeiro de 2025 e oficializou o aporte de R$ 530 milhões na SAF alvinegra, realizado pela família Menin.
A aprovação aconteceu com ampla maioria entre os conselheiros presentes. Além das pautas financeiras, o encontro também debateu outros temas internos do clube.
O balanço, divulgado pelo Atlético no fim de abril, mostrou um cenário ainda preocupante nas contas. Atualmente, a dívida total do clube ultrapassa R$ 1,7 bilhão. Desse valor, R$ 654 milhões são referentes a débitos bancários, R$ 487 milhões em tributos, R$ 383 milhões ligados à Arena MRV e R$ 243 milhões relacionados à aquisição de atletas. Outros R$ 5 milhões aparecem no documento sem detalhamento específico.
Somando apenas as dívidas bancárias e os compromissos da Arena MRV, a chamada dívida onerosa chega a R$ 1,037 bilhão, um dos principais pontos de atenção da SAF neste momento.
Internamente, o aporte era tratado como prioridade absoluta pela diretoria. Parte do valor já vinha sendo utilizada pelo clube nas últimas semanas para aliviar o fluxo de caixa e reduzir pressões financeiras imediatas. O restante deve ser integralizado até o fim do mês.
Inicialmente, o investimento estava previsto para março, mas questões jurídicas e ajustes contratuais atrasaram a conclusão da operação. Na prática, o aporte será convertido em novas ações da Galo Holding S.A., empresa que controla a SAF atleticana. Cerca de R$ 430 milhões serão destinados diretamente à compra dessas ações pelos investidores. Outros R$ 94 milhões correspondem a valores previamente aportados via FIGA e incorporados agora ao processo.
Veja, portanto, como ficou definida a nova divisão:
Após a nova injeção de recursos, a família Menin amplia ainda mais seu controle sobre a SAF atleticana. Rubens e Rafael Menin, por meio da 2Rs, passam a deter 83,5% das ações do clube. A associação mantém 10%, enquanto os demais acionistas ficam com os 6,5% restantes.
A expectativa nos bastidores é de que Daniel Vorcaro passe a ter participação inferior a 4% no clube, mantendo apenas uma fatia considerada simbólica. O empresário está preso por envolvimento em investigações relacionadas ao Banco Master.
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