A história do Atlético pode ser diferente! Um Atlético vencedor e Campeão é possível.

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A HISTÓRIA DO ATLÉTICO PODE SER DIFERENTE. UM ATLÉTICO VENCEDOR E CAMPEÃO É POSSÍVEL. DEPENDE DE NÓS.

 

#OpiniãoDoTorcedor com Max Pereira.

 

Acredito piamente que a história do Atlético pode ser bem diferente, sem tanto sofrimento, sem tantas crises, sem tantas trovoadas. Mas sei que a mudança não vai acontecer da noite para o dia e, tampouco, em um passe de mágica. Será um processo longo, doloroso, de idas e vindas, de altos e baixos.

O grande desafio do Galo mais famoso do mundo será conciliar a urgência com que a sua imensa e explosiva torcida exige que as coisas deem certo e os bons resultados apareçam, com a responsabilidade de planejar, construir, experimentar o novo e o ousado e transformar, conceitual, filosófica e metodologicamente, a gestão do clube e do futebol, única forma de romper com esse carma

É sabido e ressabido que há décadas o Atlético vem sendo sacudido e corroído por recorrentes crises e problemas financeiros crônicos que se traduzem em uma dívida crescente e historicamente mal administrada.

Há 48 anos, o Atlético conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro disputado no Brasil. De lá prá cá, o Glorioso conquistou apenas competições de tiro curto e mata-mata, como as duas Conmebol, a Libertadores em 2013, a Recopa e a Copa do Brasil em 2014.

 

Antes, em 1937, o Glorioso já havia conquistado o seu primeiro título oficial em nível nacional, exatamente a primeira edição do torneio Campeão dos Campeões, competição também de tiro curto, patrocinada pela extinta CBD.

Em 1978, já na Era Mineirão, ao vencer o Corinthians na final por 3 x 1, o Atlético também sagrou-se campeão do Super Campeão dos Campeões, mais uma competição de tiro curto, disputada apenas pelos clubes vencedores do extinto Campeão dos Campeões, promovido também pela antiga CBD, festejando o antigo torneio homenageando os antigos Campeões dos Campeões do Brasil.

Poderia ficar aqui rememorando os vários e vários títulos conquistados pelo Galo Vingador em torneios de verão na Europa, na Ásia, na África, nas Américas Latina, do Norte e Central.

Poderia, também, relembrar a vitoriosa excursão do Galo no velho continente na década de 50 do século passado, quando o Atlético se tornou o primeiro clube das Américas a jogar em gramados europeus e, em pleno inverno, enfrentou e venceu os então principais clubes daquele continente, atuando em gramados cobertos de neve e gelo e, portanto, em condições absolutamente desfavoráveis, o que rendeu ao alvinegro da Colina de Lourdes o título honorífico de Campeão do Gelo.

Mas nada disso irá fazer crescer a autoestima do atleticano. Aliás, a história agora é o que menos interessa a qualquer alvinegro.

O que vem incomodando bastante ao torcedor é o longo jejum do Atlético no Brasileirão, o que escancara a dificuldade do clube em se organizar e em se planejar para disputar com regularidade e eficiência competições de tiro longo.

Competições de tiro longo, de pontos corridos, turno e returno, como o Brasileirão, exigem regularidade e fôlego, que só é possível conquistar com planejamento e projeto.

Sai ano, entra ano e, mesmo com os melhores times que montou de 1971 para cá, e contando ainda com jogadores geniais e/ou bastante talentosos como o Rei, Reinaldo, Ronaldinho Gaúcho, Cerezo, Éder Aleixo, Marques, Gilberto Silva, Tardelli, Nelinho, Robinho, Luisinho e agora Cazares, além de outros craques de potencial induvidoso, o Atlético sempre pecou pela descontinuidade e pela irregularidade.

 

Ah, mas o Atlético continuou conquistando títulos regionais, mantendo a primazia de ser o maior campeão das Gerais, diriam muitos. Ocorre que o estadual é uma competição que, por suas especificidades e em razão da disparidade técnica entre os times da capital e os do interior, não exige planejamento rebuscado.

Quem semeia ventos colhe tempestades, dizem os antigos. Os atleticanos, como se estivessem cumprindo uma penitência medieval e eterna, repetem mantras do tipo “Isso só acontece com o Atlético”, “Se não for sofrido não é Galo” ou até buscam mascarar suas frustrações, enaltecendo sua paixão ímpar pelo clube, fingindo acreditar que basta torcer, que somos Atlético e que, pasmem, que os títulos não são necessários e tão importantes para nós e para o próprio Galo, como o são para outros clubes e torcidas.

Cabe tentar descobrir porque tem sido sempre assim, sofrido, cármico, doído e, muitas vezes, frustrante.

E mais: por que o Atlético é sempre suscetível a mudanças bruscas e tumultuadas de rumo e por que a história alvinegra tem sido continuamente sacudida por tempestades e trovoadas?

A resposta a essas perguntas é bastante simples: a raiz de todos os problemas do Atlético é um mal historicamente despercebido ou no mínimo desprezado pelos homens que, ao longo dos tempos, têm sido os responsáveis pela condução do clube, qual seja, a absoluta inexistência de um projeto de time vencedor e campeão e de uma filosofia de clube de futebol.

Não é preciso dizer que esse mal é também totalmente ignorado por maioria absoluta de sua grande massa torcedora, que opta sempre por culpar unicamente os jogadores, elegendo alvos que massacra impiedosamente.

Quem quer que se aventure a observar o Atlético com um olhar crítico vai perceber, a olho nu, que o clube, em sua trajetória existencial, pode ser comparado, com absoluta propriedade, a uma nau que, sem possuir instrumentos de navegação e com o leme quebrado, se obriga a navegar por mares revoltos e desconhecidos do seu capitão, geralmente despreparado para a missão. O naufrágio é o prognóstico natural e consequência óbvia e inevitável.

Sacudido, maltratado, por vezes enlameado, casco furado, fazendo água, ora atolado em bancos de areia movediça ou imobilizado por calmarias traiçoeiras, o barco atleticano vem soçobrando há décadas e o time, por vezes, morrendo na praia.

Até nos pequenos detalhes é fácil observar que no Atlético, clube e time, não têm um Norte a seguir, mas sim caminham ao sabor dos ventos e de fortuitos dribles no azar ocasional ou cavado pela incúria de seus próprios dirigentes, ao contrário de outros clubes, entre eles o rival, em que a certeza do caminho a ser seguido e a assimilação do projeto, da filosofia e dos objetivos da entidade por parte de seus jogadores são algo natural e até espontâneo.

Parece pouca coisa, mas, por exemplo, nas entrevistas coletivas dos jogadores do rival a palavra título e a menção à necessidade do time azul de conquistá-los são repetidas à exaustão, mostrando que esses objetivos são e estão inteiramente internalizados e assimilados por eles: “temos que trabalhar para ganhar os títulos que o time precisa” é a frase mais recorrente. É praticamente um mantra. Já nas coletivas dos atletas alvinegros essas menções são menos frequentes e não mostram o mesmo nível de introjeção.

Nenhum clube, entidade ou empresa atinge um nível de excelência sem um processo de construção e maturação de uma ideia ou filosofia de ser. O Atlético, sob esse ponto de vista, apesar de cronologicamente centenário, é ainda muito primário e imaturo.

Há 111 anos um grupo de garotos se reuniu no coreto do Parque Municipal e fundou um clube de futebol. E, apenas, quase um ano depois, esse time fez o seu primeiro jogo. É que, até que um time estivesse pronto e o novo clube estivesse estruturado para os compromissos e desafios que teria pela frente, foi preciso trabalho, organização, planejamento e até a definição do nome e das cores de seu pavilhão, coisas que seriam para sempre.

Da ideia original de alguns de seus fundadores de se adotar a cor verde até a escolha definitiva das cores preta e branca, significando a universalidade pretendida para um clube queria ser de todos e para todos, passou-se quase um ano, denotando a preocupação com o planejamento, a organização e a construção de uma ideia.

Quase 360 dias depois de sua fundação entrou em campo pela primeira vez o Atlético Mineiro Futebol Clube, cuja vestimenta alvinegra já antecipava a sua história e desenhava o seu gigantismo natural.

Algum tempo depois, o já gigante chamado Clube Atlético Mineiro, fiel à ideia de sua criação e fundação, foi naturalmente conquistando milhões de corações e escrevendo uma história gloriosa.

Mas, quem faz a fama e deita na cama, sem entender que tudo na vida se modifica, evolui ou involui, dependendo da forma com que é conduzido ou cultivado, e que, por isso, todo processo de construção é dinâmico e contínuo, acaba pagando um alto preço.

É esse o karma atleticano. O de ter parado no tempo e no espaço, permitindo que o clube leve sua vida e escreva a sua história ao sabor das vaidades e das particularidades de dirigentes, conselheiros e treinadores, muito mais voltados para a pequenez de suas vaidades e projetos pessoais.

Para agravar essa situação, o Atlético é hoje o clube mais fechado e menos democrático do futebol brasileiro, em que apenas um grupo tem voz ativa e decide, com poder de império, os destinos da agremiação.

Se são bem sucedidos em suas atividades profissionais particulares, os dirigentes atleticanos têm, ao longo dos tempos, demonstrado serem neófitos em futebol.

Inseguros e quase sempre incapazes de conjugar o verbo delegar, eles têm dificuldade de admitir a contratação de profissionais do ramo temendo perder autoridade e, paradoxalmente, acabam se permitindo cercar e assessorar por gente despreparada, inapetente e, em alguns casos, que não merece a confiança depositada. A contratação de Rui Costa parece ser uma tentativa de corrigir esse problema.

 

E por serem geralmente ingênuos em futebol, os mandatários alvinegros quase sempre se mostram impotentes para cobrar do treinador de plantão aquilo que deveria ser cobrado, mesmo porque, leigos no esporte bretão, não saberiam o que cobrar.

Em consequência, o Atlético, além de se sujeitar aos humores do técnico do momento, exatamente como aconteceu agora, deixou de construir a sua própria identidade.

Levir é apenas um treinador que, se aproveitando da incúria e da inapetência dos dirigentes maiores do clube e da inexperiência e do bom mocismo de Marques, fez o que quis e impôs ao clube os seus maus bofes.

O Galo, porém, possui algo poderoso e invejado. Uma mistura costurada em simbiose com sua apaixonada e extraordinária torcida que, por vezes, produz resultados memoráveis nos campos de futebol.

É um elo forjado em uma paixão ímpar que faz a torcida do Atlético ser temida e objeto de aplausos até mesmo fora das fronteiras do país. A torcida do “Eu acredito” que foi o décimo segundo jogador em 2013 na conquista da mais épica das Libertadores da história da competição, da Recopa e da Copa do Brasil de 2014, em que foi co-partícipe fundamental das viradas épicas em cima de Corinthians e Flamengo.

É preciso, a partir dessa simbiose, cozida no fogo da paixão, fazer emergir uma filosofia de clube de futebol, construir um projeto de clube de futebol vencedor e campeão. Portanto, é preciso ir muito além do que o clube e a sua torcida já foram até agora.

Ou seja, é preciso que o Atlético estruturalmente, organizacionalmente, financeiramente, administrativamente, metodologicamente e FILOSOFICAMENTE materialize e reflita essa relação híbrida que só ele e sua torcida conseguem forjar.

De outra forma, o grande desafio que se impõe ao Galo, aos seus comandantes e torcedores é fazer com que o clube, tanto em suas ações internas e externas, quanto em todos seus jogos, reflita naturalmente essa simbiose poderosa que existe entre o clube e a massa e que incomoda a tanta gente, a tantos inimigos do clube.

As palavras do narrador João Guilherme devem inspirar essa revolução e a consolidação de uma identidade vitoriosa, poderosa e campeã: NÃO É MILAGRE, É ATLÉTICO MINEIRO.

O caminho a ser percorrido será longo e penoso. Dele faz parte fazer com que a massa atleticana posse ter voz nos fóruns decisivos clube. E o primeiro passo é buscar que o seu sócio-torcedor participe dos fóruns eletivos do clube, votando e sendo votado, como já acontece em outros grandes clubes brasileiros.

É missão de todo atleticano lutar, agir e cobrar para que o Atlético se torne efetivamente forte, democrático e transparente, refletindo de vez o seu gigantismo natural, tal como projetado por seus fundadores naquele longínquo 1908 e, em consequência, respeitado.

Costumo dizer que o próprio Atlético é o seu maior e mais terrível adversário. O Atlético precisa aprender a derrotar a si próprio e o dia que conseguir esse feito se tornará praticamente imbatível, será de vez um time do mundo.

E, por falar em se tornar de vez um time do mundo, é bom lembrar que o maior desafio do Atlético na Era Ronaldinho Gaúcho não foi conquistar os títulos que conquistou, mas sim se manter na prateleira de cima.

Ainda foi possível ganhar a Copa do Brasil de 2014 sem R10, mesmo porque os reflexos e efeitos da passagem do astro ainda estavam fortemente presentes.

QUEM SEMEIA VENTOS COLHE TEMPESTADES. Não é surpresa, pois, que o Atlético voltasse à mesmice de antes da era R10.

O Atlético precisa aprender a semear brisas para colher bonanças.

Hoje o torcedor diz que se não for sofrido não é Atlético. Ele deve aprender, porém, que é possível que o sucesso, as vitórias e os títulos para o Atlético sejam algo fácil, leve e natural.

UM ATLÉTICO VENCEDOR E CAMPEÃO É POSSÍVEL. DEPENDE DE NÓS.

Revisado por: Mallu Precioso

 

Rogério Ceni e Mauro Zárate no Galo, assista nossa Live: www.youtube.com/watch?v=Sp0o6WzkJOc

Angel Baldo

Mineiro de nascença, Paulista de criação! Fanático pelo Galo e pelo Fala Galo! Apaixonado pela minha família e Deus, o resto é mimimi!

18 comentários em “A história do Atlético pode ser diferente! Um Atlético vencedor e Campeão é possível.

  • 17 de abril de 2019 em 09:29
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    Caros,
    Excelente reflexão…tem algumas inconsistências como a falsa oposição “urgência da torcida por resultados X responsabilidade de planejar”. No fundo, a torcida é muito paciente, paciente demais. Tem já na prática 50 anos q espera um mísero Br…Aja paciência!!! Implementar o item MENTALIDADE VENCEDORA no clube, isso sim é urgente, e deveria ser cláusula de um hipotético PLANEJAMENTO, deveria constar no Estatuto! Colocar na cabeça do SETTE desentendido q VENDER é consequência de VENCER e ñ o contrário…Nosso clube lamentavelmente tem preferido ficar sob a influência de MEDÍOCRES. Graças a Deus o Comediante ñ volta mais. Tomara q tenha levado consigo para sempre a cabeça de Burro!
    GALO SEMPRE!

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  • 17 de abril de 2019 em 10:07
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    Que este texto fique marcado no nosso coração…
    Jogadores respeitem a historia deste time, honrem esse manto que vestem, joguem com garra e vontade de vencer!

    “A gente muda de tudo na vida. Muda de cidade. Muda de roupa. Muda de partido político. Muda de religião. Muda de costumes. Até de amor a gente muda. A gente só não muda de time, quando ele é uma tatuagem com a iniciais C.A.M., gravada no coração.É um amor cego e têm a cegueira da paixão”.
    Roberto Drummond

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  • 17 de abril de 2019 em 12:29
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    DESCULPEM MUDAR DE ASSUNTO MAS O DIRETOR DAS MARIAS ESTÀ RECLAMANDO DA POSTURA DO GALO,DA ARBITRAGEM NO ULTIMO JOGO E DIZENDO QUE O GALO ESTÀ PRESIONANDO O JUIZ DESDE AGORA.È BRINCADEIRA!ESTAO NA EMINENCIA DE SEREM BANIDOS DE TODAS AS COMPETIÇOES DE BASE EM TODO BRASIL POR PRATICAS CRIMINOSAS DE ASSÈDIO A GAROTOS DE OUTROS TIMES.SO TEM BANDIDO DAQUELE LADO.E TODO TIME TEM MASCOTE “MASCULINO”.O DELES È………..

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  • 17 de abril de 2019 em 12:39
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    Boa tarde. Só de tentar uma reflexão mais profunda já valeu. O Galo, suas direções e a tal Massa, precisam mudar a concepção sobre futebol. Chega de Galo Doido, de pedir raça. Quero equilíbrio, quero técnica. Quero sempre ter um articulador, o “enganche”, o camisa 10, figura rara na nossa história. Quero dirigentes mais lúcidos. Esse grupo que comanda o clube há 20 anos ganhou dois titulos expressivos, mas tbem colocou o time na segundona, tomou uma goleada histórica e perdeu a oportunidade de rebaixar o maior rival. Coisa que não teria preço. 2021 tá aí, 50, eu disse 50 anos na fila. #Acorda Galo.

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  • 17 de abril de 2019 em 15:44
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    Texto sensacional! É preciso acreditar na infinita grandeza do nosso Galo. A mudança é necessária, com urgência. Somente com profissionais atingiremos o nível de excelência exigido para um Clube como o nosso. Não adianta CT, clube, sede, Estádio de primeiro mundo… Só isso não fará a diferença. É preciso profissionalismo. Chega de amadores!!

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  • 17 de abril de 2019 em 15:47
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    Belo texto,infelizmente é a nossa realidade, mas tenho esperança que o conselho acorde para nova realidade do futebol e altere o estatuto permitindo o voto de sócios e a remuneração de presidentes que teriam como obrigação dedicação exclusiva em tempo integral ao exercício do seu mandato. Penso que seria um começo de mudança de filosofia

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  • 17 de abril de 2019 em 16:03
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    Boa tarde massa. Grande texto.infelismente enquanto tivermos uma diretoria que pensa pequeno nem campeonato de bilhar vencemos.o galo acordou em 2013 e 2014 tivemos Vitoria e títulos espetaculares aí veio os amadores e nos afundou na lama.espero que não demora mais 40 anos para ganharmos títulos importantes. Com estes aposentados,refugos e peladeiros que andam a mamar no galo se ganhar o mineiro já é milagre. Que no fim do Mineiro a diretoria toma atitude e faz uma varredura nestes peladeiros. A diretoria das Marias ja estão reclamando do galo nos bastidores sobre o jogo no horto que a diretoria do galo abre o olho. Vai galoooooo.

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  • 17 de abril de 2019 em 19:10
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    Deleta esse texto logo. A ideia de que a história do Atlético tem de ser diferente e que e possível ser um time vencedor implica que na história era um time perdedor. Esse jaercismo carvalho é dose.

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  • 17 de abril de 2019 em 19:12
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    Deleta logo. A ideia de que a história do galo precisa ser diferente e que um galo vencedor e campeão é possível implica que na história não éramos campeões e vencedores. Jaercismo é dose.

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  • 17 de abril de 2019 em 19:18
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    Tenho 66 anos. Torcedor desde criancinha. Um texto sóbrio, para reflexão de todos nós torcedores que somos apaixonados pelo nosso CAM.

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  • 17 de abril de 2019 em 22:01
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    Parabéns pelo excelente texto.
    PARA DIRIGIR UM TIME COMO O ATLÉTICO É FUNDAMENTAL TER PULSO FIRME E AUTORIDADE . E ISSO NÃO É O FORTE DE SETTE CÂMARA. SETTE DÁ CARTA BRANCA PRÁ TODO MUNDO E NÃO EXIGE , NEM COBRA RESULTADOS. OS JOGADORES VETERANOS PERCEBENDO A FRAQUEZA DO PRESIDENTE FAZEM A FARRA , DEITAM E ROLAM , E FAZEM O QUE BEM ENTENDEM.
    A PRIMEIRA COISA A SER FEITA É UMA GRANDE LIMPEZA NO ELENCO , SEM A QUAL O ANO DE 2019 ESTARÁ IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO.
    AS PROVIDÊNCIAS SÃO PARA ONTEM , POIS AS COMPETIÇÕES ESTÃO ACONTECENDO E NÃO QUEREMOS SER REBAIXADOS ESSE ANO.
    FORA VETERANOS E MEDALHÕES PREGUIÇOSOS.

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  • 18 de abril de 2019 em 08:36
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    Perigo!
    Perigo!
    Elias estará em campo no sábado!
    Você pode dizer que é pegar no pé, superstição ou pode analisar a frieza dos números.

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    • 18 de abril de 2019 em 10:35
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      QUE DEUS NOS PROTEJA SE ELIAS , JOGAR.
      Como alguns falam em Rodrigo Santana , se ele não tem coragem de tirar ELIAS E OUTROS VETERANOS.??

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  • 18 de abril de 2019 em 09:22
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    O inimigo principal se chama Conselho Deliberativo, esta corja de covardes submissos ao RG, Menin, e aos seu amigos. Se quiser arrumar a casa, passa inevitavelmente por mexer nisso.
    Dia 29, dia da votação pela aprovação ou não do balanço, sugiro manifestação da torcida, na porta da Sede.

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  • 18 de abril de 2019 em 09:41
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    O melhor texto sobre o Galo que já foi escrito. Espero que os dirigentes e conselheiros do clube tenham a oportunidade de lê-lo e repense os destinos do CAM. Parabéns pela lucidez e isenção da paixão ao retratar com perfeição o nosso clube!

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  • 18 de abril de 2019 em 10:41
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    VENDER , VENDER , VENDER ,
    ESSE NÃO É O NOSSO IDEAL.
    SETTE CÂMARA , COM A AJUDA DE ALEXANDRE GALLO IMPLANTOU A FILOSOFIA DO VENDER , VENDER , VENDER.
    COMO PODE PENSAR PEQUENO ASSIM A NOSSA IMCOMPETENTE DIRETORIA.???

    O PIOR É QUE NINGUÉM QUER COMPRAR OS PERNAS DE PAU QUE ESTÃO À VENDA.

    VENDER , SÓ SE FOR O SHOPPING.

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  • 18 de abril de 2019 em 11:02
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    Esse texto deveria ser entregue a cada torcedor do Atlético.

    Essa filosofia que está implantada no clube é o maior problema do mesmo. Não existe trabalho, só sorte. Não existe competência, mas os juízes querendo prejudicar. Não existe a razão, só a emoção.

    Anos e anos se passam e estamos aí, sempre acobertando nossas incompetências históricas ao invés de aprendermos com ela.

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  • 18 de abril de 2019 em 11:06
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    Não de todo má, a reflexão quando passa para a descrição da bobagem chamada atleticanidade por alguns, o texto fica bobo. O que me permite zoar com o blogueiro, sobre o fato da necessidade de se ouvir a torcida. ” Põe o Guga no lugar do Patrick.” Viu no que deu né? Kkkkkk

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